<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244</id><updated>2012-02-16T09:23:15.413-08:00</updated><category term='ABCJPêga'/><category term='animais'/><category term='Estrutura'/><category term='Dentição'/><category term='Exposições'/><category term='Reportagens'/><category term='Castração'/><category term='raças'/><category term='Tropas'/><category term='Literatura'/><category term='Registro'/><category term='Morfologia'/><category term='Casco'/><category term='&#xD;Alimentação'/><category term='Utilidades'/><category term='Cuidados'/><category term='Marcha'/><category term='Pelagem'/><category term='Leilões'/><category term='Historia'/><category term='Genética'/><category term='Curiosidades'/><category term='Pastagem'/><category term='Transporte'/><category term='Queijo de jumenta'/><category term='Alimentação'/><category term='Doma'/><category term='Cavalgada'/><category term='Entrevistas'/><category term='pêga'/><category term='saúde'/><category term='Reprodução'/><category term='Muares'/><category term='Apetrechos'/><category term='Leite de jumenta'/><category term='Administração'/><category term='Filhotes'/><category term='Concursos'/><category term='Salvando o jumento'/><category term='Memorabilia'/><title type='text'>Blog do Pêga</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fazendas Noca</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12557679978336696435</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_G8PXtx_BUpw/TPkaZQiuQYI/AAAAAAAAAOE/-FQf4wnPxdk/S220/P%25C3%25AAga%2BNocajpeg.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>408</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-6887208948995574281</id><published>2012-02-16T03:16:00.001-08:00</published><updated>2012-02-16T03:16:59.339-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia'/><title type='text'>Sobre os Jumentos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há consenso de que o ancestral mais provável do jumento doméstico (Equus asinus) é a subespécie Nubiana do jumento selvagem Africano, no entanto, a história da sua domesticação é pouco conhecida. Os primeiros restos mortais conhecidos do jumento domesticado são do quarto milênio AC encontrado um site em Ma'adi, Baixo Egito. A domesticação da única contribuição da África para as principais espécies da pecuária mundial veio muito tempo depois da domesticação de ovelhas, cabras e gado no Sudoeste da Ásia (oitavo e sétimo milênios AC). É provável que povos pecuáristas na Núbia, na área de distribuição do asno Nubiano selvagem, desenvolveram pela primeira vez o jumento doméstico como uma besta de carga. O jumento era para substituir o boi - que tinha a desvantagem de exigir um período de descanso para ruminar - como o animal de carga chefe. O jumento domado era facilmente conduzido por qualquer tipo de cabresto disponível e podem ser treinados para seguir uma rota por conta própria. Efeitos iniciais de domesticação do jumento foram o aumento da mobilidade dos povos pastorais e, talvez, o nomadismo de verdade, em que famílias inteiras em vez de apenas os homens podiam seguir seus rebanhos de pastagem em pastagem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos eram vitais no desenvolvimento do comércio de longa distância através do deserto egípcio. Antes de as primeiras pirâmides serem levantadas, tropas dirigiram-se do baixo Wadi Hammamat do Vale do Nilo até o Mar Vermelho para negociar com a Arábia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos eram mantidos em grandes rebanhos no Egito antigo. Nas tumbas da dinastia IV (ca. 2675-2565 AC) existem indicações que pessoas ricas e poderosas possuiam rebanhos com mais de mil cabeças. Além de seu uso como animal de carga, os jumentos foram empregados para pisar sementes na várzea fértil do Nilo e da debulha da colheita. Em outros lugares, as matrizes eram mantidas como animais leiteiros. Leite de jumenta possui mais açúcar e proteína do que o leite de vaca e era utilizado tanto como alimento, como na medicina, e como um cosmético para promover uma pele branca. Carne de jumento também fornecia alimento para várias pessoas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O jumento foi dispersado fora do Vale do Nilo e, finalmente, atingiu todos os continentes habitáveis. Os jumentos estavam no sudoeste da Ásia no final do quarto milênio AC. Por volta de 1800 aC, o centro de criação de jumentos tinha se deslocado para a Mesopotâmia. Damasco, conhecida como a cidade dos jumentos com escrita cuneiforme e um centro de comércio de caravanas, tornou-se famoso pela sua raça de jumentos brancos grandes para montaria. Pelo menos três outras raças foram desenvolvidas na Síria: uma outra raça de sela, com uma marcha fácil e graciosa para as mulheres, e uma raça forte para arar. Na Arábia, o Muscat ou jumento Iêmen foi desenvolvido. Este jumento forte, de cor clara, ainda é usado em caravanas e também como um animal de sela.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No segundo milênio AC o jumento já havia sido levado para a Europa, provavelmente acompanhando a introdução da viticultura. Na mitologia grega o jumento está associado a Dionísio, deus do vinho da Síria. Os gregos trouxeram a videira e o jumento para suas colônias ao longo da costa norte do Mediterrâneo, incluindo as da Itália, França e Espanha. Romanos mais tarde continuaram a dispersão na Europa até os limites de seu império.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um navio de abastecimento para Cristóvão Colombo em sua segunda viagem trouxe os primeiros jumentos para o Novo Mundo em 1495. Quatro jumentos e duas jumentas estavam entre o estoque de gado entregues a Hispaniola. Eles produziram mulas para expedições dos conquistadores no continente americano. Dez anos após a conquista dos astecas, o primeiro carregamento de doze jumentas e três jumentos chegaram de Cuba para iniciar a reprodução de mulas no México. Mulas eram preferidas para animais de sela, enquanto os burros eram usados ​​como animais de carga ao longo das trilhas que vinculavam o império espanhol. Mulas, burros e bardotos foram utilizados nas minas de prata. Ao longo da fronteira cada posto avançado espanhol teve que produzir seu próprio suprimento de muares, e cada fazenda ou missão mantinha, pelo menos um jumento reprodutor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O fluxo principal de jumentos para o oeste dos Estados Unidos provavelmente veio com as corridas do ouro do século XIX. Muitos dos garimpeiros eram mexicanos e o jumento era o seu animal de carga preferido. O prospector solitário e seu jumento se tornou um símbolo do Velho Oeste. No entanto, jumentos também foram importantes nas operações de mineração nos desertos. Eles carregavam água, madeira e máquinas para as minas; transportado carregamentos de minério de ferro e rocha para fora dos túneis da mina, e levavam sacos de minério para as usinas, onde outros jumentos rodavam as usinas necessárias ao minério.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O fim do boom da mineração coincidiu com a introdução da ferrovia no oeste americano. A época do jumento tinha chegado ao fim. Quando as minas foram fechadas e os garimpeiros foram embora, os animais perderam o valor e vários foram soltos. Tendo originalmente evoluido no deserto do Egito, estes animais resistentes tiveram poucos problemas nos desertos americanos. Populações de jumentos livres permanecem até hoje.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos hoje estão se tornando cada vez mais populares nos Estados Unidos e Canadá, como animais de recreação e companheiro. Eles são montados ou usados ​​para puxar carroças e ainda funcionam como animais de carga em aventuras selvagens. Em fazendas são utilizados para apartar bezerros. Um novo papel para o jumento está se desenvolvendo, alguns os estão usando como animal de guarda, defendendo rebanhos de ovelhas de cães e coiotes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: International Museum of the Horse, &lt;em&gt;Reproduzido de HORSES THROUGH TIME editado por Sandra L. Olsen &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-6887208948995574281?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/6887208948995574281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/sobre-os-jumentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6887208948995574281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6887208948995574281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/sobre-os-jumentos.html' title='Sobre os Jumentos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-6190486443365818643</id><published>2012-02-14T04:11:00.001-08:00</published><updated>2012-02-14T04:11:29.047-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>Vantagens do uso da Mula como receptora</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- As mulas são muito saudáveis e têm grande longevidade, podendo gestar crias por vários anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Como as mulas de sela são menos utilizadas no verão, período de entresafra dos concursos de marcha e cavalgada, elas ficam disponíveis para a reprodução.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- A exigência nutricional das mulas é menor que da égua, possibilitando boa produção de leite mesmo em condições pouco favoráveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- A habilidade materna é muito boa, pois além da boa produção de leite possui um instinto materno forte, defendendo a cria dos perigos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- As mulas respondem bem ao protocolo hormonal com progesterona&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- A mula é versátil, podendo receber embrião equino, muar ou mesmo asinino&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Mula Parida &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-6190486443365818643?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/6190486443365818643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/vantagens-do-uso-da-mula-como-receptora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6190486443365818643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6190486443365818643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/vantagens-do-uso-da-mula-como-receptora.html' title='Vantagens do uso da Mula como receptora'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7188502675266336163</id><published>2012-02-11T04:48:00.001-08:00</published><updated>2012-02-11T04:48:51.280-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>Fertilidade dos Híbridos Eqüídeo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não há nenhum registro da existência de machos, tanto Burros quanto Bardotos que tenham produzido espermatozóides férteis.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existem por volta de 60 registros na literatura de nascimento de produtos de mulas nos últimos 200 anos, sendo que poucos em publicações científicas. Apenas nas duas ultimas décadas as ocorrências aumentaram e os casos tiveram comprovação por cariótipo.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1920 na Texas A&amp;amp;M College, uma mula pariu com jumento um animal com fenótipo de mula e era estéril. Já quando coberta por cavalo, criou um animal idêntico a cavalo e fértil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Em 1985 Ryder et al. confirmaram por cariotipagem o produto e a mula coberta por jumento em Nebraska U.S.A.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1988 Rong et al. confirmou a cariotipagem tanto do produto de uma mula    &lt;br /&gt;quanto do de um bardoto na China.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Marc Henry et al (1995)., no Brasil, fez o cariótipo de várias crias de uma mula fértil, tanto produtos de cruzamento com jumento, quanto com cavalo. Os produtos com cavalo tinham o cariótipo de cavalo e os produtos com jumentos tinham o cariótipo desta espécie.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Chamdley em 1988, estudando os produtos de uma mula fértil na China descobriu que o cariótipo não era nem de cavalo, nem de mula e nem de jumento, e sim uma mistura.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 2003, cientistas fizeram o cariótipo de um produto de uma mula no Marrocos que também mostrou uma mistura dos cromossomos 75% jumento e 25% eqüino.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Mula Parida&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7188502675266336163?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7188502675266336163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/fertilidade-dos-hibridos-equideo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7188502675266336163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7188502675266336163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/fertilidade-dos-hibridos-equideo.html' title='Fertilidade dos Híbridos Eqüídeo'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4227184335888668223</id><published>2012-02-10T03:18:00.001-08:00</published><updated>2012-02-10T03:24:51.981-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><title type='text'>TROPEIRO VELHO</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;História do tropeiro velho que trazia boiada das bandas de Palmas no interior do Paraná para chegar a União da Vitória e dali cruzava o rio Iguaçu para chegar a Ponta Grossa lá pelo ano de 1940. Homenagem aos últimos Tropeiros Orlando De Lima &amp;quot;Nego Orlando&amp;quot; e seu parceiro Helmute Muller &amp;quot; Mirtinho&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:db691f73-a169-422a-b269-90e17fc09546" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="243e32e6-d861-4457-8d4c-99c4249e7982" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=pah6oqyjHf4&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/-OdGKJNzaJR8/TzT-W1yWycI/AAAAAAAABk8/QXgwBXjWFFA/videob6930951fb9f%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('243e32e6-d861-4457-8d4c-99c4249e7982'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/pah6oqyjHf4?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/pah6oqyjHf4?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4227184335888668223?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4227184335888668223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/tropeiro-velho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4227184335888668223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4227184335888668223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/tropeiro-velho.html' title='TROPEIRO VELHO'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-OdGKJNzaJR8/TzT-W1yWycI/AAAAAAAABk8/QXgwBXjWFFA/s72-c/videob6930951fb9f%25255B7%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-2139210086970491407</id><published>2012-02-08T04:09:00.001-08:00</published><updated>2012-02-08T04:17:56.427-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia'/><title type='text'>Na rota dos caminhos da estrada real e dos tropeiros</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Resumo    &lt;br /&gt;De&amp;#160; tempos em tempos as sociedades elegem temas históricos e os pesquisadores os trazem à luz. Um destes temas atuais, que fervilha em publicações e interesses gerais, são os caminhos da Estrada Real e os tropeiros que trafegavam por ela. Quais eram as rotas da Estrada Real e quem eram os tropeiros? Para responder a essas questões, partiremos de uma explanação geral sobre o tema para chegar ao particular, foco central deste artigo, ou seja, o desenrolar destas atividades em Itabira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;____________________________________________________________&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A História, diferente do que o senso comum costuma pregar, não é imutável, e sim&amp;#160; algo vivo, sempre pronto a revolver-se como o magma da terra que fende a crosta. A pesquisa histórica é o descortinar de um passado que não se aquieta, que se revolta com o silêncio e com o esquec imento&amp;#160; e anseia desvendar-se continuamente ao presente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O nome Estrada Real era designado para denominar os caminhos de&amp;#160; propriedade da Coroa portuguesa no Brasil. De acordo com o historiador     &lt;br /&gt;Márcio Santos, durante longo tempo elas foram as únicas vias autorizadas de acesso à região das jazidas, para circulação de pessoas, mercadorias, ouro e diamantes. Constituía-se crime de lesa-majestade a abertura de novas rotas diferentes daquelas estipuladas e fiscalizadas pela coroa. Nelas, eram colocados postos de fiscalização e controle, denominados de registros, em locais estratégicos das estradas como desfiladeiros e às margens dos rios. Os registros eram de quatro tipos: Registros do Ouro, que fiscalizavam o transporte do metal e cobravam o quinto; Registros de Entradas, que cobravam pelo tráfego de pessoas, mercadorias e animais; Registros de Demarcação Diamantina, responsáveis pela cobrança dos direitos de entrada na zona diamantífera e pela repressão ao contrabando; e Contagens, que taxavam o trânsito de animais.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitas destas rotas utilizadas pela Coroa já existiam antes da chegada dos portugueses, pois eram caminhos indígenas que cortavam o “sertão” de leste a oeste, de norte a sul, no meio da mata virgem, possibilitando a locomoção&amp;#160;&amp;#160; de um lugar a outro. Lembremos que o povoamento do Brasil aconteceu do litoral para o interior, misterioso e desconhecido, chamado de “sertão” pelos colonizadores. Os indígenas percorriam os caminhos do “sertão” através dessas trilhas abertas no meio da mata densa e foram algumas delas que deram origem à posterior Estrada Real.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-6mAENbQ87CU/TzJlbxsj-CI/AAAAAAAABjk/K8qs807QUpU/s1600-h/image1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-PxEGKXfQrpw/TzJlcyc02OI/AAAAAAAABjs/pqEO98bxuPM/image_thumb.png?imgmax=800" width="402" height="467" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-h_tC6n4X5j4/TzJldXdGgBI/AAAAAAAABj0/kX5H5xj5ZtQ/s1600-h/image5.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-L2SJs9eHRSg/TzJld3pKi7I/AAAAAAAABj8/IwsFGQww5aw/image_thumb1.png?imgmax=800" width="225" height="106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eram três os caminhos principais da Estrada Real: o Caminho Velho ligava Minas Gerais à cidade de Parati, no Rio de Janeiro, passando pela província de São Paulo, o que atrasava bastante as viagens que podiam durar até três meses; o Caminho Novo ligava a região das minas diretamente à cidade do Rio de Janeiro e reduzia as viagens para até dez dias. Ao longo desse caminho – aberto no meio da mata por volta de 1700, por iniciativa de Artur de Sá e Menezes, governador da capitania do Rio de Janeiro – roças, pousos, ranchos e povoados foram formados como ponto de apoio para os tropeiros, mais tarde, cidades foram edificadas naquelas paragens; o terceiro caminho da Estrada Real era o Caminho dos Diamantes, que ligava a região de Mariana e Ouro Preto ao distrito Diamantino. É neste caminho que se encontra o distrito de Ipoema, pertencente a Itabira, além de outros municípios e distritos, tais como Bom&amp;#160; Jesus do Amparo, Senhora do Carmo, Itambé, Morro do Pilar, Conceição do Mato Dentro e Serro, culminando na cidade de Diamantina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A Estrada Real foi utilizada, também, para povoamento das regiões mineradoras, principalmente de Minas Gerais, e tornou-se, após a exaustão dos metais preciosos, o tronco viário de circulação entre as províncias do centro-sul: Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No final do século XVII, por volta de 1695, nas proximidades do Rio das Velhas, onde hoje se situam os municípios de Sabará e Caeté, bandeirantes paulistas encontraram as primeiras jazidas significativas de ouro em território brasileiro. Durante os quarenta anos seguintes (1695 a 1735), grandes quantidades desse metal precioso podiam ser encontradas em abundância no solo da então principiante Capitania de Minas Gerais e, ainda, nas regiões da Bahia, Mato Grosso e Goiás.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O ouro provocou uma grande corrida migratória para aquelas localidades. De acordo com o historiador Bóris Fausto, durante os primeiros sessenta anos do século XVIII (1701 a 1761), chegaram para as regiões das minas cerca de 600 mil pessoas vindas de Portugal e das ilhas do atlântico. Entre eles, vinham desde pequenos proprietários, padres, comerciantes, até prostitutas e aventureiros. Deslocaram-se, também, para as regiões mineradoras, expressivas parcelas da população nordestina, que trabalhava nas fazendas&amp;#160; do açúcar, bem como um grande número de escravos africanos e indígenas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com a corrida do ouro para as regiões mineradoras houve necessidade de organizar a sociedade das minas. Em 1711, o governador de São Paulo e Minas elevou os acampamentos de Ribeirão do Carmo, Ouro Preto e Sabará à condição de Vila. Depois vieram Caeté, Pitangui, São João Del Rei, Itabira, entre outros. Ribeirão do Carmo foi a primeira vila a se transformar em cidade, em 1745, recebendo o nome de Mariana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-7VuWYkVuQM8/TzJlfYtsA7I/AAAAAAAABkE/JkCiSmNDBhQ/s1600-h/image61.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-Fra9A8ODGq8/TzJlhJzANcI/AAAAAAAABkM/3lobfQtuxKg/image6_thumb.png?imgmax=800" width="241" height="354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Itabira foi uma dessas primeiras vilas mineiras, surgidas com o boom da mineração aurífera, nos anos iniciais do século XVIII. A palavra Itabira é uma denominação indígena que significa Pedra (Ita) Aguda (bira). O início da povoação ocorreu no fundo do vale, por causa do ouro de aluvião que ali podia ser encontrado com facilidade. No pequeno povoado, em meio às primeiras habitações, foi construída, em 1775, uma capela devotada a Nossa Senhora do Rosário, no lugar denominado Penha. A capela, ainda hoje, encontra-se no mesmo local. Em 1833, o povoado de Itabira do Mato Dentro foi elevado à Vila e, em 1848, à categoria de cidade.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Itabira dos primeiros tempos é descrita da seguinte forma pelo poeta itabirano Carlos Drummond de Andrade :&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“ ... a primeira Itabira, a Itabira do ouro, essa não tinha outra forma senão a que lhe traçavam, com a ponta do pé, os desbravadores sequiosos, na sua ‘exploração insensata e ruidosa das lavras’, de que fala Eschewege. As leis vinham de Vila Nova da Rainha, para onde ia o trabalho e o suor dos mineiros, convertidos em impostos; as bençãos e as proibições morais vinham de Santa Bárbara, onde a igreja assentara a sua freguesia. Na encosta áspera, os pretos vibravam a picareta, mergulhavam os pés na água escassa e barrenta”.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A atividade aurífera foi, por vários anos, o que movimentou a economia local. Em 1814, Eschwege apresentou uma relação estatística de todas as lavras de ouro dos distritos da Província mineira e, somente no povoado de Itabira do Mato Dentro, estavam cinco lavras, que empregavam um total de 283 escravos, com uma produção de 13.746 oitavas de ouro. Esse número representava 6% do total de ouro extraído em toda a Província mineira, em 1814. Entretanto, a partir daquele ano, pela própria natureza exaurível do ouro de aluvião, a extração foi aos poucos escasseando e outras atividades, como a fundição do ferro, passaram a coexistir com ela.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Grande parte do ouro e do diamante que saía da região das minas e&amp;#160; passava pela Estrada Real era transportado nos lombos dos muares, conduzidos por tropeiros. Esse foi um dos principais meios de transportes até o final do século XIX e primeiras décadas do século XX. Pela Estrada Real não atravessavam apenas metais precisos, durante o boom aurífero, mas toda sorte de alimentos, armas, pólvora, aguardente, ferramentas, roupas, remédios, correspondências, informações e produtos trazidos da Europa, carregados pelas tropas de muares, guiadas pelos tropeiros. Somente a partir da construção das estradas de ferro, na segunda metade do século XIX, os tropeiros começaram a perder a sua principal função.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com o pesquisador Júlio Manoel Domingues, “tropeiro” era comumente o nome aplicado aos próprios donos dos animais, quase sempre fazendeiros e criadores que, para enfrentar alguns meses de viagem&amp;#160; formavam uma comitiva de peões, com seus diversos escalões de atividades. Segundo esse autor, o chefe era um capataz responsável, o arrieiro, às vezes o próprio dono das mulas, que seguia atrás do culatreiro, montado em uma&amp;#160; besta muito bem arreada. Contava com a ajuda dos demais camaradas: os tocadores, ou tangedores, peões que lidavam diarimente com os animais e tocavam seus lotes de xucros ou arreados; e o madrinheiro, menino que seguia à frente do dianteiro, na mula da cabeçada, montando uma égua mansa, a madrinheira, guiando a tropa ao som dos cincerros nela pendurados. Quando chegavam&amp;#160; ao pouso, o madrinheiro era encarregado de armar a&amp;#160; trempe e preparar o café e a comida – feijão de tropeiro, pirão de mandioca, carne de porco, carne seca, toucinho, farinha de milho e alguma&amp;#160; carne fresca de caça. Nas estradas mineiras e de todo o Brasil, a caravana se arrastava, dias, semanas, meses seguidos, sob o poeirão que a tropa levantava na estrada.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em Ipoema, distrito de Itabira ficava uma importante paragem da estrada real. Ali, era ponto de passagem e repouso dos tropeiros com destino ao Arraial do Tijuco, atual cidade de Diamantina. O distrito Diamantino, como era conhecido, até o século XVIII foi o maior centro de extração de diamantes do país. Tropas de muares conduzidas por seus tropeiros passavam por Ipoema&amp;#160; levando alimentos, entre outros produtos, para a região do diamante e voltavam carregadas de metais preciosos levados até o Rio de Janeiro e, depois, para a Europa.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Inaugurado em 2002, o Museu do Tropeiro, situado neste distrito, reserva boas surpresas aos visitantes. Ali pode ser visto algumas vestimentas dos tropeiros, utensílios levados nas longas viagens, além de fotografias e apetrechos característicos usados nos animais que compunham as tropas, como arreios, esporas, guizos, entre outros. No total, são mais de 400 peças que compõem o acervo do Museu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-P6UeF_ReFHQ/TzJliTxQmmI/AAAAAAAABkU/-fZrTKrU9-M/s1600-h/image91.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-vozzq0zuzm0/TzJljrghA-I/AAAAAAAABkc/zj4r9mpedtc/image9_thumb.png?imgmax=800" width="421" height="331" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O fotógrafo itabirano Brás Martins da Costa imortalizou com sua câmera um&amp;#160; grupo destes descontraídos viajantes, de passagem por Itabira, com seus longos bigodes, chapéus, montados nos respectivos animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os Tropeiros e a Fábrica de Tecidos da Gabiroba&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Além do transporte dos metais preciosos as tropas de muares, guiadas pelos tropeiros, transportavam alimentos, armas, pólvora, aguardente, ferramentas, roupas, remédios, correspondências, informações e produtos trazidos da Europa. Esses homens realizavam, ainda, a comercialização de produtos para as fábricas de tecidos mineiras: primeiro, para levar a matéria-prima&amp;#160; (algodão) às fábricas e, depois, para a venda das mercadorias produzidas (tecidos), o que tornava as atividades de tropeiros e de “cometas” uma prática essencial.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1876 foi instalada na zona rural do município de Itabira do Mato Dentro uma fábrica de tecidos de algodão, a Companhia União Itabirana, conhecida como Fábrica de Tecidos da Gabiroba. Esta fábrica utilizava-se da mão-de-obra dos tropeiros e cometas para o abastecimento de seus teares com o algodão e, posteriormente, para a venda dos tecidos manufaturados. O senhor Afonso Camilo, ex-diretor da Fábrica da Gabiroba, contou-nos em depoimento oral que eram contratados dois tipos de viajantes: os “cometas” e os tropeiros. Os “cometas” eram homens que iam de município em município negociando os produtos da fábrica de tecidos, também conhecidos como caixeiro-viajantes, enquanto os tropeiros realizavam o transporte da matéria-prima e dos produtos acabados.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A Cia. União Itabirana possuía, em sua estrutura física, inclusive, um rancho para alojamento dos tropeiros e mantinha uma tropa de burros e viajantes fixos a seu serviço. Sobre os tropeiros e cometas que atendiam a Cia. União Itabirana, Alvim ( 1980) observou:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“Uma tropa de burros, da própria Companhia, garantia o transporte do algodão e do seu produto acabado. Parte deste trabalho era locado a tropeiros autônomos, antes do surgimento dos caminhões. Raro era o dia em que o rancho não fervilhava de tropeiros, com os seus caldeirões de feijão fumegante, enriquecido com carne-seca e torresmos. (...) A azáfama começava cedo, como recrutamento da tropa nos pastos, raspagem e tratamento dos animais, com bornais de milho, enquanto se procedia ao balanceamento das cargas. A madrinha da tropa era adornada com tiras&amp;#160; de&amp;#160; pano coloridas, chamadas “bonecas”, presas ao cabresto, enfeitando a testa do animal. A madrinha abria o cortejo à frente da tropa, balançando os seus guizos”.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma tropa de burros ficava à disposição da fábrica de tecidos. A chegada e&amp;#160; a saída da tropa movimentava o núcleo fabril formado pela Cia. União Itabirana. Além da tropa fixa, havia necessidade, ainda, de contratação de tropeiros autônomos. Dessa forma, sempre havia uma tropa chegando e&amp;#160; outra saindo da fábrica de tecidos. No pátio interno acontecia o carregamento dos produtos acabados e o descarregamento do algodão.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A passagem dos tropeiros e dos cometas, no núcleo fabril, configurava momentos de descontração e longas conversas ao redor dos caldeirões fumegantes, de que fala Alvim (1980). Ao percorrerem os caminhos mineiros, esses homens adquiriam e levavam informações por onde passavam, transformando-se em interlocutores de uma rede de informações que atravessava as Minas Gerais e deixava o núcleo formado pela Cia. União Itabirana informado do que acontecia em outras localidades.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os adornos com tiras de panos coloridas e os guizos colocados na “madrinha” das tropas, eram simbologias que faziam parte das práticas culturais do universo dos tropeiros e cometas. Eles contavam com alimentação típica, vestuário apropriado e um comportamento específico adaptado às longas viagens e ao tempo que permaneciam distantes dos lares, dormindo em alojamentos e locais desconhecidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O Relatório apresentado aos&amp;#160; acionistas da Cia. União Itabirana, em agosto de 1901, informava sobre a contratação de outro viajante para a fábrica de tecidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;“Verificando-se que somente um empregado viajante era por demais insuficiente para promover a liquidação, tão avultada é, como verei dos annexos, deliberamos tomar mais um outro e contractamos o sr. José Caldeira da Fonseca, que se acha em exercício desde o dia 22 do&amp;#160;&amp;#160; passado. O Sr. Emílio Ferreira Pinto tem exercido a nosso contente as suas funcções e ao mesmo mandamos abonar uma gratificação de 500$000”.&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pelo relatório da diretoria, percebemos que a fábrica de tecidos possuía, em 1901, apenas um viajante, o senhor Emílio Ferreira Pinto, que recebeu na ocasião uma gratificação pelos bons serviços. Outro viajante teve de ser contratado, o senhor José Caldeira da Fonseca, devido à necessidade verificada na fábrica. Sobre os tropeiros não há qualquer referência, possivelmente, eram contratados como autônomos, conforme sugerido por Alvim.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O senhor José Caldeira da Fonseca foi fotografado por Brás Martins da Costa. Na fotografia que se segue, pode ser observado o viajante, organizando uma tropa de seis burros para mais uma de suas longas viagens pelas estradas mineiras.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos animais já estava pronto para a partida: devidamente selado, com as mercadorias dentro de dois grandes baús de madeira, cobertos com uma espécie de couro de boi para que a chuva e o sol não danificassem os tecidos. Os outros cinco animais ainda estavam sendo preparados. O viajante, com longos bigodes e ar sisudo, também se portava como preparado para a partida. O uso de esporas, presas às botas, indica que a partida seria em breve. Trajava vestuário típico dos viajantes do período, com&amp;#160; chapéu, casaco de manga comprida, para proteger os braços das intempéries dos caminhos, e calças dentro das botas de cano longo, para proteger as pernas durante as viagens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-GkD5Gvlo0cI/TzJlk7LwyvI/AAAAAAAABkk/bLMWN97ac5o/image15.png?imgmax=800"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-cqdv55dCg8Y/TzJmBzRBtSI/AAAAAAAABks/zwFUXGop9f8/image_thumb5.png?imgmax=800" width="446" height="286" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nas estradas transportando alimentos, algodão, tecidos, mensagens, entre outros, estes homens prestaram seus serviços até serem substituídos pelas locomotivas e, mais tarde, pelos caminhões. Resgatar estas memórias e conhecer estes atores sociais é como trazer para o presente um eco do passado.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pelas trilhas e caminhos trafegavam os tropeiros, conduzindo as tropas de fazenda em fazenda, de vila em vila, de uma província a outra. Cada dia em uma local idade e, durante as noites, pousando em ranchos cobertos de sapé, enquanto os animais descansavam no potreiro. Alguns homens jogavam truco para passar o tempo, outros, saudosos, sopravam uma gaita ou de dilhavam uma viola, declamando as saudades de casa, das famílias e as agruras da vida tropeira, conforme mencionado por Júlio Domingues.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O vestuário, a alimentação, o linguajar e os hábitos desses homens constituíam parte significativa de uma cultura peculiar, que as sociedades atuais buscam conhecer. Alguns de nossos hábitos é herança do tropeirismo, entre eles o de consumir o conhecido “feijão-tropeiro”, feito com feijão, farinha de mandioca, toucinho, lingüiça e couve picadinha.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O viajante Saint-Hilaire observou que no silêncio das matas podia ser ouvido, constantemente, o eco das vozes dos tropeiros e o ruído dos guizos da madrinha da tropa. Se aguçarmos os ouvidos da nossa imaginação, podemos “ouvir” as vozes dos tangedores, dia após dia, entoando pelas estradas mineiras a lida: “ôoooa, Pintado!”, “eia, Ventania!”, “avante, Trovão!”, “vamo, Pensamento!”, “arre, Alazão!”, “levanta, Castanho!”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autora: Cristiane Maria Magalhães&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-2139210086970491407?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/2139210086970491407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/na-rota-dos-caminhos-da-estrada-real-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2139210086970491407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2139210086970491407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/na-rota-dos-caminhos-da-estrada-real-e.html' title='Na rota dos caminhos da estrada real e dos tropeiros'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-PxEGKXfQrpw/TzJlcyc02OI/AAAAAAAABjs/pqEO98bxuPM/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-1932554286355783474</id><published>2012-02-07T15:50:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T15:50:09.117-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>O CONDICIONAMENTO DE ÉGUAS PARA A REPRODUÇÃO</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Da mesma forma que no caso dos garanhões, para o sucesso reprodutivo é, fundamental que as éguas estejam em um bom estado sanitário e nutricional. Mas o aspecto psicológico é menos crítico, e a obesidade é um fator mais .agravante para a fertilidade da fêmea. Quando mantidas estabuladas, a fertilidade tende a ser. baixa, tanto em decorrência da obesidade (falta de exercícios e excesso de concentrados energéticos) como da falta de estímulos externos (luminosidade) para a manifestação de cios ovulatórios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O cio da égua tem uma duração média de 7 dias, com a ovulação ocorrendo em torno de 36 horas antes do término do cio. Os óvulos têm uma vida útil de 6 a 12 horas, em média, e os espermatozóides em torno de 48 horas. Logo, as cobrições podem ser efetuadas em dias alternados, no transcorrer do período de cio. Após 15 a 16 dias do término do cio, as éguas devem ser rufiadas novamente, para a detecção de uma eventual repetição de cio. Caso esta não ocorra, o diagnóstico da prenhes pode ser efetuado a partir do 250 dia, através da apalpação retal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Programa de Condicionamento reprodutivo das éguas matrizes deve ser conduzido de acordo com três categorias: éguas paridas, éguas falhadas e éguas virgens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;a) Éguas paridas &lt;/strong&gt;- Durante a gestação (310 a 360 dias), a égua deve ser mantida em um pasto de boa qualidade forrageira, e suplementada com mistura mineral balanceada, evitando-se os exercícios orientados que exijam esforços extenuantes, os quais podem provocar a perda embrionária precoce, e abortos em estágios mais avançados da prenhes. As perdas embrionárias precoces são de incidência relativamente alta na espécie eqüina (em torno de 25%), e geralmente não são percebidas, podendo ocorrer uma reabsorção do embrião. As causas principais são: desequilíbrios hormonais e deficiências nutricionais. Após os 60 a 70 dias, o aborto normalmente já pode ser detectado. Um novo diagnóstico da prenhes, em torno dos 70 a 80 dias, é recomendável para se acompanhar a prenhes desde o seu início. Quando houver identificação de material abortado, deve-se enviá-lo para um laboratório, em uma tentativa de determinação da causa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A partir dos últimos 4 meses do período da gestação, a égua deve ter acesso a uma ração concentrada que equilibre suas exigências nutricionais, visto que o feto passa pelo seu maior desenvolvimento neste período, retirando nutrientes do organismo materno. No terço final da gestação, as éguas devem ser mantidas em piquetes maternidade, separadas das demais categorias de animais, a fim de se evitar acidentes. Normalmente, elas adquirem neste período, um comportamento mais tranqüilo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A égua deve parir em boas condições físicas, a fim de suportar o &amp;quot;stress&amp;quot; da parturição e, posteriormente, o da lactação. Preferencialmente, o parto deve ser a campo, desde que existam condições climáticas favoráveis. Caso a égua esteja em boas condições físico-clínicas após o parto, e caso este tenha ocorrido normalmente, deve-se aproveitar o 1º cio pós-parto, o qual se manifesta entre os dias 79 e 149. Freqüentemente, quando a égua não é coberta neste 1º cio pós-parto, há uma tendência bastante elevada para a manifestação do cio subseqüente somente após o desmame da cria.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;b) Éguas falhadas &lt;/strong&gt;- Toda égua falhada deve ser considerada, e manejada, como uma égua problema, representando prejuízos econômicos para o criador. O motivo de estar entrando na estação de monta solteira, deve ser identificado e, para isto, recomenda-se uma avaliação reprodutiva completa nesta categoria de éguas, por volta de dois meses antes do início da estação de monta. O exame reprodutivo envolve a apalpação retal do aparelho genital feminino, procurando-se identificar sinais de infecção uterina e / ou distúrbios ovarianos; exame da vagina e da cérvix, através do espéculo vaginal; coleta de material para exame bacteriológico e avaliação do estado geral da égua. As principais causas de infertilidade na égua matriz são: cio prolongado, cio anovula­tório, cio silencioso, cio falso, anestro da lactação, anestro fisiológico, diestro prolongado (retenção do corpo lúteo), falhas de manejo, desequilíbrio nutricional, idade da égua, cistos ovarianos, conformação genital inadequada, abortos patogênicos, abortos espontâneos, endometrite.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entre estas causas de infertilidade, a principal ainda é a deficiência nutricional. Uma égua que inicia a estação de monta sem estar no seu estado físico normal, tem maiores chances de se tomar uma égua problema, com dificuldades de ser enxertada ou de manter a prenhes. Todo criador será capaz de controlar a incidência destas anormalidades reprodutivas se:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Manter as éguas na condição física adequada ao longo do ano; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Concentrar as cobrições na devida estação de monta; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Trabalhar com éguas de temperamento normal; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Dispor de mão de obra eficiente e assistência técnica capacitada e . Selecionar para a característica fertilidade. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;A seleção é essencial para o sucesso de quaisquer criatórios, desde que alicerçada em cinco parâmetros, a saber:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Conformação ideal para a respectiva raça; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Pedigree do indivíduo - conformação e performance atlética dos ancestrais até, no máximo, a terceira geração; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Performance atlética do indivíduo a selecionar; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Longevidade; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Histórico reprodutivo do indivíduo - relacionado com a sua capa­cidade reprodutiva e produtiva. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;c) Éguas virgens - &lt;/strong&gt;As potras de 1ª cobrição representam uma categoria difícil de ser manejada, visto que muitas delas demoram muito a demonstrar sinais de cio. Aquelas que não estão em com. petições eqüestres, normalmente entram em cio com mais facilidade. Entretanto, aquelas que vêm de treinamentos intensivos, e competições freqüentes, tendem a necessitar de um período de 30 a 60 dias para se re-integrarem ao novo sistema de criação, o extensivo. Estas potras podem ser manejadas em conjunto com as éguas falhadas. Caso a potra encontra-se muito nervosa e excitada, deve ser colocada em um piquete separado, com um ou mais animais de temperamento calmo. A mudança na dieta é um fator crítico, e deve ser gradual. Algumas potras estarão magras (Exs.: potras P.S.I. correndo com freqüência), enquanto outras poderão estar com excesso de peso (Ex. potras de competições envolvendo julgamento morfológico).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As potras devem ser colocadas em serviço reprodutivo a partir dos 30 meses de idade. Eventualmente, em raças mais precoces, como as exóticas, e havendo um bom desenvolvimento, esta idade poderá ser antecipada para os 24 meses. Para a formação de uma boa matriz, é essencial um Programa de manejo geral tecnificado, particularmente os programas nutricional, sanitário e de condicionamento físico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O medo à proximidade do garanhão é típico nesta categoria de éguas. Portanto, para a identificação do cio, toma-se fundamental a utilização de um rufião de pouca agressividade sexual. A rufiação deve ser individual, e conduzida diariamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Mundo Equino&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1932554286355783474?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1932554286355783474/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/o-condicionamento-de-eguas-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1932554286355783474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1932554286355783474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/o-condicionamento-de-eguas-para.html' title='O CONDICIONAMENTO DE ÉGUAS PARA A REPRODUÇÃO'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-252063440685588125</id><published>2012-02-06T03:27:00.001-08:00</published><updated>2012-02-06T03:27:14.333-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>CONDICIONAMENTO DE GARANHÕES PARA A REPRODUÇÃO</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No Brasil, devido ao clima tropical, a estação de monta é mais flexível em relação aos países de clima temperado. Entretanto, mesmo com uma maior distribuição de cios ao longo do ano, é recomendável que o criador adote uma estação de monta. No Sul e Sudeste, de Setembro a Março. E nas demais regiões, de Setembro a Maio. Desta forma, o manejo geral do criatório torna-se mais fácil, pois a estação de monta concentra melhor os nascimentos, e o garanhão terá possibilidade de passar por um período de descanso reprodutivo. Além destes aspectos, sem uma estação de monta definida, nos garanhões que ainda estão na ativa, disputando competições, o desempenho reprodutivo será negativamente afetado, e vice-versa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Basicamente, o condicionamento reprodutivo do garanhão deve visar a manutenção de sua saúde física e mental. Do ponto de vista físico, quaisquer de se equilíbrios nutricionais, doenças infecciosas, infestações verminóti­cas, ou injúrias diversas, podem provocar um declínio na fertilidade. E a falta de exercícios regulares provoca a obesidade, e torna os garanhões mais nervosos. A disponibilidade de piquetes para exercícios livres dispensa os exercícios orientados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Do ponto de vista psicológico, o garanhão deve ser condicionado para cobrir a égua dentro das normas corretas de condução da monta, evitan­do-se acidentes e a ocorrência de distúrbios ejaculatórios. Nas primeiras experiências sexuais, o operador deve utilizar uma égua mansa, com sinais evidentes de cio, bem receptiva ao garanhão. A paciência do operador é essencial no processo da educação do garanhão jovem, visando o desenvolvimento de sua ­ habilidade para servir as éguas. Nos momentos corretos, as punições devem ser aplicadas, predominantemente vocais, em associação aos contatos suaves na boca do garanhão, através do cabo do cabresto. Cada garanhão possui a sua individualidade própria, exibindo determinados tipos de comportamento. Garanhões nervosos, e com maus hábitos reprodutivos, geralmente são produtos de um manejo deficiente. O responsável pelo manejo reprodutivo deve ser um indivíduo de confiança, e competente. Um bom garanhão é extremamente valioso, e não pode ficar relegado a cuidados inexperientes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Geralmente, há uma tendência evidente para o criador associar baixos índices de fertilidade com as éguas; quando o problema pode ser originário do garanhão. Há uns três a dois meses antes do início dos serviços reprodutivos, o garanhão deve passar por uma avaliação reprodutiva completa, objetivando o diagnóstico de eventuais causas de sub-fertilidade, estabelecer um tratamento em tempo hábil. Este exame reprodutivo do garanhão envolve:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Conformação&lt;/strong&gt;: Todos os defeitos físicos de conformação, considerados herdáveis, deverão ser analisados antes de se introduzir um novo garanhão no rebanho. Os principais defeitos são: cegueira, total ou parcial; prognatismo; pescoço invertido; dorso-lombo demasiadamente selado, lordose ou espinha de carpa; desvios totais de aprumos. estes últimos, quando localizados no trem posterior poderão, inclusive, afetar a habilidade do garanhão servir a égua. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Injúrias&lt;/strong&gt;: Os cascos deverão ser examinados com base no tamanho, ­formato e a presença de anormalidades diversas (Exs.: brocas, doença do osso navicular, etc.). A seguir todo o membro deverá ser analisado detalhadamente, para a identificação de quaisquer lesões. Na presença de injúrias, a dor impedirá que o animal desempenhe o ato da cópula normalmente. Os testículos e o pênis também deverão ser observados para verificar possíveis presenças de lesões. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Órgãos genitais&lt;/strong&gt;: Os testículos deverão ser apalpados externamente para a medida do seu tamanho, visto que há uma correlação positiva entre o tamanho testicular e a produção de espermatozóides. Irregularidades como a hipoplasia, monorquidismo e criptorqui­dismo são motivos primários de descarte do indivíduo. Se um veterinário experiente encontra-se avaliável, recomenda-se o exame aos órgãos genitais através da apalpação retal. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Temperamento:&lt;/strong&gt; Garanhões que apresentam vícios indicativos de temperamento indócil herdado, deverão ser eliminados do processo reprodutivo, devido às dificuldades de manejo, além dos riscos de injúrias nas éguas e/ou tratadores. É importante distinguir os vícios herdados daqueles adquiridos, visto que estes últimos não serão transmitidos para a progênie,e poderão ser cor­rigidos com a educação metódica. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Avaliação do sêmen&lt;/strong&gt;: este é o último estágio do exame reprodutivo pré-estação de monta, envolvendo o exame fisiológico e bacteriológico da amostra seminal. Juntamente com o modo pelo qual o garanhão executa a monta, este parâmetro compreende o exame de fertilidade propriamente dito. A libido deve ser vigorosa, resultando na ereção imediata do pênis, na presença da égua em cio. A qualidade seminal é determinada pelo volume do ejaculado, concentração espermática, motilidade e morfologia. Torna-se oportuno lembrar que a fertilidade aparente de um garanhão, pode ser marcadamente influenciada pelos tipos de éguas que ele serve. Caso sejam &amp;quot;éguas problemas&amp;quot;, sua fertilidade será mascarada. Se é um número grande de éguas, todas em excelente estado clínico-fisiológico, mas o operador não conduz correta­mente o manejo reprodutivo, a fertilidade do garanhão também será mascarada. Uma outra situação, é um garanhão que tem pou­cas éguas / estação de monta, ficando difícil estimar o verdadeiro potencial reprodutivo deste garanhão, mesmo que ele enxerte estas poucas éguas.&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; ­ &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;As causas mais comuns de infertilidade nos garanhões são: as falhas de manejo, as deficiências nutricionais, higiene e ~idade inadequadas, distúrbios ejaculatórios, indiferença sexual, anormalidades espermáticas, infecções genitais, anormalidades testiculares e o sobre-uso na reprodução. Com relação a este último aspecto, um cavalo jovem, entre 2,5 a 4,0 anos de idade, pode cobrir até 20 éguas na estação de monta com, no máximo, 1,0 salto / dia. Já um cavalo adulto, acima de 4,0 anos de idade, pode servir 40 éguas na estação de monta com, no máximo, uma média de 1,5 saltos / dia durante a semana. Finalmente, do ponto de vista psicológico, é importante lembrar que um certo grau. de agressividade deve ser mantido no garanhão, mas sem representar perigo para a égua ou o operador. Alguns garanhões ~o perturbados com o barulho, e outros podem não gostar de algumas éguas ou mesmo do operador, adquirindo hábitos indesejáveis de morder e escoicear.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Mundo Equino&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-252063440685588125?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/252063440685588125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/condicionamento-de-garanhoes-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/252063440685588125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/252063440685588125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/02/condicionamento-de-garanhoes-para.html' title='CONDICIONAMENTO DE GARANHÕES PARA A REPRODUÇÃO'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-759998691732456742</id><published>2012-02-05T09:30:00.001-08:00</published><updated>2012-02-05T09:35:16.699-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Trajeto usado pelos tropeiros</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:25f2de3c-5859-4174-9ae8-0ca7480e241f" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="acca877a-b310-425b-81d4-62024a61476d" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wEouqhHAf80&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/-FRKe4mVR7Zs/Ty68sqaxwhI/AAAAAAAABjg/p-hjeybiI-o/videodf210c1ee15e%25255B10%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('acca877a-b310-425b-81d4-62024a61476d'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/wEouqhHAf80?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/wEouqhHAf80?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; 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 &lt;p&gt;Este documentário relata a história da viagem para o estado de São Paulo de Manoel Almeida Fucks como tropeiro, relembrando todos os costumes da época.&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:364bd0cb-e376-48d6-a60f-33255179df0c" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="7bf32edd-9cc1-4d75-b793-d43981c90dcb" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=etTCUDT_jMI" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/-l8MIYOMS-M8/Typx-QmMRyI/AAAAAAAABjE/qldcpObsriE/video7cf4aa5844f7%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('7bf32edd-9cc1-4d75-b793-d43981c90dcb'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; 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 &lt;p&gt;A Atividade dos Tropeiros no Brasil    &lt;br /&gt;Por Claudio Recco&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Introdução     &lt;br /&gt;A palavra &amp;quot;tropeiro&amp;quot; deriva de tropa, numa referência ao conjunto de homens que transportavam gado e mercadoria no Brasil colônia. O termo tem sido usado para designar principalmente o transporte de gado da região do Rio Grande do Sul até os mercados de Minas Gerais, posteriormente São Paulo e Rio de Janeiro, porém há quem use o termo em momentos anteriores da vida colonial, como no &amp;quot;ciclo do açúcar&amp;quot; entre os séculos XVI e XVII, quando várias regiões do interior nordestino se dedicaram a criação de animais para comercialização com os senhores de engenho.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A Mineração     &lt;br /&gt;Na maioria das obras didáticas, tropeirismo é associado com a procriação e venda de gado, porém essa atividade se iniciou com o desenvolvimento da mineração, entre os séculos XVII e XVIII.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A descoberta do ouro e posteriormente de diamantes, foram responsáveis por um grande afluxo populacional para a região das minas gerais, tanto de paulistas, como de portugueses e ainda de escravos. Essa grande corrida em busca do eldorado foi acompanhada por um grave problema, a falta de alimentos e de produtos básicos, responsável por sucessivas crises na primeira década do século 18, onde a falta de gêneros agrícolas resultou em grande mortalidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Estas crises de fome afligiram a zona mineradora por longos períodos, quando se chegou inclusive a interromper os trabalhos extrativistas para a produção de alimentos. Tais crises de fome, foram muito fortes nos anos de 1697-1698, 1700-1701 e em 1713.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;De fato, aqueles que migraram para a região mineradora sonhavam com a riqueza mineral e poucos se dispunham a trabalhar a terra, sendo que tal situação fez com que florescesse um comércio interligando o porto do Rio de Janeiro ao interior. Tanto os produtos manufaturados que chegavam de Portugal, quanto os gêneros agrícolas, eram transportados no lombo de animais para a população das minas gerais, pois mais de 90% do consumo de necessidades dos mineiros a Capitania opulenta não produzia. Não achavam razoável deslocar um escravo para a agricultura, quando esse mesmo escravo, empunhando a bateia, dava lucro cem vezes maior ao seu senhor. Dai a importância das tropas na movimentação da produção desde os primeiros dias da conquista.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O crescimento das cidades e a formação de uma elite na região mineradora aumentaram a necessidade de animais, tanto para as atividades locais, como para o transporte de carga, cada vez maior, em direção ao Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo a riqueza gerada pela mineração foi responsável por estimular uma série se atividades paralelas, urbanas, reforçando ainda mais a atividade dos tropeiros, que transportavam os mais variados produtos e ainda cumpriam o papel de mensageiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A Região Sul e o Gado     &lt;br /&gt;É difícil falar em sul do Brasil, pois na verdade, quando do início do período da mineração, a América era ainda dividida peloTratado de Tordesilhas e, teoricamente, a região onde encontramos o atual estado do Rio Grande do Sul pertencia à Espanha. Não é à toa que nesta região as atividades econômicas se assemelham às da Argentina, Paraguai e Uruguai (na verdade, Vice Reino do Prata). Se por um lado as condições geográficas e climáticas estimularam essa atividade, por outro é necessário lembrar que a criação de gado na região platina se iniciou para abastecer as minas de prata do interior do Peru, tanto no sentido de transportar para o interior os produtos provenientes da Espanha, como no sentido inverso, trazer das minas a prata, que era embarcada em navios nos rios da Bacia do Prata e no porto de Buenos Aires.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Foi essa atividade dinâmica na Bacia do Prata que estimulou o governo português a intervir na região. Mesmo antes da assinatura do Tratado de Madri, em 1750, Portugal atuava no sentido de incorporar a região a seus domínios, interessado em participar do comércio local. Isso explica a fundação da Colônia do Sacramento em 1680 e o estímulo dado à ocupação das terras gaúchas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;No entanto podemos dizer que ao longo do século XVI e início do XVII, o Rio Grande do Sul era &amp;quot;terra de ninguém&amp;quot;, habitada principalmente por índios guaranis e por onde passavam eventualmente alguns bandeirantes em busca de índios para apresar e escravizar. Esse quadro foi modificado com a chegada de padres jesuítas que, no início do século XVII, na região formada pelos atuais estados do Rio Grande do Sul e Paraná, e pela Argentina e Paraguai, fundaram as Missões jesuíticas. Nelas se reuniam, em torno de pequenos grupos de religiosos, grandes levas de índios guaranis convertidos.     &lt;br /&gt;O crescimento das missões determinou a introdução da atividade pecuarista, de forma extensiva, geralmente com o gado solto nas pradarias, com o objetivo de alimentar os índios. Dessa maneira a região passou a oferecer dois atrativos para os forasteiros: o índio que seria escravizado e o gado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Várias expedições de bandeirantes paulistas atacaram a região - destaca-se a expedição comandada por Antonio Raposo Tavares - até 1640    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A ação dos bandeirantes e os conflitos fronteiriços entre Portugal e Espanha fizeram com que os jesuítas transferissem as reduções para a região noroeste do Rio Grande, onde fundaram os Sete Povos das Missões, que funcionavam de forma independente dos governos europeus metropolitanos e não se preocuparam em respeitar as decisões adotadas a partir de 1750. Essa situação motivou a repressão às Missões. Apesar da resistência por parte de padres e índios, as Missões foram desmanteladas, mas deixaram um legado que, por muito tempo, seria a base da economia gaúcha: os grandes rebanhos de bovinos e cavalos, criados soltos pelas pradarias.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dessa maneira pode-se afirmar que a influência espanhola se fez sentir no Rio Grande do Sul desde a sua formação. Pode-se mesmo falar que, sem a participação espanhola, a pecuária - que seria a base da economia gaúcha durante o século XIX e início do XX - não existiria com a importância que tem. Não poderia ser de outra forma. Afinal, o Rio Grande representou a principal zona de contato - e conflito - com os vizinhos espanhóis.    &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;Os Tropeiros     &lt;br /&gt;Nos Séculos XVII e XVIII, os tropeiros eram partes da vida da zona rural e cidades pequenas dentro do sul do Brasil. Vestidos como gaúchos com chapéus, ponchos, e botas, os tropeiros dirigiram rebanhos de gado e levaram bens por esta região para São Paulo, comercializados na feira de Sorocaba. De São Paulo, os animais e mercadorias foram para os estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Em direção às minas, o transporte feito no lombo de animais foi fundamental devido aos acidentes geográficos da região, que dificultavam o transporte. Já para as regiões de Goiás e Mato Grosso, a maioria dos produtos eram transportados através dos rios, nas chamadas monções. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;É difícil definir os homens que se dedicavam a esta atividade. Muitos homens de origem paulista, vicentina, ou seus descendentes, se tornaram tropeiros, assim como muitos homens de origem portuguesa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O fato de a Capitania de São Vicente ter prosperado de forma limitada, obrigou muitos de seus habitantes a subirem a serra e a se fixarem no planalto. Assim surgiu a vila de São Paulo, formada por uma camada pobre, que abandonara o litoral. A economia precária baseada numa agricultura de subsistência determinou a necessidade de atividades complementares, originando o bandeirismo, porém nem todo homem paulista tornou-se bandeirante. Muitos que inicialmente se dedicaram ao apresamento indígena, se fixaram em terras no sul e, com o passar do tempo, foram se integrando ao pequeno comércio, praticado no lombo de mulas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Contando com uma população composta por homens de origem vicentina e portuguesa, a vila de Laguna era o ponto extremo do litoral brasileiro e dela partiram muitas famílias para outras áreas do interior do sul, também preocupadas com o apresamento indígena num primeiro momento, e que tomaram contato com a criação de gado, praticada nas missões jesuíticas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A própria história do Rio Grande do Sul deu origem a elementos que se dedicariam ao tropeirismo. A necessidade de povoar a região, segundo interesses dos portugueses, fez com que o governo real facilitasse o acesso à terra e garantisse um elevado grau de liberdade e autonomia para a região, fato que, teve como uma de suas conseqüências o predomínio da grande propriedade no século 17, que beneficiava poucas famílias e marginalizava grande parte do sociedade que ali se formava.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O tropeiro iniciava-se na profissão por volta dos 10 anos, acompanhando o pai, que era o negociante (compra e venda de animais) o condutor da tropa. Usava chapelão de feltro cinza ou marrom, de abas viradas, camisa de cor similar ao chapéu de pano forte, manta ou beata com uma abertura no centro, jogada sobre o ombro, botas de couro flexível que chegavam até o meio da coxa para proteger-se nos terrenos alagados e matas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;No Rio Grande, a cidade de Viamão tornou-se um dos principais centros de comércio e formação de tropas que tinham como destino os mercados de São Paulo. Porém de outas regiões do sul partiam as tropas, quase sempre com o mesmo destino. Nesses trajetos, os tropeiros procuravam seguir o curso dos rios ou atravessar as áreas mais abertas, os &amp;quot;campos gerais&amp;quot; e mesmo conhecendo os caminhos mais seguros, o trajeto envolvia várias semanas. Ao final de cada dia era acesso o fogo, para depois construir uma tenda com os couros que serviam para cobrir a carga dos animais, reservando alguns para colocar no chão, onde dormiam envoltos em seu manto. Chamava-se &amp;quot;encosto&amp;quot; o pouso em pasto aberto e &amp;quot;rancho&amp;quot; quando já havia um abrigo construído. Ao longo do tempo os principais pousos se transformaram em povoações e vilas. É interessante notar que dezenas de cidades do interior na região sul do Brasil e mesmo em São Paulo, atribuem sua origem a atividade dos tropeiros.     &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;A alimentação dos tropeiros era constituída por toucinho, feijão preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e coité (um molho de vinagre com fruto cáustico espremido). Nos pousos comiam feijão quase sem molho com pedaços de carne de sol e toucinho (feijão tropeiro) que era servido com farofa e couve picada. Bebidas alcoólicas só eram permitidas em ocasiões especiais: quando nos dias muitos frios tomavam um pouco de cachaça para evitar constipação e como remédio para picada de insetos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O tropeiro montava um cavalo que possuía sacola para guardar a capa, a sela apetrechada, suspendia-se em pesados estribos e enfeitava a crina com fitas. Chamavam &amp;quot;madrinha&amp;quot; o cavalo ou mula já envelhecida e bastante conhecida dos outros animais para poder atraídos era a cabeça da tropa e abria o percurso, com a fila de cargueiros à sua retaguarda; &amp;quot;malotagem&amp;quot; eram os apetrechos e arreios necessários de cada animal e acondicionamento da carga e &amp;quot;broaca&amp;quot; os bolsões de couro que eram colocados sobre a cangalha e serviam para guardar a mercadoria.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em torno dessa atividade primitiva nasceram e viveram com largueza várias profissões e indústrias organizadas, como a de &amp;quot;rancheiro&amp;quot;, proprietários de &amp;quot;rancho&amp;quot; ou alojamento em que pousavam as tropas. Geralmente não era retribuída a hospedagem, cobrando o seu proprietário apenas o milho e o pasto consumidos pelos animais, porque as tropas conduziam cozinhas próprias. A profissão de ferrador também foi criada pelas necessidades desse fenômeno econômico-social, consistindo ela em pregar as ferraduras nos animais das tropas e acumulando geralmente a profissão de aveitar ou veterinário. A incumbência de domar os animais ainda chucros era também uma decorrência do regime de transportes e chamavam-se &amp;quot;paulistas&amp;quot;, porque conduziam ao destino os animais adquiridos em Sorocaba.    &lt;br /&gt;No norte de Minas &amp;quot;paulista&amp;quot;, &amp;quot;peão&amp;quot; e &amp;quot;amontador&amp;quot; eram sinônimos, mas tinham significação específica. Assim é que &amp;quot;paulista&amp;quot; era o indivíduo que amansava as bestas à maneira dos peões de São Paulo. Peão era todo amansador de eqüinos e muares à moda do sertão, e amontador era apenas o que montava animais bravios para efeito de quebrar-lhes o ardor. Depois é que vinha o &amp;quot;acertador&amp;quot;, homem hábil e paciente, que ensinava as andaduras ao animal e educava-lhe a boca ao contato do freio. É a mais nobre de todas.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conclusão    &lt;br /&gt;Percebemos a importância da atividade dos tropeiros de diferentes maneiras: o abastecimento da região mineradora e outras, sem os quais a exploração das jazidas seria impossível; a ocupação da região interior do Brasil, contribuindo para consolidar o domínio português, ao mesmo tempo em que fundaram diversas vilas e cidades. O comércio de animais foi fator determinante para integrar efetivamente o sul ao restante do Brasil, apesar das diferenças culturais entre as regiões da colônia, os interesses mercantis foram responsáveis por essa fusão e indiretamente, pela prosperidade tanto da grande propriedade estancieira gaúcha, como de pequenas propriedades familiares, em regiões onde predominaram populações de origem européia e que abasteciam de alimentos as fazendas pecuaristas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8467012764662955936?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8467012764662955936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/o-tropeirismo-no-brasil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8467012764662955936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8467012764662955936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/o-tropeirismo-no-brasil.html' title='O Tropeirismo no Brasil'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8299736797976485343</id><published>2012-01-27T06:15:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T06:15:09.074-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Entrevistas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Utilidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apetrechos'/><title type='text'>Globo Rural Especial Ze Paraquedas: Uma arte quase esquecida</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Neste Globo rural especial gravado a alguns anos atras eles vem mostrar uma arte quase esquecida, mostrar tambem como é feita marca de aço inox, e outros apetrechos usados no campo. O Globo rural entrevista seu Ze Paraquedas um dos mais antigo ferreiro no Brasil em exercicio. Apresentam sua oficio e o oficio de ferreiro. Este programa foi gravado em Verissimo, no interior de Minas Gerais, a 40 Km de Uberaba. Um detalhe curioso, quando a Globo começou a gravar a novela O Rei do Gado, foi seu Ze Paraquedas que confeccionou a marca usada na novela. Pois disseram para o pessoal da Globo que tinha um rapaz la no fundao do triangulo mineiro que dava conta de fazer o serviço. Agora fiquem com a reportagem e aproveitem.&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:8daa3926-f6f1-4cf9-978f-0b7592ec4b0a" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="087f6438-526e-419f-b958-1dd814ab010a" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=F-SaoIJtXZE&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh6.ggpht.com/-owcEVoi9B10/TyKxaKIX09I/AAAAAAAABi8/jeXK517CSC0/video91394115c1a0%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('087f6438-526e-419f-b958-1dd814ab010a'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/F-SaoIJtXZE?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/F-SaoIJtXZE?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; type=\&amp;quot;application/x-shockwave-flash\&amp;quot; width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/embed&amp;gt;&amp;lt;\/object&amp;gt;&amp;lt;\/div&amp;gt;&amp;quot;;" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8299736797976485343?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8299736797976485343/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/globo-rural-especial-ze-paraquedas-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8299736797976485343'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8299736797976485343'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/globo-rural-especial-ze-paraquedas-uma.html' title='Globo Rural Especial Ze Paraquedas: Uma arte quase esquecida'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-owcEVoi9B10/TyKxaKIX09I/AAAAAAAABi8/jeXK517CSC0/s72-c/video91394115c1a0%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-2779874346604219089</id><published>2012-01-26T03:51:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T03:51:50.042-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><title type='text'>Alma dos caminhos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;i&gt;A música de Elomar e os livros de Abílio Barreto e Hugo Carvalho Ramos imortalizaram a saga dos tropeiros&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quem pega estrada entre o interior e o litoral do Brasil, passa por pesados caminhões. Do período colonial, até meados do século passado boa parte do intercâmbio entre o interior e o litoral da América portuguesa era feito pelas tropas, que foram muito atuantes no período em que o Alto Sertão da Bahia desenvolvia uma série de atividades econômicas como a mineração, a plantação do algodão, a policultura e a pecuária. Levando produtos para as regiões vizinhas, à capital e ao seu recôncavo, elas duraram até meados do século XX.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tropeiro era, ao mesmo tempo, comerciante, emissário oficial, correio, intermediário de negócios, portador de bilhetes e recados, aviador de encomendas e receitas. Para dar conta desse legado, a literatura e letras de músicas oferecem um amplo painel da saga de quatro séculos desses heróis das estradas de areia e de barro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos que se valeu do tema como fonte de inspiração foi o cantor e compositor Elomar no seu disco &lt;i&gt;Na quadrada das águas perdidas&lt;/i&gt; (1979) na passagem do Auto do Tropeiro Gonsalin, mas muitos outros criadores, como Chiquinha Gonzaga (1847-1935), eternizaram canções como “A partida do tropeiro”&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; em parceria com Catulo da Paixão Cearense (1863-1946). Os escritores Afonso Arinos, Abílio Barreto, Carlos Nascimento Silva e muitos outros também registraram a vida e os costumes dos tropeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A obra de Elomar é um valioso fio condutor pelo fato do compositor ser um autêntico representante do Alto Sertão baiano e por suas canções se basearem nas experiências dos tropeiros que ele conheceu quando criança. O Auto do tropeiro Gonsalin reúne mais de 30 composições na temática do tropeirismo e fala da vida desse tropeiro. Bastam trechos de algumas delas para ilustrar o cotidiano e a importância do tropeiro, a realidade das estradas, sua faceta de comerciante e a de grande responsável pela circulação das informações. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em “Tirana”&lt;i&gt;,&lt;/i&gt; vê-se que o sonho do tropeiro que rondava o Alto Sertão baiano era ter uma tropa grande, completa, equipada e luxuosa, para que pudesse um dia ir a Portugal encontrar-se com o rei. De acordo com Elomar, o tropeiro via Portugal como uma praça, um povoado onde havia uma feira semanal, como ocorre em muitas cidadezinhas do interior nordestino. “Das coisa de minha ceguêra aquela qui eu mais quiria/ formá u’a tropa intêra e arribá no mundo um dia/ cabeçada de uma arrôba vinte campa de arrilia/ cruzêta riata nova rabichola e peitural/ e arriça fazendo ruaça/a tropa na bôca da praça/ do Rêno de Portugal.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As letras das músicas do Auto, mostram a grande riqueza do dialeto falado pelos tropeiros: os registros coloquiais, as expressões populares, sobretudo, os vocábulos e expressões que permeavam suas relações sociais. “Istrada rial”, segundo o compositor, é a estrada por onde passou o rei e que havia sido pavimentada pelo ouro da coroa. “Cabeçada de uma arroba vinte campa de arrelia” e “cruzeta riata nova rabichola e peitoral” são termos que se referem aos recursos da tropa. “Buneca” é o animal que vai à frente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A poesia de Elomar, além de falar dos anseios do tropeiro, reflete também as dificuldades da vida estradeira. Como a história do tropeiro Gonsalim se passa no final do século XIX, o autor evoca a seca de Noventinha, uma das mais inclementes que já ocorreu no sertão nordestino. Essa seca fez diminuir o fluxo de tropas em todo o interior da Bahia, mas a escassez de alimentos não era um fenômeno localizado, como afirma o historiador Erivaldo Fagundes Neves, em sua tese “Da sesmaria ao minifúndio” (1995)&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Ela não só atingiu a Bahia como outros estados nordestinos, e provocou um aumento no preço das mercadorias, forçando a população a se deslocar na busca de mantimentos para sobreviver. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A vida do tropeiro era de chegadas e partidas constantes. Trilhas, caminhos e estradas faziam parte do seu cotidiano e por isso ele mantinha uma relação especial com os seus companheiros de atividade, como arrieiros, ferreiros, ferradores e comerciantes de couro e de corda. Em outro trecho, dois tropeiros se encontram na estrada e conversam sobre a seca que castigava o sertão. Além do fluxo de informações, o que mais se nota no diálogo é o uso de um dialeto tipicamente catingueiro: “Ô Quilimero assunta meu irirmão/ iantes mermo que nóis dois saudemo/ eu te pregunto naquele refrão/ qui na fartura nóis sempre cantemo/ na catinga tá chuveno/ ribeirão istão inchendo/ na catinga tá chuveno/ ribeirão istão incheno.”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com Elomar, Quilimero foi tropeiro nas margens do rio Gavião, região de Vitória da Conquista, no período da seca de Noventinha. Forçado pela seca, ele teve que abandonar sua rota costumeira – que ia do sudoeste da Bahia ao norte de Minas – para buscar farinha em Nazaré, no Recôncavo Baiano. No caminho, encontrou-se com Gonsalin e sua tropa, que vinham de Salvador, já de retorno para o rio Gavião, ansioso por notícias do sertão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A composição das tropas variava de acordo com a região, mas um modelo que ficou marcado refere-se àquelas típicas do Vale do Paraíba, que trazia na frente o madrinheiro, garoto de até doze anos que guiava os animais. O terceiro e o quinto burro carregavam jacás, cestos usados para o transporte de carga – na Bahia, panacuns. O tocador ou tropeiro, que ajudava a conduzir o grupo, seguia a pé. Em primeiro plano, ia o arreador, responsável pelo comércio de carga. E, fechando a tropa, vinha o culatreiro, o animal preferido dos salteadores. O culatreiro diz-se da função de um tropeiro que vinha conduzindo os animais no fim da tropa, ou do animal do grupo que anda sempre atrás do rebanho. Era o preferido dos salteadores porque sem o mesmo a tropa perdia a guia, se desorganizava e ficava mais fácil de roubar os carregamentos].&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No conto &lt;i&gt;O tropeiro,&lt;/i&gt; de Abílio Barreto (1883-1957) observa-se o folclore que girava em torno das mercadorias levadas pelas tropas: “Belos tempos aqueles das minhas viagens com tropa do Calhau por êsses Sertões afora, onde não se falava senão nas chitas, nos colares, na iaiá de ouro, nos grandes lenços estampados, nas rendas de bilros da Bahia, no pano da costa e em mil outras coisas que nos traziam os canoeiros. Ao Calhau vinha ter tudo isso e dali carregava eu tudo isso por estes mundos ... (...) Éramos, como disse Fulgêncio, um grande entreposto comercial do Norte de Minas e do Sul da Bahia.”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro exemplo literário é o livro &lt;i&gt;Tropas e boiadas &lt;/i&gt;(1917), de Hugo Carvalho Ramos (1895-1921), que vê a questão através de imagens que ficaram retidas na memória do escritor goiano. Nele, o autor fala de quando os tropeiros chegavam da labuta e tinham que desarmar toda a tropa para poderem descansar: “O tropeiro empilhou a carregação fronteira aos fardos do dianteiro, e recolheu depois uma a uma as cangalhas suadas do alpendre. Abriu após um couro largo no terreiro, despejou por cima meia quarta de milho, ao tempo que o resto da tropa ruminava em embornais a ração daquela tarde”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As páginas de &lt;i&gt;Tropas e boiadas&lt;/i&gt;, além de espelharem um modo de vida regional, repleto do mais vivo realismo, valem-se da cultura típica da região Centro-Oeste. É clara a semelhança entre a linguagem utilizada por Hugo de Carvalho e aquela entoada pelo baiano Elomar em &lt;i&gt;No Auto do Tropeiro Gonsalin&lt;/i&gt;. De certa forma, pode-se dizer que os tropeiros e aqueles que cantaram e contaram suas histórias no Alto Sertão da Bahia têm uma coisa em comum: encurtaram as distâncias do Brasil, integrando suas culturas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autora: &lt;b&gt;Jurema Mascarenhas Paes&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-2779874346604219089?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/2779874346604219089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/alma-dos-caminhos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2779874346604219089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2779874346604219089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/alma-dos-caminhos.html' title='Alma dos caminhos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5103884870929949499</id><published>2012-01-25T04:34:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T04:34:20.867-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Globo Rural - Festa da mula reúne criadores em São Paulo.</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Matéria exibida no Globo Rural, dia 18/04/2011&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:b545439c-467e-4835-b19d-9dd896fc1728" class="wlWriterEditableSmartContent"&gt;&lt;div id="bbf6ac8f-d983-4b3b-bf63-09943e2defa1" style="margin: 0px; padding: 0px; display: inline;"&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=oW9Ry51fZ_I&amp;amp;feature=related" target="_new"&gt;&lt;img src="http://lh4.ggpht.com/-fA7oxGv81B8/Tx_2yfD_mMI/AAAAAAAABi0/M03eXXNNKgA/video996db84a7eeb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800" style="border-style: none" galleryimg="no" onload="var downlevelDiv = document.getElementById('bbf6ac8f-d983-4b3b-bf63-09943e2defa1'); downlevelDiv.innerHTML = &amp;quot;&amp;lt;div&amp;gt;&amp;lt;object width=\&amp;quot;448\&amp;quot; height=\&amp;quot;252\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;param name=\&amp;quot;movie\&amp;quot; value=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/oW9Ry51fZ_I?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;\/param&amp;gt;&amp;lt;embed src=\&amp;quot;http://www.youtube.com/v/oW9Ry51fZ_I?hl=en&amp;amp;hd=1\&amp;quot; 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 &lt;p&gt;No vasto interior do Brasil, por quase quatro séculos predominou o “antigo sistema de circulação”, baseado na compinação de caravanas de muares, carros de boi e, nos cursos fluviais navegáveis, canoas. As tropas representavam a face mais visivel da circulação antiga, principalmente no Sul, São Paulo e Minas Gerais. A cena típica do Brasil escravista, no que se refere ao transporte de pessoas e mercadorias, era o lote de burros conduzido pelo tropeiro montado no cavalo madrinheiro da tropa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O exame detalhado revela que o “antigo sistema de circulação” possuia diversos elementos interconectados, que davam concretude histórica a práticas culturais solidamente enraizadas na sociedade brasileira. Um primeiro elemento é a rede intricada e mutável de caminhos e estradas que cortava as regiões do país. Caminhos rústicos, percorridos com lentidão a pé ou em montarias, cheios de perigos e sinuosidades. Sobre eles, Capistrano de Abreu escreveu que “ um caminho destes oscila naturalmente antes de fixar-se, e assim não é fácil apurar qual foi seu primeiro rumo” (1963:273). Abertos a partir do litoral, os caminhos antigos devassaram o interior, muitas vezes convergindo para as regiões que abrigavam vilas e arraiais de maior dimensão, centros importantes de mineração e comércio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um segundo elemento do “antigo sistema de circulação” é a tropa de muares propriamente dita, dezenas de animais cargueiros conduzidos por poucos homens, genericamente chamados de tropeiros. No cotidiano das tropas, elementos simbólicos e materiais distinguiam o labor dos tropeiros, cujo fluxo pelos caminhos antigos era viabilizado pelo concurso dos afazeres de ofícios conexos. Nas margens das estradas, a existência de colonos, fazendas, vendas, ranchos, etc., garantia a trafegabilidade contínua, o ir e vir dos viajantes e dos tropeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um terceiro elemento do “antigo sistema de circulação”, elaborado paulatinamente e que adquire relevância com a intensidade crescente do trânsito em muitos caminhos, é a legislação sobre as estradas. Baixada pelos governos das Capitanias/Províncias, a execução desta legislação ficava a cargo das Câmaras de Vereadores. os regulamentos sobre a “polícia das estradas” determinavam as obrigações das autoridades, dos moradores e dos viajantes referentes ao uso, à abertua e à manutenção dos caminhos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os viajantes estrangeiros que percorreram Minas Gerais no século XIX deixaram muitos registros sobre as tropas, os tropeiros, as dificuldades das viagens, etc. Na região do Nordeste mineiro, onde as tropas resistiram até a década de 1960, eram chamados bruaqueiros os homens que levavam dois ou três animais cargueiros, em percursos curtos. A tropa regional típica era composta por lote de dez cargueiros, mais um cavalo (ou égua) madrinheiro. Na frente da caravana, seguia o burro de guia, munido de peitoral com seis cincerros e “pisteira” de pura prata, adornando a parte frontal da cabeça. Este animal, que carregava menos peso que os demais, possuia a função de marcar a viagem. Bem treinado, ele sabia os caminhos que a tropa percorria e impedia que os outros cargueiros passassem à sua frente nas encruzilhadas e nas paradas. O madrinheiro, montado pelo dono da tropa, andava bem adornado e solto no meio da tropa. O burro de coice, geralmente o mais carregado de todos os animais da tropa, seguia no fim da fila. Sua tarefa era a de empurrar os animais do meio que parassem de marchar. Fechando a caravana, aparecia uma pequena mula carregada com os apetrechos da cozinha e os mantimentos dos tropeiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nas pequenas tropas do Alto do Jequitinhonha, a divisão de trabalho era relativamente simples. O dono da tropa – ou um seu auxiliar de confiança, chamado de arrieiro – cuidava da compra e venda de mercadorias, entabulando negociações com comerciantes e moradores do local de destino da caravana. Dessa forma, para indicar o prestígio, o dono da tropa andava todo arrumado. Ao aproximar-se do mercado ou rancho, tomava banho em um córrego e mudava de roupa. Os tocadores, geralmente dois, no máximo três homens, cuidavam dos animais, arriavam, carregavam e descarregavam os cargueiros, etc. Eram os responsáveis pela maioria das tarefas do transporte, que enchiam o tempo no decorrer dos caminhos e nas paradas, nos ranchos e mercados. O cozinheiro da tropa, geralmente uma criança, preparava o café e as refeições no pouso, além de ajudar os tocadores a carregar e descarregar os animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na região no entorno de Diamantina, caracterizada pelo relevo bastante movimentado, a marcha diária dos cargueiros era de cerca de três léguas e meia (21 km); no máximo, quatro léguas (24km). Esta distância, uma vez percorrida nas primeiras horas da manhã, ensejava o pouso da tropa num rancho. No pouso, os tocadores descarregavam os animais, desarriavam-nos e raspavam seus pêlos, davam-lhes tratos ou pasto. As cargas eram arrumadas cuidadosamente num canto do rancho e cobertas com couros. A comida era preparada. No dia seguinte, a tropa retomava a viagem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As pequenas tropas do Nordeste mineiro carregavam poucos tipos de apetrechos, a maioria feita em couro. A cozinha da caravana era composta de trempe (tripé desmontável com ganchos nas hastes) e panelas de ferro. As cangalhas dos cargueiros eram de madeiro, recebendo bruacas de couro ou os balaios de custé, fabricados com madeira trançada. Nas bruacas e nos balaios eram acondicionadas as cargas, cobertas com couro de boi. Cada burro da tropa recebia uma cangalha, o “dobro” (pano colocado como forro entre o costado do animal e a cangalha ou arreio), o peitoral (colar de couro que prendia a cangalha), a “retranca” (rabicho colocado atrás do animal, para impedir a cangalha de escorregar) e a “sopradeira” (uma espécie de bocal que impedia o animal de comer na estrada), as duas últimas peças também eram feitas com couro de sola.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A carga dos animais acostumados ao trabalho da tropa girava em torno de oito arrobas (120kg). Os mais fortes podiam levar até dez arrobas (150kg). Durante a marcha, era comum acontecer de burros ou mulas jogarem fora a carga ou de animais cairem paralizados, porque não suportavam o peso. Era preciso, nesses casos, que os tocadores descarregassem os animais, levantassem-nos e colocassem novamente a carga sobre eles; só então a viagem poderia ser retomada. Na verdade, o maior cuidado que o tropeiro devia ter era justamente com a acomodação das cargas sobre os animais. A cangalha, os arreios e as bruacas não podiam machucar o cargueiro, porque, do contrário, ele pararia e deitaria no meio do caminho. Conforme diziam os tropeiros, a cangalha não podia “pisar no animal”, provocando uma ferida no seu dorso. o dono da tropa deveria “olhar, bater, fofar a falha de maneira que a cangalha não tocasse no lugar que estava machucando”. Outro cuidado fundamental com os animais, para conservá-los sempre gordos e fortes, era o de fornecer-lhes alimentação apropriada: muito milho, fubá e cana, não bastando o capim dos pastos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Convém frisar que, associada ao tropeirismo gaúcho, formou-se uma imagem idealizada do tropeiro, que enfatiza traços como o aventureirismo e uma indumentária rica e caracteristica, com o predomínio de peças de couro. Assim, o tropeiro gaúcho é descrito portando chapelão de feltro de abas viradas, camisa de pano forte, manta ou beata com abertura no centro, jogada sobre o ombro, botas de couro flexivel que chegavam até o meio da coxa. Não era assim que se apresentava o tropeiro da região de Diamantina na virada so século XIX para o XX.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ano de 1899, em visita à cidade, H.D. Beaumont, Segundo Secretário da legação Britânica no Rio de Janeiro, escreveu sobre os tropeiros:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Os condutores são sempre negros ou mulatos em trajes leves, que caminham descalços e trazem muitas vezes bizarros chapéus de couro da Bahia (…) nunca exigem cama. Eles dormem em uma guarda com a sela de seus animais como travesseiros (O Município, ano IV, n. 230, 16 de junho de 1900, maço 43. Biblioteca Antônio Torres).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O diplomata inglês afirmou que, “segundo o hábito do Brasil”, os tropeiros não tinham cobertura alguma e viajavam descalços. Estas observações são corroboradas pelo depoimento de Joaquim dos Santos Júnior – para quem a “tropeirada andava toda suja, de tanto ficar carregando peso”, trajando roupas velhas e gastas – bem como pelo depoimento de Augusto Domingos Ribeiro – que indica que os tocadores utilizavam o “dobro” dos animais como cobertor e os couros que guarneciam as cargas como esteira para dormir.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, os tocadores das tropas do Nordeste de Minas Gerais possuiam vestimentas bem distinta de seus congêneres gaúchos, sem botas de couro e mantas grossas. Para aquecer nas noites frias, contavam apenas com o fogo acesso nos ranchos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A alimentação dos homens das tropas da região de Diamantina era constituida por toucinho, carne de sol, feijão, farinha e café. Durante as viagens, os tropeiros raramente consumiam cachaça, que era usada, quando os dias estavam muito frios, como remédio para prevenir constipação; a cachaça também era empregada como alívio para a picada de insetos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As tarefas penosas, pesadas e rotineiras dos tocadores, suas vestimentas pobres e o pouquissimo dinheiro de que dispunham afastam o tropeiro do Alto Jequitinhonha do modelo idealizado do tropeiro do centro-sul do Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atividades complementares deram suporte ao vai e vem dos tropeiros, O “antigo sistema de circulação” fez surgir ocupações coma a de rancheiro, ferrador, peão ou amansador e acertador. O ferrador pregava as ferraduras nos animais da tropa e também atuava fazendo vezes de veterinário. O peão era o amansador de equinos e muares à moda do sertão, necessário para transformar os animais “chucros” em potenciais cargueiros das tropas. O trabalho do peão era finalizado pelo acertador, homem hábil e paciente, que ensinava andaduras ao animal e educava-lhe a boca ao contato de freio (CALÓGENAS, 1927).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Porém, a mais destacada das atividades conexas ao tropeirismo era a do rancheiro, istoé, do proprietário de rancho. O rancho era um abrigo que recebia os tropeiros e as cargas, consistindo de um galpão aberto ou com paredes de meia altura. Ao redor do rancho, havia esteios para amarrar os animais. Ao lado do rancho, um pequeno cômodo de comércio, explorado pelo rancheiro e sua família. Os tropeiros pagavam o milho e o pasto consumido pelos animais, conforme uma taxa cobrada sobre o número de cangalhas (ARNO, 1949:116). A propósito dos ranchos existentes nos caminhos que levavam a Diamantina, H. D. Beaumont escreveu:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;O tratamento (…) não é luxuoso, porém, em muitos destes ranchos o asseio é perfeito. Durante nossa viagem, com quinze animais e três camaradas, o dispêndio de rancho montou entre 40 e 50 mil réis. Eis a conta que foi paga em um rancho da comprida estrada em uma noite (…):&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;40 litros de milho&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 6$800&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1 garrafa de cachaça&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 1$500&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1 garrafa de cerveja&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 3$000&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jantar para 4 pessoas&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 10$000&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Almoço para 5 pessoas&amp;#160; 3$000&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;3 camas&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 1$590&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Total&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; 28$000&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(O Município, ano IV, n 230, 16 de junho de 1900, Biblioteca Antônio Torres)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao prestar serviços para os viajantes e fornecer abrigo para os tropeiros e pasto para os animais, os ranchos eram parte da “infra-estrutura” necessária para o funcionamento do “antigo sistema de circulação”. Como observara Capistrano de Abreu, os ranchos surgiram espontaneamente no entorno dos caminhos mais movimentados, pois:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a experiência ensinou certos povoadores a estabelecerem-se pelos caminhos, a fazerem açudes, a plantarem mantimentos, que não precisavam ser exportados, porque se vendiam na porta aos transeuntes, a comprarem as reses transviadas ou desfalecidas que, tratadas com cuidados, ou serviam à alimentação ou revendiam com lucro (op. cit., p.285).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os caminhos mais movimentados e seguros eram justamente aqueles cercados por fazendas e sítios, nos quais os viajantes poderiam encontrar hospedagem, algum comércio e lavouras. Víveres a baixo preço, serviços e apoio para as caravanas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: História e Meio Ambiente, Marcos Lobato Martins&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1750624687288585292?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1750624687288585292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/o-antigo-sistema-de-circulacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1750624687288585292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1750624687288585292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/o-antigo-sistema-de-circulacao.html' title='O antigo sistema de circulação'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8951853918749229273</id><published>2012-01-23T03:47:00.001-08:00</published><updated>2012-01-23T03:47:26.646-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Concursos'/><title type='text'>5º Encontro Nacional de Muladeiros</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-fK3Y05P7rG8/Tx1IiNfrPgI/AAAAAAAABiA/ZQteBnaCbbM/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; 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 &lt;p&gt;Um criador de mulas veterano me olhou especulativamente. Eu estava lá para pegar duas éguas que tinham sido colocadas para cruzar com o seu jumento Mammoth.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&amp;quot;Eu ouvi dizer que você doma cavalos&amp;quot;, ele disse.     &lt;br /&gt;&amp;quot;Alguns&amp;quot;.     &lt;br /&gt;&amp;quot;Já domou uma mula?&amp;quot;     &lt;br /&gt;&amp;quot;Não.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ele inclinou a cabeça em direção as duas éguas prenhês. &amp;quot;Planeja domar os muares depois que eles nascerem?&amp;quot;    &lt;br /&gt;&amp;quot;Eu acho que sim. Alguma razão porque eu não deveria?&amp;quot;     &lt;br /&gt;Ele pensou por um momento e disse: &amp;quot;Muares são diferentes.&amp;quot;     &lt;br /&gt;&amp;quot;Diga-me como eles são diferentes.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas, como o vizinho estóico em &amp;quot;Mending Wall,&amp;quot;&amp;#160; de Robert Frost ele não quis ir muito além disso, dizendo apenas: &amp;quot;Muares são diferentes.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Quando eu estava saindo, ele sugeriu que eu deveria considerar obter assistência de um instrutor experiente em muares quando chegasse a hora de domar os jovens muares.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Alguns anos depois e o fato de ter tido algumas mulas de carga, agora reconheço a veracidade dessa simples declaração: &amp;quot;Muares são diferentes.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muares e jumentos são muito parecidos com os cavalos, com certeza, mas em muitas maneiras, incluindo algumas preocupações com a saúde, eles são definitivamente diferentes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando for lidar com uma mula ou um burro apenas lembre, &amp;quot;Muares são diferentes&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por: Les Sellnow, The Horse&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-3363646997666074755?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/3363646997666074755/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/muares-sao-diferentes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3363646997666074755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3363646997666074755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/muares-sao-diferentes.html' title='Muares São Diferentes'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-625040592236213259</id><published>2012-01-19T03:57:00.001-08:00</published><updated>2012-01-19T03:57:03.571-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marcha'/><title type='text'>Curiosidade</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existem vários tipos de marchas, os muares se destacam na&lt;b&gt; picada&lt;/b&gt;, que é para uma viagem curta e é muito confortável e n&lt;b&gt;a marcha batida&lt;/b&gt;, em que o animal é um pouco mais duro, mas sua agilidade é incomparável. Este último é ideal para viagens longas.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-625040592236213259?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/625040592236213259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/curiosidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/625040592236213259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/625040592236213259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/curiosidade.html' title='Curiosidade'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8312221528017250788</id><published>2012-01-17T05:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-17T05:37:54.925-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Desparasitação</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O assassino mundial&amp;#160; # 1 de jumentos são os parasitas. Parasitas podem ser internos ou externos e vêm em centenas de formas. Jumentos podem contrair parasitas e sua larva através do contato com ração, sujeira, pássaros, esquilos e uma série de outras fontes. Todos os animais são suscetíveis a parasitas e é de responsabilidade do proprietário manter um programa parasita adequado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O método mais comum para a prevenção de parasitas é a utilização de um agente de desparasitação disponíveis na maioria das lojas rurais. Os produtos utilizados para desparasitação tem várias formas e a maioria é aceitável ​​para uso em jumentos. Sempre leia e siga as instruções. Se você está inseguro sobre o programa adequado para a sua área, contacte o seu veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aqui no Peaceful Valley, nós desparasitamos nossos jumentos a cada três meses. Jumentos são muito suscetíveis a vermes pulmonares e, por isso, devem ser tratados a cada seis meses com um remédio com base em Ivermectrin. Para garantir que estamos preparados para todos os tipos de parasitas e no caso de desenvolver uma imunidade a um produto específico, começamos a rodar os nossos produtos da seguinte forma:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Janeiro - Ivermectrin &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abril - Anthelmetic &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Julho - Ivermectrin &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outubro - Strongicide &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estes tipos de produtos são distribuídos em forma de pasta e com uma seringa para ser inserida na boca do animal. A desparasitação típica é com base no peso. Use a escala de peso sobre o êmbolo para jovens, e leves.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você tiver adquirido recentemente um jumento velho que nunca foi vermifugado, é crucial não dar overdose deles. Comece de leve e dê metade da dose recomendada. A morte em massa de parasitas internos podem matar o jumento também.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: http://www.donkeyrescue.org/pvasc/Deworming.htm&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8312221528017250788?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8312221528017250788/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/desparasitacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8312221528017250788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8312221528017250788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/desparasitacao.html' title='Desparasitação'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4701345634049390812</id><published>2012-01-12T09:05:00.001-08:00</published><updated>2012-01-12T09:05:03.374-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrutura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cuidados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Diferenças Anatomicas dos Jumentos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todos nós sabemos as diferenças entre jumentos e cavalos na base do olhar. Mas as diferenças que são facilmente vistas como as orelhas, não são as únicas diferenças das quais devemos estar cientes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a name="a000294more"&gt;&lt;/a&gt;Os jumentos tem uma crina em pé e curta, normalmente sem franja e uma calda parecendo uma vassoura. Jumentos não são apenas “cavalos de pobre”&lt;a&gt;.&lt;/a&gt; Um jumento reaje totalmente diferente de um cavalo, eles vêem a vida de outro jeito, e tem necessidades nutricionais diferentes. Aqueles de nós que estão familiarizados com jumentos entendem que eles são espertos, afetuosos, um equino único, que merece respeito e apreciação.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Obviamente, alguns métodos de treinamento normalmente utilizados para cavalos não funcionarão muito bem em jumentos. Mas isso é assunto para um outro artigo. Por enquanto vamos cobrir algumas das maiores diferenças anatomicas que temos nos nossos jumentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma das maiores preocupações em relação a jumentos é a castração. Numa castração normal em cavalos, o veterinário grampeia os vasos sanguineos até que o sangramento pare. Então, ele deixa que o local da incisão fique aberto e drene. Infelizmente, jumentos parecem sangrar mais do que os cavalos, e alguns podem ser sangradores fortes. Recomenda-se que o vererinário faça uma ligadura (isto é, quando o veterinário dá um ponto no vaso sanguíneo para ajudar a parar o sangramento) em jumentos quando for castrar. Se o veterinário não tem conhecimento das diferenças dos jumentos, uma discussão franca com ele/ela antes de agendar a cirurgia deve acontecer. Há alguns lugares que você pode encontrar materiais de referência na internet que você pode imprimir cópias e dar para o seu veterinário. Ocasionalmente, veterinários não vão levar em consideração o que você disser, nosso conselho para isso é encontrar um veterinário que o faça. Tem havido muitas ocasiões em que a vida do animal ficou por um fio, para que atenção não seja dada a isso, algumas mortes foram relatadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outra diferença comum é o periodo de gestação. Gestação para cavalos dura cerca de 11 meses. Para jumentos, a gestação é normalmente de cerca de 12 meses, mas qualquer coisa entre 11 ½ à 13 meses é normal. Gêmeos vivos e saudáveis também é mais cerca de 100 vezes mais comum em jumentos do que em cavalos. Mas cuidados ainda devem ser tomados, e muitos criadores que fazem ultrasom em suas jumentas preferem, ainda cedo na gestação, tirar um dos gêmeos da equação para dar maiores chances de sobrevivência a jumenta e ao outro filhote.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos também têm uma vida útil mais longa do que os cavalos, e podem viver facilmente mais de 45 anos. Cavalos tem uma média de vida de 25-30 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Para encontrar a veia jugular em um jumento é um pouco mais difícil do que em um cavalo. Sangue usado para testes, tais como coggins, ou drogas que precisam ser administrados por via intravenosa, como tranqüilizantes, são geralmente através da veia jugular. O músculo que abrange esta área em jumentos é muito mais espesso, e geralmente esconde o terço médio da veia jugular. A jugular em jumentos é mais obscurecida por esta musculatura em comparação com os cavalos. A maioria dos veterinários usará o terço superior ou o terço inferior da jugular em um jumento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O ducto nasolacrimal é encontrado em um local diferente em comparação com os cavalos. Em um jumento, o duto é encontrado no alargamento da narina. Em um cavalo, este duto é encontrado no chão da narina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Diferenças cromossômicas são geralmente muito bem conhecidas. Um jumento tem 62 cromossomos e os cavalos têm 64. Por esta razão, quase todos os muares são estéreis, pois eles acabam com 63 cromossomos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em jumentos, o pélvis aponta para baixo mais verticalmente do que em cavalos. Isto é especialmente útil para saber quando um veterinário realiza um exame pélvico, ou se ocorre distocia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Além disso, o colo do útero das jumentas é mais longo e mais estreito do que o de uma égua. Há também uma saliência grande do colo do útero para a vagina. E, dobras dorsal e ventral na passagem vaginal que pode dificultar a passagem para o colo do útero.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos, também têm algumas diferenças notáveis​​. Alguns jumentos têm tetas seu aparelho genital. Jumentos também são notadamente maiores em suas áreas reprodutivas em comparação com cavalos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Jumentos não têm calosidades nas pernas traseiras. Eles têm ergots (esporão) em suas patas dianteiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Cascos de jumentos também são menores do que os cavalos, e tendem a ser mais verticais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma das principais diferenças entre jumentos e cavalos é a sua laringe. Foi descoberto que pregas vocais e sáculos da laringe são diferentes dos do cavalo e é a razão para o som (zurrar) que faz um jumento. Um outro aspecto a levar em conta quando um veterinário vai colocar uma tubulação em um jumento é a passagem nasal que é muito estreita, e há também um recesso entre as aberturas das bolsas guturais. Por esta razão, ao tentar passar um tubo é melhor usar um tubo de menor diâmetro. Jumentos são conhecidos por sangramento excessivo durante este procedimento, e um tubo menor pode ajudar o problema de sangramento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Há muitas outras diferenças entre cavalos e jumentos, como vértebras, que são demasiadamente longas e confusas para entrar neste artigo. Esteja ciente de que se o veterinário precisa dar uma anestesia na coluna, por qualquer razão, esta difere de cavalos e o veterinário devem estar cientes deste fato.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;É claro, existem muitas outras diferenças além dos físicos mencionados aqui. Jumentos são conhecidos por serem estóicos, o que muitos chamam de teimoso é apenas auto-preservação. O comportamento do jumento deve ser entendido para que se possa cuidar de forma eficaz. Diferenças sutis no comportamento ou atitude pode indicar problemas graves.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;It’s good to know your animals, it helps with the vet, the farrier, and anyone who may come into contact with them. If you treat a donkey like a horse, you will be disappointed with the results.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É bom conhecer os seus animais, ajuda com o veterinário, o ferrador, e qualquer um que pode entrar em contato com eles. Se você tratar um jumento como um cavalo, você vai ficar desapontado com os resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sugestão de Leitura:    &lt;br /&gt;The Definitive Donkey- A Textbook on the Modern Ass. Hutchins, Betsy and Paul. Hee Haw Book Service, 1999.     &lt;br /&gt;The Professional Handbook of the Donkey. Svendsen, Elisabeth D.. Whittet Books, 1997.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: http://longearsmall.com&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4701345634049390812?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4701345634049390812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/diferencas-anatomicas-dos-jumentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4701345634049390812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4701345634049390812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/diferencas-anatomicas-dos-jumentos.html' title='Diferenças Anatomicas dos Jumentos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5987666584053805679</id><published>2012-01-10T09:48:00.001-08:00</published><updated>2012-01-10T09:48:46.579-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cavalgada'/><title type='text'>Tropeada Lagoa Dourada 2012</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-l2TDFXKj2xU/Twx5z49NhhI/AAAAAAAABhw/iFmwbEfQI9c/s1600-h/Cartaz%252520Tropeada%2525202012%25255B1%25255D%25255B4%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Cartaz Tropeada 2012[1]" border="0" alt="Cartaz Tropeada 2012[1]" src="http://lh4.ggpht.com/-vxxc7iQ5Kyc/Twx5-qflHQI/AAAAAAAABh4/C8w4XW5zW6k/Cartaz%252520Tropeada%2525202012%25255B1%25255D_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="451" height="322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5987666584053805679?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5987666584053805679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/tropeada-lagoa-dourada-2012.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5987666584053805679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5987666584053805679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/tropeada-lagoa-dourada-2012.html' title='Tropeada Lagoa Dourada 2012'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-vxxc7iQ5Kyc/Twx5-qflHQI/AAAAAAAABh4/C8w4XW5zW6k/s72-c/Cartaz%252520Tropeada%2525202012%25255B1%25255D_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-2805262897727291531</id><published>2012-01-09T03:41:00.001-08:00</published><updated>2012-01-09T03:41:11.335-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reportagens'/><title type='text'>Novas Andanças: Tração animal</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fJ5v19QI83g/Tbnmn0T2scI/AAAAAAAAB1A/rCtgqy7Ex_E/s1600/100_2521.JPG"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-fJ5v19QI83g/Tbnmn0T2scI/AAAAAAAAB1A/rCtgqy7Ex_E/s320/100_2521.JPG" width="320" height="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Transporte e distribuição de forrageiras - Ilha de Paquetá&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Temos consciência que nesta série, iremos tocar num assunto complexo, em sobremaneira, polêmico, tendo em vista, aos confrontos de opiniões de técnicos especialistas e agentes de instituições humanitárias em devesa do bem estar dos animais. Além das ações contrárias, há uma resistência a intender as necessidades de se ainda manter a utilização e o aproveitamento da força motriz de &lt;em&gt;equídeos&lt;/em&gt;. Não somos contrários da utilização. Entendemos e respeitamos as ações contra o trabalho e utilização de animais de tração, no entanto, não podemos descartar a importância econômica das atividades. Não somos especialistas para discutir aspectos jurídicos, sociais e pedagógicos sobre o tema.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em todo o país, a utilização de equídeos não é somente pelo grande desemprego e necessidade de alta qualificação do homem para a manutenção no mercado de trabalho, é também, por questão cultural. Sabemos que nos dias de hoje, tem-se visto aumento cada vez maior de subempregos, carroceiros e charreteiros, por exemplos. Nesta situação, é fato a “empregação” de animais como força de tração, tanto no meio rural, quanto no meio urbano, muitas vezes colocando os animais em condições inadequadas, subnutridos e mal manejados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para alguns, que tentam justificar e não aceitam, é uma mal necessário! É certo que não é tolerável à crueldade e os maus tratos, que por falta de orientação, proprietários colocam para trabalhar animais esquálidos e fadigados até o limite de suas forças. Outros ainda, não aceitam, a tração animal como meio legitimo de sobrevivência das pessoas pobres ou daquelas para qual no subemprego, a atividade tornou-se o único meio de vida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não podemos culpar somente os maus utilizadores dos animais “trabalhadores”, mais também, quem os autoriza e fiscaliza na circulação e uso. Antes mesmo de se proibir no uso, faz-se necessário à orientação técnica para o manejo. A diversidade de leis e regulamentos às vezes confundem os que apreciam ou necessitam dos animais como meio de sobrevivência. As regulamentações e fiscalizações fazem-se necessários, visando não somente a circulação, mais principalmente a sanidade e tempo de trabalho dos animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Além da Constitucional Federal (Artigo 225 &amp;amp; 1º - VII) e da Lei Federal de Crimes Ambiental nº 9605/98 (artigo 32), também podemos lembrar a Lei nº 7.291 de 19 de dezembro de 1984 (Artigo 2º “a”) - &lt;em&gt;A criação de equídeo no Território Nacional compreende as medidas consideradas necessárias ao desenvolvimento das atividades &lt;strong&gt;agropecuárias&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;militares&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;desportivas&lt;/strong&gt;, bem como de interesse para a economia nacional. Equídeo de serviço, aquele que se destina às lides rurais e militares, ao &lt;strong&gt;transporte&lt;/strong&gt; e à &lt;strong&gt;tração&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt; Existem também nos estados e municípios, distintas leis criadas que protegem os equinos dos maus tratos de seus donos. Preferimos fazer o uso do termo &lt;em&gt;equídeos&lt;/em&gt;, pois englobam animais domesticados do gênero &lt;em&gt;Equus&lt;/em&gt;, (equinos, asininos e os muares).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como extensas e divergentes nas aplicações, com imposições polêmicas até, nossa série Novas Andanças – Animais de Tração, não se alongará, nem entrará no mérito dos termos das leis, pois cabe a cada um, apreciar ou contestar a aplicação de cada uma. Mostraremos nesse blog apenas como vivem e trabalham os animais (equídeos) nos municípios do Rio de janeiro (Ilha de Paquetá), Nova Iguaçu e Queimados e outros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tn4AqPsu59I/TbnoVyHGTzI/AAAAAAAAB1I/UlCTikutXWk/s1600/100_0053.jpg"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-tn4AqPsu59I/TbnoVyHGTzI/AAAAAAAAB1I/UlCTikutXWk/s320/100_0053.jpg" width="320" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Antes mesmo que pudesse prosseguir com essa série, já recebemos &lt;em&gt;e-mail’s&lt;/em&gt; e comentários contestando a utilização e o aproveitamento da força motriz de animais. Não cessaremos as postagens e não publicaremos os comentários.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando resolvemos postar aqui a série &lt;strong&gt;Novas andanças: Tração Animal&lt;/strong&gt;, sabíamos que poderia ser um assunto delicado, se não polemico. Logicamente e se perceber, que não é contestação de abordagens que falam sobre o tema, mais cabe analisar algumas, tendo em vista á várias visões e opiniões, sobretudo, nas publicações cientificas. O tema é de grande interesse estudantil, pois nele é que se adquiri conhecimentos através da interdisciplinaridade. Segundo Sanchez (2002), na interdisciplinaridade, é exercido diferente domínio da atividade humana cientifica, técnica profissional e acadêmica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em &lt;strong&gt;Novas andanças: Tração Animal&lt;/strong&gt;, trataremos apenas, o que pode ser chamado de “exercício da atividade técnica profissional”. Entendemos que nesse contexto, está inserida, a ênfase da importância econômica e da pluralidade cultural dos animais domesticados do gênero &lt;em&gt;Equus&lt;/em&gt;, (equinos, asininos e os muares). A pluralidade cultural é um dos temas transversais propostos nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN/MEC). Como a sociedade brasileira é formada por diversas etnias, o desafio é respeitar os diferentes grupos e culturas que compõem o mosaico étnico brasileiro, incentivando o convívio dos diversos grupos e fazer dessa característica um fator de enriquecimento cultural econômico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A pluralidade cultural é um tema especialmente importante. Para os muares, Oliveira (2006) opina, que em todas as modalidades e serviços o interrelacionamento e a misturas de culturas reforçam essa pluralidade, pois em todas as modalidades, tipos e serviços em que são utilizados, observam-se excelente desempenho produtivo, além da geração de milhares de empregos e riquezas, nas fabricas de insumos, de selarias, de carroças, implementos agrícolas, na lida com o gado e no transporte de variadas cargas. Estão presentes no transporte de alimentos, nas cavalgadas, feiras de exposição, concursos de marchas, romarias religiosas, no esporte, lazer e estudos científicos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nos grandes centros urbanos, uma das atividades que mais cresce é a utilização de equínos de tração para o recolhimento e destino do lixo e entulhos produzidos. Dessa forma, o animal de tração surge como uma ferramenta de trabalho indispensável, cuja saúde e longevidade devem ser observadas (Rezende, 2004). Como consequência, os animais são exigidos acima de seus limites naturais (Goodship e Birch, 2001).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na atualidade, discutem-se e citam-se apenas os “equinos” na utilização de animais de tração no âmbito rural e urbano, como uma alternativa mais econômica. Nas literaturas consultadas, não foram encontrados trabalhos consistentes que englobassem os &lt;em&gt;equídeos &lt;/em&gt;e que pudesse ser discutida a relação à sua utilização no ambiente urbano (carroceiros e charreteiros) e à interação saúde e carga de trabalho do conjunto (animal e homem). As características apresentadas por um animal de trabalho são o produto de vários fatores aos quais ele está submetido, como clima, manejo, treinamento, tipo de arreamento, superfície de trabalho e genética (Jones, 1987). A idade, a conformação inadequada, o casqueamento incorreto (Ruohoniemi et al., 1997), a nutrição, o condutor do animal e a finalidade (salto ou tração).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No Rio de Janeiro, nos “dias de hoje”, os &lt;em&gt;equídeos&lt;/em&gt;, são utilizados até como opção no transporte regulamentado e alternativo de passageiros, como é o caso do município de Queimados. Entrega de materiais de construção nos bairros do município de Nova Iguaçu e no centro histórico de Paraty. Transporte de moradores, turistas e forrageiras para os animais de trabalho e de montaria de policiais militares, na segurança da Ilha de Paquetá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, a importância econômica dos &lt;em&gt;equídeos&lt;/em&gt;, não é desprezível para o desenvolvimento do país, mesmo em pleno século XXI, com todas as tecnologias. É preciso que essa importância seja vista e revista, pois ainda, no lombo dos &lt;em&gt;equídeos&lt;/em&gt; a economia do País, caminha a passos firmes como é de suas características.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-khn4vFAYEQs/TcXQfAG2mtI/AAAAAAAAB18/lje65vDpuWg/s1600/charreiros+de+queimados+%252845%2529.JPG"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/a&gt;Antes mesmo de expor aqui a nossa visão da importância econômica dos Carroceiros e Charreteiros, devemos antes de tudo, fazer algumas citações para melhor ilustrar o que vamos mostrar nas próximas postagens em relação à utilização dos &lt;em&gt;Equídeos &lt;/em&gt;como “ferramenta” de trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como afirma o Professor Otavio Domingues (Introdução a Zootecnia, 1960), &lt;em&gt;os animais domésticos vivem e se multiplicam graças às funções fisiológicas peculiares aos órgãos de que são constituídos, e algumas dessas funções podem ser utilizadas pelo homem, que passou a tirar delas determinado proveito. Essa função resulta de uma utilidade ou serviço para o homem ao longo dos tempos, desde a sua inicial existência, são chamadas funções produtivas ou funções econômicas, ou ainda, funções zootécnicas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A função econômica ou produtiva, nada mais é do que uma função que dá margem a uma utilidade para proveito do homem. Hoje, através do avanço da ciência, respeita-se o bem estar animal, ampliando mais a utilidade do próprio animal e também ao homem. Um bom exemplo, a função da qual resulta a força motriz.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É o caso do aproveitamento do Cavalo, do Jumento e seus híbridos. Dos híbridos, os Muares como “motor vivo” para transporte ou tração. Além desses, o Boi, o Búfalo, o Camelo, a Rena e até o Cão em menor escala são empregados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Professor Valter Barbosa de Oliveira (Muares: Tema Transversal para o Ensino Médio e Técnico em Agropecuária, 2ª Edição – 2007) – A pluralidade cultural com os muares - &lt;em&gt;Propõe a possibilidade de desenvolver uma educação com valores culturais regionais no ensino médio de nível técnico, pois é impregnada a matéria dos saberes. Dentro de um estudo multidisciplinar pode-se, por exemplo, fazer um planejamento onde a interdisciplinaridade e transversalidade proporcionem uma abordagem sobre os muares como tema transversal juntamente com as disciplinas do ensino médio, utilizando exemplos práticos de assuntos relacionados, no caso, os muares.&lt;/em&gt;Como bons exemplos disciplinares citados: nas Ciências da Natureza, a disciplina Matemática e suas Tecnologias, podem-se desenvolver cálculos de áreas, necessárias para a construção de instalações zootécnicas, formação de pastagens, cálculos de ração para a alimentação dos animais, evolução do rebanho e volume de água consumida; Na disciplina Química, podem-se estudar as reações de fermentação durante o transporte de forrageiras; na disciplina Física, pode-se conceituar e exemplificar os movimentos de força na tração, carga e serviços, o efeito do calor da radiação solar sobre o leite transportado em carroças e na área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, a disciplina Geografia pode abordar a utilização dos muares nos contrastes topográficos, sua ocupação e também o seu desenvolvimento territorial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na mesma contextura disciplinar, o Professor Airton Antônio Castagna (aulas de Agroecologia/Zootecnia/FAGRAM), nos explicava que a agroecologia como produção científica, surgiu (1970) como ciência multidisciplinar, preocupada com a aplicação direta de seus princípios na organização social e no estabelecimento de novas formas de relação entre sociedade e natureza. Citava André Voisin, que dizia que a agricultura é &amp;quot;a ciência das condições locais&amp;quot; (produtividade do pasto). Quem atua neste setor, em especial são aqueles com formação específica em universidades, e não podem ignorar as peculiaridades locais, sob pena de cometerem, como muitos cometem, erros derivados da pretensão de quererem ambiente, econômico e ecológico, adaptado à tecnologia e não o contrário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aspectos sociais devem ser considerados e respeitados, pois deles, também, propõe-se o conhecimento dos “saberes local” e a sua conexão com conhecimentos científicos, e a utilização dos equídeos, pode ser sustentável, socialmente justo e economicamente viável.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-IyuCBfnhs18/Tc3R3JsqP9I/AAAAAAAAB2A/rBtSJQ5J-bY/s1600/charreiros+de+queimados+%252816%2529.JPG"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-IyuCBfnhs18/Tc3R3JsqP9I/AAAAAAAAB2A/rBtSJQ5J-bY/s320/charreiros+de+queimados+%252816%2529.JPG" width="320" height="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Antes mesmo de opinar sobre a importância econômica da atividade de Charreteiros no Município de Queimados no Rio de Janeiro, cabe-nos aqui fazer uma breve transcrição da demografia desta cidade e depois colocar a nossa visão técnica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Emancipado em 1991 do município de Nova Iguaçu e integrado a Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o município de Queimados (Baixada Fluminense) ocupa uma área aproximada de 76,921 Km2, margeado pela Presidente Dutra (Km 196,5 sentido Rio x São Paulo - principal acesso), uma das mais importantes rodovias do Brasil, com sistema viário e ferroviário e dado a “proximidade” com a capital torna-se importante. Esta cidade cresce a cada dia em serviços públicos, comércio, indústria e população, por não ter divulgado a oficialização de reforma urbana (não tivemos acesso aos dados) é considerada ainda como área rural (mais não tem expressão na produção agrícola). Como qualquer outra cidade, também tem suas deficiências, como exemplo, no transporte local. Pela distancia do centro e difícil acesso para alguns bairros, por falta de pavimentação, interesse empresarial e politico, alternativas vão surgindo desordenadamente, mesmo que alguns tentam se organizar e regularizar nos moldes da lei (moto táxi e kombis). Entre as alternativas utilizadas pela população para locomoção no município de Queimados é o uso de bicicletas e transportes tracionado por equídeos (carroças e charretes).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tradicional e mais popular que serve os munícipes, são as 60 charretes puxadas por cavalos, circulando das 03h30min às 23h30min, todos os dias, num trecho de 15 km, do centro ao bairro Nova Cidade (ida e volta), que dura em média 25 minutos, sendo atendidas (segundo os charreteiros) cerca de 500 pessoas, custando Cr$ 1,00 (Hum real) por passageiro. Este “serviço de alta rotatividade” em particular, além de importante, desperta curiosidade e tornou-se uma atração, sendo objeto e inspiração de “escritos” jornalísticos, estudantis, literários e científicos. Emboramente existente por mais de 50 anos, a atividade de Charreteiros do município de Queimados, ao contrário do que se divulgam, não tem uma regulamentação própria. É amparado apenas pela Seção V - Artigo 16 (partes I ao VII) da Lei Ordinária n° 393 de 03 de maio de 1999, que Institui o Código Ambiental do Município de Queimados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com o consentimento de alguns trabalhadores charreteiros, fizemos uma averiguação “oficiosa” nos animais, no que concerne ao escore corporal, tratamento utilizado para o manejo de tração, cuidados com alimentação, equipamentos e manutenção, instalações e ambiente para o repouso dos animais. Não fizemos questionários, aplicamos apenas a nossa visão técnica para melhor analisar a importância econômica da atividade naquele município. Pelo que constatamos, carece de orientações básicas para a preservação da sanidade e bem estar dos animais, a garantir a prestação do serviço e manter a tradição, pois apesar dos esforços, são aparentes algumas irregularidades, especialmente, no manejo alimentar, excesso de carga e horas de trabalho. Corrigido isso, evitaria a contestação de ambientalistas e defensores, contrários ao uso de animais para a força motriz, que não consideram os embasamentos científicos com a realidade local.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No próximo &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, faremos uma breve abordagem do que apuramos do perfil sócio econômico e demográfico dos trabalhadores charreteiros do Município de Queimados e tecer alguns tópicos da caracterização dos animais, comparando e de acordo com algumas obras publicadas de dados zootécnicos e veterinários e do que apuramos no local.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FM-hnXyHh9U/Tc3SIQQUf9I/AAAAAAAAB2Q/EWWmVjG-fRk/s1600/charreiros+de+queimados+%252830%2529.JPG"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-FM-hnXyHh9U/Tc3SIQQUf9I/AAAAAAAAB2Q/EWWmVjG-fRk/s320/charreiros+de+queimados+%252830%2529.JPG" width="320" height="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-okGe0Vme9IY/TdGrxXyYQNI/AAAAAAAAB2U/ms7uhmI7LWc/s1600/Foto+de+Richard+Rowan+-+Texas+-+1989+-++USA.jpg"&gt;     &lt;br /&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-okGe0Vme9IY/TdGrxXyYQNI/AAAAAAAAB2U/ms7uhmI7LWc/s320/Foto+de+Richard+Rowan+-+Texas+-+1989+-++USA.jpg" width="320" height="312" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Foto tirada no Texas - USA, por Richard Rowan - 1989&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não terminado ainda, a série sobre Novas &lt;strong&gt;Andanças-Tração animal&lt;/strong&gt;, e mais uma vez estamos interrompendo para responder os &lt;em&gt;e-mail’s&lt;/em&gt; recebidos. No inicio da série, já justificamos a nossa visão sobre a importância econômica e cultural do uso de equídeos utilizados como força motriz. Justificávamos também, não ser especialista para discutir aspectos jurídicos, sociais e pedagógicos sobre o tema. Para aqueles que se manifestaram contrários ao assunto, com seus comentários, sejam no mínimo, descentes em divulgar o nome e sua formação, para que a opinião seja publicada e respeitada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Este blog é público, e diante dos conteúdos tornou-se fonte de interesse estudantil. Não somos porta-vozes de oprimidos ou daqueles que se descartam da sociedade, não escrutamos e não divulgamos assuntos que não sejam próprios e que não vá além de nossa formação (ensino médio técnico). Não temos o poder de deferir ou indeferir opiniões, somos defectíveis, por isso, temos afeição a todos que acessam este blog e que tecem também as suas opiniões, por tanto, o respeito deve ser recíproco.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como reposta, não vejo nenhum defensor (nem apresentam soluções), além de só contestar, a aceitar que nos dias de hoje, a exploração de animais de tração pode ter decorrido das desigualdades sociais que gerou e gera pobreza. Estes, que não aceitam a tese de que esse produto é cultural e resultado de um sistema público educacional falho; que ao longo de mais dois séculos, não alcançou a todos, sobre tudo, os desafortunados; que isso poderia ter sido combatido e resolvido, se justa a distribuição de renda; se interesses e programas de governos fossem sérios; que os “ratos” não roessem os cofres públicos deste a colonização; que fosse ofertado ao homem marginalizado à possibilidade de participar dignamente do mercado de trabalho, resgatando-lhe a cidadania perdida e diminuindo, consequentemente, os índices de exclusão social.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ninguém tem o direito de julgar os atos falhos do homem, mesmo que estes atos se tornem cultural numa sociedade. Ao mesmo tempo que oprimia com trabalho escravo a sua própria espécie, valorizavam e acariciavam os seus animais. Fizeram fortunas com as opressões, os atos falhos ainda não foram corrigidos e tornando-se históricos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitos que contestam aqui a nossa opinião, estão agora se escondendo atrás de uma ONG, gabinete ou escritório, já pensando no final de semana, sair das mansões e ir para suas fazendas ou de um amigo em carros de luxo, ansiosos para cavalgar em caríssimos alazões e depois almoçar um bom churrasco, sem levar conta de que, mesmo com suas fortunas, sem os seus serviçais capacitados ou não e maus remunerados, nada teria sentido, inclusive suas opiniões.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GLDAN62SYd8/TdGr1jJbicI/AAAAAAAAB2Y/CtcJYruUwsc/s1600/Foto+de+Kate+Bader+-+Goulimine+-+Marrocos+-+1989.jpg"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-GLDAN62SYd8/TdGr1jJbicI/AAAAAAAAB2Y/CtcJYruUwsc/s320/Foto+de+Kate+Bader+-+Goulimine+-+Marrocos+-+1989.jpg" width="257" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Foto tirada em Goulimine - Marrocos, por Kate Bader - 1989&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os afortunados por seus intelectos:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;&lt;em&gt;Eu tenho pelos animais um respeito egípcio. Penso que eles têm alma. Ainda que rudimentar, e que eles sofrem conscientemente as revoltas contra a injustiça humana. Já vi um burro suspirar como um justo depois de brutalmente esbordoado por um carroceiro que atestara o carro com carga para uma quadriga e queria que o mísero animal o arrancasse do atoleiro&amp;quot;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;(José do Patrocínio - 1854-1905) - citação de João Guimarães, no livro &amp;quot;Patrocínio, o abolicionista&amp;quot;, Edições Melhoramentos, São Paulo, 1967.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;A mulinha carregada de latões&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;vem cedo para a cidade&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;vagamente assistida pelo leiteiro.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Pára a porta dos fregueses&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;sem necessidade de palavra&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;ou chicote.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Só não entrega ela mesma a cada um o seu litro de leite&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;para não desmoralizar o leiteiro.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sua cor é sem cor.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Seu andar, o andar de todas as mulas de Minas.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não tem idade – vem de sempre e de antes –&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nem nome: é mulinha do leite.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;em&gt;É o leite, cumprindo ordem do pasto.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Poema de Carlos Drummond de Andrade)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KAIjeT5LmCU/TdGr4c5rWBI/AAAAAAAAB2c/3cFKldlOg44/s1600/Foto+de+Valter+Barbosa+-+Serop%25C3%25A9dica+-+Brasil-Rj+-+2004.jpg"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-KAIjeT5LmCU/TdGr4c5rWBI/AAAAAAAAB2c/3cFKldlOg44/s320/Foto+de+Valter+Barbosa+-+Serop%25C3%25A9dica+-+Brasil-Rj+-+2004.jpg" width="320" height="237" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Foto tirada em Seropédica - Brasil, por Valter Barbosa- 2004&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Estamos prontos para o trabalho. Branquinha, Beleza e Mestiço pastaram e comeram as suas rações, já estão no ponto esperando os passageiros. Eu ainda estou de jejum, nessa vida também sou passageiro e não estou pronto ainda para a viagem.&lt;/em&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;(Palavras de um charreteiro do município de Queimados)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os serviços de transporte por tração animal (carroceiros e charreteiros) nas áreas urbanas nos municípios brasileiros merecem atenção especial, por sua importância econômica e social, o município de Queimados no Rio de Janeiro está nesse contexto. Classificado por alguns como ”um mal necessário” e repudiado por defensores de animais, essas atividades, especificamente, não pode deixar de ser uma questão cultural, pois é típico da sociedade, mesmo com os avanços tecnológicos e melhoramento nos tipos de transportes, mais que, no entanto, não atingem a todos, sobre tudo, pela falta de educação escolar, capacitação profissional e altos índices de desemprego. Os grandes centros sofrem com o exame de “incapacitados”, vindos dos municípios, que buscam oportunidades profissionais que não são capazes exercer. O êxodo rural contribui com esse exame, também por incapacitação e da falta de escolaridade. A agroindústria e agropecuária se expandem e há deficiência de mão de obra para esses setores, e isso é fato.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando visitamos os Charreteiros de Queimados, podemos confessar aqui, foi por curiosidade, diante da popularidade da atividade, mais logicamente, não podíamos deixar de aplicar a nossa visão técnica, havia um interesse em particular, pois quando estudante do CTUR/UFRRJ, os &lt;em&gt;Equídeos&lt;/em&gt; era o tema principal, na disciplina Grandes Animais, muito da realidade nos faltou e seria importante buscar mais conhecimentos, para aprimorar os transmitidos em sala de aulas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Então, para defender e mostrar as nossas opiniões sobre a importância econômica dos Charreteiros do município de Queimados, fomos buscar essa “realidade”, traçando o perfil desses bravos “trabalhadores” (homem x animal). Referimo-nos apenas aos que trabalham com o transporte alternativo, não há estatística do número de carroceiros que prestam outros serviços e mostrar aqui também a sua importância. Foi preciso interagir, com os charreteiros e usuários, isso nos foi permitido. Por isso mostramos aqui a nossa visão, confeccionamos gráficos, mais não mostraremos aqui as ilustrações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Numa ordem de 100 – as divisões etárias dos Charreteiros, assim são distribuídas: 30% estão entre 30 a 40 anos; 25% entre 20 a 29 anos, 25% entre 41 a 50 anos; 15% menores de 20 anos e 5% acima dos 50 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mais de 60% possuem filhos, o que nos mostrou preocupação, 30% deles os filhos estão na faixa de 11 a 15 anos; 25% entre 16 a 20 anos. 15% dessas duas faixas trabalham e 5% na atividade de charreteiros. Os da faixa de 11 a 15 anos, mesmo frequentando a escola, 1% trabalham como charreteiros, no que contraria a lei.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quanto à escolaridade, 35% tem ensino fundamental incompleto; 30% com ensino médio incompleto; 15% analfabetos completos; 10% analfabetos funcionais e 5% com ensino médio completo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando perguntamos o porque da opção em trabalhar como charreteiro, a justificativas foram as seguintes: 35% justificou a falta de escolaridade para a capacitação para outras atividades; 40% por empregos que exigem profissionalização; 20% a falta de empregos no município e 5% alegam os baixos salários, insuficientes para o sustento de suas famílias, acrescentando a distancia da capital e o preços das passagens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há um grande impacto econômico da atividade, 90% tem a atividade de charreteiro como única fonte de renda para o sustento da família; 10% exercem outra atividade e como charreteiro somente nos finais de semana e feriados. Todos residem e são contribuintes de impostos no município e gastam 100% do faturamento no comércio local, inclusive com insumos de suas atividades.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quanto aos usuários do transporte (passageiros), 100% aprovam. Foram confusas as respostas, tendo em vista, as justificativas: 50% mostram preocupação com o bem estar dos animais, mais alegam necessitar do transporte; 20% não trocariam o tipo de transporte, diante do preço da passagem e a regularidade nos horários; 15% usam, mais mostram preocupação com a segurança pela falta de manutenção das charretes; 10% acham úteis e práticos; 5% acham que deveria estender o serviço para outros bairros e gerar mais mão de obra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma grande preocupação foi notar (não confessaram), o excesso de horas na jornada de trabalho e a execução em outras funções, se não o de transporte de passageiros, por um único animal para outras cargas: materiais recicláveis, mudanças, material de construção, lixos e entulhos. Isso, falaremos no próximo post.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar de que muitos questionam e não ver relevância social e econômica na atividade de charretes como transporte, pelo menos, os parâmetros culturais devem ser discutidos. Não se pode intervir numa atividade, que é notória e que a cada dia vem se tornando cultural, mesmo sem apoio técnico, orientações básicas de manejo dos animais e de outras responsabilidades.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todos os aspectos devem ser estudados, buscando soluções e colocando a prática num ajustamento de conduta, a garantir não só o bem estar dos animais, mais também, visando a importância e a sobrevivência dos trabalhadores dessa atividade; no meio turístico, em áreas rurais; no meio urbano, como transporte alternativo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em nossas andanças, vimos inúmeras irregularidades, tão aparentes, que não precisa ter conhecimento técnico para perceber. Logicamente, algumas carecem de bom censo dos utilizadores dos animais, como por exemplos, evitar “manqueira” por incorreções dos aprumos e dos cascaqueamentos mal feitos e menor frequência da troca das ferraduras gastas; não colocar em atividade animais com rigidez muscular, que provoca dor insuportável pelo excesso de peso e alta jornada de trabalho; animais tronchos, por alta infestação auricular de ectoparasitas (carrapatos). E como isso seria evitado? Com o apoio técnico, orientação com capacitação e um termo de ajustamento de conduta para se cumprir.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo Hotang (1989), &lt;em&gt;o cavalo não pode dizer que se sente mal, mas exprime seu estado, seja uma simples indisposição ou uma dor aguda, através de atitudes que é preciso ser reconhecida, a maioria deles mantém a cabeça baixa, o olhar melancólico e o apetite reduzido. Mostra-se particularmente fraco e fadigado no trabalho. &lt;/em&gt;Foi o que notamos na maioria dos animais do Município de Queimados, que não tem comportamento vivaz, são lentos nos intervalos entre as viagens, no que fica difícil diagnosticar o motivo, se por cansaço ou enfermidade. A aparência prostrada em alguns animais é digna de preocupação e exames clínicos detalhados por um veterinário, devem ser feitos para se saber as causas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não pudemos fazer perguntas aos charreteiros sobre o manejo profilático dos animais. Como já justificamos anteriormente, foi uma visita para reforçar no nosso conhecimento e visão técnica, não cabia formalismo, além de alguns aspectos, merecer uma assistência técnica especifica em nível superior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Descrevemos aqui a nossa visão e comparando com conversas informais com os charreteiros, notamos que os animais com comportamento prostrado, 30% são machos, a maioria de seus donos não sabem suas idades. A aquisição desses animais, na maioria das vezes é feita em “rolos”, e são direcionados apenas para o trabalho em charretes. Quando perguntados sobre as femeas, foram reticentes nas respostas, a maioria não tem conhecimentos sobre o controle reprodutivo,&lt;em&gt;“As éguas fica prenha e pari mesmo no pasto”&lt;/em&gt; disse um charreteiro, o que demonstra na resposta, desconhecimentos e que não há uma preocupação no processo de reprodução para fins econômicos, e os que nascem, são colocados precocemente no trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quanto à alimentação, a nossa frente, ofertarão aos animais um tipo estranho de alimento. Perguntamos o que era aquilo, a resposta foi, &lt;em&gt;“esta sopa é uma mistura que damos na hora dos descansos&lt;/em&gt;”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitas foram as perguntas para tentar intender a demanda de irregularidades e não cabe detalhar aqui, apenas citaremos e ilustraremos com algumas fotos (abaixo do texto)), os tópicos preocupantes que comprometem o bem estar dos animais e que são necessárias as correções, para se manter aquela atividade como serviço importante a comunidade, sem questionamentos e contestações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não cabe aqui, fazer recomendações, mais é necessário, por parte dos charreteiros, evitar a suposição de conhecimento de manejo, pois muitas atitudes não correspondem à realidade encontrada. A prática nos parece ser, baseadas em informações adquiridas através do tempo e de fatos ocorridos por outros, no que os resultados refletem nos problemas observados, sobre tudo, na sanidade dos animais e nos equipamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Condições de higienização do local de trabalho&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Falta de manutenção das charretes&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Local de descanso próprio ou cocheiras publicas para os animais&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Cochos ou vasilhames individuais para administrar água e alimentos&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Controle de ectoparasitas&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para os comentários dessa matéria agradecemos a atenção dos charreteiros e nos parênteses seus animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ubirajara (Boneca); Tiago (Orelhinha); Anderson (Branquinha); Daniel (Mimoso); Mezenga (Moreno); Zé Carlos (Beleza e Brancão); Kátia (Mestiço); Liliane baixinha (Catarina); Alexsandro (Bainho); Lula (Prata); Russo (Queimadinho); Claudinho (Maria); Daniel Gomes (Estrela); Naiba (Fiel); Assis (Forró e Ceguinho); Cezar (Tiziu e Passo longo) e Eduardo Santos (Pretinha).&lt;/p&gt;  &lt;h5&gt;&lt;a href="http://tecnicoemagropecuaria.blogspot.com/2011/05/novas-andancas-tracao-animal_22.html"&gt;Novas Andanças – Tração animal - Charreteiros de Queimados e a retrospectiva da história – (Final)&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CaUM_pZUsUs/Tdm2-9aoJEI/AAAAAAAAB3Q/Lc0l3v2DQPI/s1600/100_1840.JPG"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-CaUM_pZUsUs/Tdm2-9aoJEI/AAAAAAAAB3Q/Lc0l3v2DQPI/s320/100_1840.JPG" width="320" height="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sabe-se que o século XVI foi início da colonização e desembarque dos primeiros animais domésticos em solo brasileiro. Há quem diga que em 1534, Ana Pimentel, esposa de Martim Afonso de Souza – trouxe vários na caravela &amp;quot;Galga&amp;quot;. Escritos asseguram que naquela época o comandante Aires da Cunha introduzira em Pernambuco pouco mais de uma centena de equídeos (cavalos e jumentos) oriundos da Europa. Segundo historiadores, coube a Tomé de Souza, a caminho da Ilha de Cabo Verde, transportar a bordo de sua esquadra o gado&lt;em&gt;vacum.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitas são as histórias sobre a utilização de animais, ocorridas durante a colonização brasileira, e que os motivos, eram para que esses animais fossem utilizados para a inclusão e expansão da pecuária, na lavoura, nas expedições bandeirantes e nos transportes em geral. Era com os equídeos que se atravessavam vales e montanhas. No lombo dos muares e dos jumentos, vale lembrar, os colonizadores abriram aquelas que seriam as primeiras estradas brasileiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Durante quase quatro séculos os equídeos ajudaram a povoar o sertão, levando o criador e o vaqueiro a se fixarem no interior, ao passo em que também tornavam-se meios de transporte. O surgimento de povoados e desenvolvimento das vilas e das cidades, portanto, muito deve ao trabalho, dos muares, dos eqüinos e dos asininos, embora esses animais nunca tivessem o justo reconhecimento por parte daqueles que lhes tanto exploraram.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qruYVvKOsTU/Tdm25DEWnEI/AAAAAAAAB3M/CD819gVija0/s1600/untitled3.bmp"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-qruYVvKOsTU/Tdm25DEWnEI/AAAAAAAAB3M/CD819gVija0/s320/untitled3.bmp" width="320" height="191" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda no período colonial e inicio da era republicana, com a difusão dos veículos movidos a tração animal, eram comuns atos de abusos e maus tratos (desculpa de adestramento) cometidos pelos cocheiros, cavalariços e condutores, que eram impunes. Havia a indiscriminada utilização de equídeos, de instrumentos para a submissão dos animais, além das varadas e chicotadas, para que não esmorecessem em seus trabalhos. Vale lembrar, que até trinta anos antes da proclamação da República os bondes do Rio de Janeiro eram puxados por burros, e conduzidos por homens, que certamente, não deveriam ter conhecimentos técnicos dessa profissão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já naquela época, havia preocupação com os abusos com os animais. No inicio do século XX, foi editado pelo Governo Provisório o Decreto n. 24.645/34, proibitivo da prática de tratos aos animais. Dentre as condutas passíveis de enquadramento penal foram incluídas as seguintes: praticar ato de abuso ou crueldade em qualquer animal, golpeando-o, ferindo-o ou mutilando; manter animais em lugares e trabalhos insalubres; abandonar animal doente ou ferido; atrelar animais, em condições irregulares, nos veículos de tração, bem como infligir-los a castigos imoderados; utilizar dos serviços de animal enfermo e, se sadio, fazê-lo trabalhar sem alimentos suficientes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De lá para cá, outras leis e decretos foram surgindo, mostrando preocupação com os animais e nada mudou. Nos dias de hoje, alguns municípios brasileiros, impõe proibições ao tráfego de animais de tração em áreas consideradas urbanas. Outros autorizam, mais não fiscalizam, ou simplesmente, não fazem um ajustamento (código) de conduta, visualizando o bem estar do conjunto (homem e animal), no objetivo de valorizar as questões sócio-culturais. Esses objetivos seriam alcançados se todas as obrigações fossem assumidas pelas prefeituras, envolvendo ações conjuntas entre os órgãos de desenvolvimento social, de saúde e de meio ambiente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sem dúvidas, há necessidade de controle da circulação de carroças e charretes mediante registro e cadastramento de animais e dos condutores, bem como, também uma análise sócioeconômica das famílias que dependem dessa atividade, os cuidados para com a saúde dos animais utilizados, a coibição dos atos abusivos e, finalmente, uma educação ambiental com transdisciplinaridade e transversalidade que faça despontar em estudantes do ensino fundamental, médio e técnico, não só sentimentos de compaixão, mais entender políticas públicas de proteção ambiental e dos animais, com reflexos sociais e pedagógicos no seio da própria comunidade, inclusive, aquelas atividades que se tornaram culturais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não se pretendendo, com isso, proibir a circulação pública de carroças e charretes, nem criar embaraços para que pessoas simples possam sobreviver a seu modo. O que se espera, é que as municipalidades, assumam suas responsabilidades sociais para com os cidadãos que vivem do subemprego, de modo que no futuro ninguém mais precise explorar animais para garantir o próprio sustento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Visitas técnicas às famílias dos carroceiros e os cadastramentos individuais permitiriam um diagnóstico do problema, priorizando-se a capacitação profissional do desempregado e a inclusão em programas assistenciais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com isso, também, se permitiria a identificação do animal usado no veículo de tração, que deverá passar por periódicas avaliações veterinárias e zootécnicas (serviço gratuito). Sua correta aplicação também desestimularia os maus tratos (voluntários e involuntários) dos animais, que por sua natureza, oferecem serviços e estão inclusos em funções produtivas (econômicas e sociais) úteis ao homem em todos os aspectos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: tecnicoemagropecuaria.blogspot.com/&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-2805262897727291531?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/2805262897727291531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/novas-andancas-tracao-animal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2805262897727291531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2805262897727291531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/novas-andancas-tracao-animal.html' title='Novas Andanças: Tração animal'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fJ5v19QI83g/Tbnmn0T2scI/AAAAAAAAB1A/rCtgqy7Ex_E/s72-c/100_2521.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-9052511290938614009</id><published>2012-01-06T05:07:00.001-08:00</published><updated>2012-01-06T05:07:09.050-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='animais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades'/><title type='text'>Teimoso???</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Vamos usar a nossa inteligência com sabedoria.      &lt;br /&gt;Caso contrário, como seriamos superiores aos animais?       &lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;O 14 º Dalai Lama&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Se você for como eu, você gosta de ver o mais fraco ganhar sobre o mais forte. Da Revolução Americana até a vitória da equipe de hóquei americana sobre a URSS nos Jogos Olímpicos de 1980, admiramos aqueles que enfrentam probabilidades esmagadora e perseveram. Eles são inabaláveis na sua determinação e se recusam a ser empurrado. Eles têm coragem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enquanto jumentos não lutam em guerras ou jogam hóquei, eles sabem alguma coisa sobre luta. É preciso uma incrível força de caráter para sobreviver em ambientes de deserto inóspito. Jumentoss não só fazem isso,&amp;#160; como fazem bem melhor que qualquer outro animal no planeta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;As pessoas tendem a admirar determinação em outros seres humanos, mas não em jumentos. Quando jumentos mostram a tenacidade que os mantinham vivos na natureza, as pessoas chamam de teimosia. Se você pensar bem, ser &amp;quot;teimoso&amp;quot; nem sempre é uma coisa ruim. Por exemplo, se uma pessoa ameaçar jogá-lo de uma janela, você luta por sua vida ou você pularia para sua morte por medo de ser atingido?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já posso ouvir alguém argumenta: &amp;quot;Este exemplo é comparar maçãs e laranjas! Lutar pela vida sempre mostra a força das pessoas, mas um jumento recusando-se a caminhar é apenas teimosia pura e&amp;#160; simples. Como você pode fazer esta comparação? &amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Devemos lembrar que jumentos evoluiram em ambientes extremamente perigosos. Seus sentidos são muito mais aguçados do que os nossos e estão sempre em alerta para o perigo. Eles ouvem, cheiram e vem coisas que nós não e, mais importante, eles interpretam esse sinais como jumentos, e não como seres humanos. Podemos saber que uma situação é perfeitamente segura, mas essa mesma situação pode aparecer perigosa para eles. E quando apresentado com uma situação perigosa, o jumento vai avaliar a situação cuidadosamente antes de decidir o próximo passo. Um jumento nunca vai se ferir intencionalmente ou fugir cegamente quando tiver medo. E eles não vão, sob quaisquer circunstâncias, deixar-se intimidar a fazer algo com o qual não se sintam confortáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A crença de que jumentos são teimosos intencionalmente apenas para enfurecer seus donos é ridícula. Afinal, por que qualquer animal iria se submeter a abusos apenas para ser obstinado? Esse tipo de teimosia só é encontrada em seres humanos, embora tenhamos o mau hábito de projetar-lo para outros animais. Jumentos se comportam da forma como fazem porque foi assim que se mantiveram vivos durante milhares de anos. Por causa disso eles merecem nossa paciência, para não mencionar o nosso respeito.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Peaceful Valley Donkey Rescue&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-9052511290938614009?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/9052511290938614009/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/teimoso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/9052511290938614009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/9052511290938614009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/teimoso.html' title='Teimoso???'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4262589874788195854</id><published>2012-01-05T14:45:00.001-08:00</published><updated>2012-01-05T14:45:04.864-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA E SEUS EFEITOS DIRETOS SOBRE O DESEMPENHO DE CAVALO</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Num país como o Brasil, onde a água é um nutriente abundante, muitas vezes não damos à devida importância a este nutriente. A água devida sua características bioquímicas, desenvolve papel importante dentro da nutrição animal, assim como e principalmente no metabolismo animal. Desta forma, uma pequena revisão sobre o consumo de água por eqüinos é apresentada com intuito de despertar para quantidades de água consumida assim como qualidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Apesar de ser um composto bastante simples, formado de duas moléculas de hidrogênio e uma de oxigênio (H2O), a água é o mais importante de todos os nutrientes essenciais para a manutenção da vida. Fornece o material estrutural essencial para o protoplasma celular. Atua como solvente e meio onde ocorrem as reações químicas com outras substâncias essenciais. É o maior constituinte do sangue, o principal mecanismo de transporte do organismo. Serve como substrato para várias reações metabólicas. Protege tecidos e órgãos, contra choques e mantém lubrificados vários meios, como as articulações. Mantém o equilíbrio físico e químicos dos fluidos intra e extracelulares, e atua na manutenção da temperatura corporal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Além disto, o consumo de alimento e conseqüentemente o fluxo da digesta no trato digestivo dos animais é influenciado por vários fatores, como espécie, idade, estado fisiológico, exercícios, temperatura ambiente, ingredientes da dieta, tamanho da partícula, freqüência de alimentação e teor de fibra da dieta ou ração completa e também devida a qualidade de água fornecida aos cavalos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Segundo Martin-Rosset (1990), a quantidade de alimentos que um cavalo pode ingerir varia de acordo com o teor de matéria seca dos alimentos, com o peso vivo do animal, com seu desempenho e com o seu estado fisiológico. A capacidade dos diferentes segmentos do trato gastrintestinal, a taxa de passagem da digesta, a concentração dos nutrientes na digesta e principalmente, as necessidades energéticas são os fatores mais expressivos que explicam a regulação do consumo de matéria seca dos eqüinos (Frape, 1992).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Os eqüinos necessitam de uma fonte de água de boa qualidade a ser fornecida em quantidades satisfatórias diariamente para suas funções fisiológicas normais. Limpar os bebedouros freqüentemente, removendo algas e outros materiais que possam estar prejudicando aspectos qualitativos da água, como restos de alimentos e insetos, são medidas necessárias para manter um consumo de água adequado pelos animais. Apenas recomenda-se restringir o consumo de água momentos antes e durante a recuperação dos animais após realização de exercícios, quando o batimento cardíaco e os movimentos respiratórios estão elevados (Lewis, 2000). Assegurar um consumo de água adequado é fundamental em eqüinos expostos a exercícios prolongados ou em ambientes quentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O índice de água corporal dos eqüinos é relativamente constante (68 a 72 % do peso total), sendo que a exigência mínima de água pelos eqüinos em mantença está diretamente correlacionada às perdas. As principais formas de perdas de água são as excreções através da urina, das fezes, do suor, da evaporação nos pulmões e pela secreção de leite (Robinson e Mccance, 1952; Mcdonnell et al., 1999).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A quantidade de água consumida pelos eqüinos está relacionada a diversos fatores, como já destacado anteriormente, a composição química bromatológica dos alimentos associada especialmente ao conteúdo de proteínas, minerais e fibra da dieta, porém, a digestibilidade das dietas, a temperatura e a umidade relativa do ar, a atividade física e o estágio fisiológico em que se encontram os animais são efetores cumulativos sobre as perdas e têm que ser compensadas pela ingestão de água (Kristula e Mcdonnell, 1994; Mcdonnell e Kristula, 1996).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Neste contexto, o NRC (1989) destaca que um dos fatores mais importantes que influenciam no consumo de água é a ingestão de matéria seca, sendo recomendado que os cavalos bebam 2 a 3 litros de água / kg MS ingerida. A restrição ao consumo de água pode levar a uma depreciação do apetite e redução no consumo voluntário de alimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Observando o consumo de água a vontade durante ensaios de metabolismo com cavalos em mantença, sugeriu se que a possibilidade de realização de equações de regressão que expliquem o consumo de água em função da matéria seca ingerida, com grau elevado de confiança. No entanto, embora a literatura relate que cavalos à pasto ingiram água somente uma ou duas vezes por dia, é evidente a falta de dados sobre ingestão voluntária de água.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A avaliação objetiva dos sistemas gerenciais sobre animais e efeitos associados à saúde e o bem-estar animal têm demonstrado ser oportuna e importante tal averiguação, especialmente, a investigação da quantidade de água consumida por cavalos estabulados (Freeman et al., 1999). Desta forma, o consumo de água pelos eqüinos está ligada diretamente a vários fatores que podem prejudicá-lo quando ao desempenho e saúde caso não sejam atendidas as quantidades e qualidades da água ideal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em nutrição animal, sempre recomendasse que a qualidade de água fornecida aos animais, seja tão boa quanto a água destinada ao consumo humano, assim fornecendo água a vontade, estaríamos garantindo que os animais não tenham seus consumo de água restringidos e sim disponibilizados para atender as exigências fisiológicas de cada categoria animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leonir Bueno Ribeiro &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Paula Konieczniak&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fonte: http://www.cavaloscrioulos.com.br/&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4262589874788195854?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4262589874788195854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/avaliacao-do-consumo-de-agua-e-seus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4262589874788195854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4262589874788195854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/avaliacao-do-consumo-de-agua-e-seus.html' title='AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA E SEUS EFEITOS DIRETOS SOBRE O DESEMPENHO DE CAVALO'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5994757515390126381</id><published>2012-01-03T09:13:00.001-08:00</published><updated>2012-01-03T09:13:43.194-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades'/><title type='text'>Crendice Popular</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Querendo defender-se da “peste branca” como era conhecida a tuberculose, o povo se valia das crendices e das meizinhas. O remédio mais exótico, popular em diversas regiões do brasil, era a costela amassada do cachorro. Metiam os pedaços menores da costela numa vasilha onde havia leite de jumenta preta. Esse leite, colocado num fogão até ferver, tinha de ser ingerido ainda morno pelo doente…&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5994757515390126381?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5994757515390126381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/crendice-popular.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5994757515390126381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5994757515390126381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/crendice-popular.html' title='Crendice Popular'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-3956091222737502660</id><published>2012-01-01T13:47:00.001-08:00</published><updated>2012-01-01T13:50:25.394-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia'/><title type='text'>A feira de muares de Sorocaba e a construção do Brasil contemporâneo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-UIX9tztZPz0/TwDUVeW0o_I/AAAAAAAABgY/5vzrhXYdxCw/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-f6trI2joqMY/TwDUdOSHxzI/AAAAAAAABgg/U9VmijkzPBI/image_thumb1.png?imgmax=800" width="456" height="117" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As gigantescas dimensões do território brasileiro; a enorme extensão de nossa costa marítima, provida de reduzido número de ancoradouros naturais e a barreira das serras que, correndo próximas ao Atlântico, se interpõe entre o litoral e o interior imprimiram à ocupação e povoamento do País e à construção da unidade nacional o caráter de uma epopeia.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nos dois séculos posteriores à descoberta, movidos pela busca de riquezas lendárias – cidades de ouro, minas de prata, serras de esmeraldas – foi o Brasil percorrido por numerosas expedições armadas, as bandeiras. Voltadas para o apresamento e escravização dos silvícolas e a busca de metais preciosos, dilataram as nossas fronteiras obtiveram sucesso no apresamento dos indígenas e colecionaram resultados irrelevantes em seus projetos de mineração. O êxito em relação a este objetivo somente começa a ser alcançado a partir do final do século XVII com a localização das primeiras zonas auríferas, prenuncio dos sucessos das décadas seguintes    &lt;br /&gt;em Minas Gerais e em Cuiabá.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O próprio sucesso, quando finalmente foi alcançado, trouxe consigo desafios consideráveis. Os mineradores, dedicados em tempo integral à busca do ouro, se descobriram, em dado momento, isolados nos confins de Minas, sem suprimentos para sustentar-se nem meios de escoar o minério extraído. Inexistiam estradas e sistemas de transporte de que pudessem socorrer-se.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Vencer as consideráveis distâncias que separavam os mineradores do litoral, transportando cargas de peso considerável através de trilhas estreitas e íngremes era tarefa que, à época, só poderia ser executada por mulas, animais híbridos, resultantes do pareamento entre o jumento e a égua. Elas haviam sido introduzidas no Brasil, pelos primeiros colonizadores, mas em meados do século XVII, quando os criatórios no nordeste já eram numerosos e florescentes, uma estranha determinação do rei de Portugal determinou que fossem totalmente extintos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Supostamente não havia interesse da coroa lusitana em se encorajar a produção de um animal híbrido, apesar de suas indiscutíveis qualidades como montaria e transportador de carga.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estavam as coisas nesse pé quando entrou em cena um personagem até então não existente na vida brasileira: o tropeiro. Audaciosamente ele se propõe a solucionar o impasse nas Minas com a introdução, no Brasil, de equinos que, produzidos nos criatórios do Rio de Prata, pelos espanhóis, haviam ficado subitamente sem mercado com o colapso da extração da prata nas minas de Potosi, na atual Bolívia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;As dificuldades a vencer eram numerosas. Era relativamente fácil burlar a vigilância do governo espanhol e trazer mulas da Argentina e do Uruguai, pelo chamado caminho da Praia, até Araranguá (SC).     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;E entre São Paulo e Curitiba já existia uma ligação, aberta pela instalação, nas sesmarias concedidas pela coroa portuguesa, de fazenda de criação de gado. O desafio a vencer era a abertura de uma estrada serra acima, de Araranguá a Curitiba, tarefa iniciada por Souza Faria e complementada por Cristovão Pereira de Abreu. Ele retificou e melhorou o caminho aberto pelo primeiro, melhorando trechos, construindo dezenas de pontes e pontilhões e, em 1733, passa por Sorocaba e chega a São Paulo, à frente de 130 proprietários de tropas, trazendo consigo 3.000 mulas trazidas do sul. Estava dado o passo inicial para garantir o suprimento regular das áreas de mineração e o escoamento do ouro das Gerais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Essa nova situação teve repercussões enormes sobre a colônia, determinando inclusive a transferência de sua Capital de Salvador para o Rio de Janeiro, onde permaneceria até 1960.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Logo ficou evidente que o melhor ponto terminal para a jornada dos tropeiros de mulas – ou de tropas xucras – e a subsequente comercialização dos animais por eles trazidos numa feira eram os arredores da Vila de Sorocaba, em cujos campos e aguadas os equinos poderiam recobrar as energias consumidas na longa jornada, ganhando peso e beleza antes de serem postos a venda.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Em 1750, a criação do Registro de Sorocaba para recolhimento dos pesados tributos incidentes sobre o comércio de muares consolida a feira que será, durante quase século e meio o principal evento comercial do País. Nesse meio tempo, mulas agrupadas em grupos de transporte, conduziam cargas de todos os tipos e até pessoas – a maneira mais segura de se viajar de um ponto a outro do Brasil era juntar-se à comitiva de uma tropa arreada-, ligando entre si, no dia a dia, nossos raros centros urbanos com dezenas de povoados remotos, promovendo, em paralelo com a movimentação de mercadorias, um intercâmbio de ideias e ideais que construiu, de maneira pacífica, a integração territorial do país e a unidade nacional de forma absolutamente pacífica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A longevidade da tropa cargueira ultrapassou em muito a da feira de     &lt;br /&gt;Sorocaba, entrando pelo século XX e sobrevivendo, ainda que em escala reduzida, inclusive à consolidação da era rodoviária que, em meados da década de 1950, com a implantação da indústria automobilística     &lt;br /&gt;nacional, a abertura das grandes rodovias federais e a consolidação da     &lt;br /&gt;Petrobrás, assume um papel de dominância incontrastável no mercado de transportes. Ainda hoje encontramos na tríplice divisa entre São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, tropeiros a ligar povoados remotos com os mercados que consomem os bens ali produzidos e suprem os seus moradores dos bens necessários.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Aplicando arranjos produtivos previamente testados na América espanhola, o tropeirismo brasileiro, aprimorou-os dando eles um caráter tipicamente empreendedor.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tanto o tropeiro de mulas quanto o de tropas cargueiras eram donos de seus animais e chefes de seus camaradas. Trabalhavam por conta própria, o que faz deles os nossos primeiros empresários.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A feira de Sorocaba, em sua longa existência, exerceu um tríplice papel ainda não suficientemente estudado: viabilizou a acumulação de capitais que financiou a cafeicultura paulista e, por via de consequência, a industrialização que, no século XX, colocou São Paulo na vanguarda da economia nacional; gerou uma atividade organizada de financiamento à compra de tropas e ao pagamento dos tributos devidos pelos tropeiros no Registro de Sorocaba, cuja contribuição à estruturação do sistema bancário brasileiro não pode ser ignorada e fez com que as indústrias de tecidos de algodão em território paulista brotassem pioneiramente, de modo quase simultâneo, nas cidades do Vale Médio do Rio Tietê (Itu, Salto, Sorocaba, Tatuí, São Roque) e não na Capital como por vezes se imagina. Foi, portanto, a semente da vocação industrial de Sorocaba que, em nossos dias, atinge seu ponto de maior desenvolvimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Geraldo Bonadio&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: O Tropeiro&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-3956091222737502660?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/3956091222737502660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/feira-de-muares-de-sorocaba-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3956091222737502660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3956091222737502660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2012/01/feira-de-muares-de-sorocaba-e.html' title='A feira de muares de Sorocaba e a construção do Brasil contemporâneo'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-f6trI2joqMY/TwDUdOSHxzI/AAAAAAAABgg/U9VmijkzPBI/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-3985201783900646789</id><published>2011-12-30T03:44:00.001-08:00</published><updated>2011-12-30T03:44:41.489-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Historia'/><title type='text'>Origens e Importância do Ciclo do Tropeirismo</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-qNl1q9ooQmM/Tv2kBhUi-sI/AAAAAAAABf4/VUDAj2d6ofk/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-RECWRkjfoqI/Tv2kJJnoJPI/AAAAAAAABgA/R6D5Bat1WbA/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="179" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde os tempos mais antigos, a tropa de muares foi intensamente utilizada em várias regiões do mundo, e naturalmente, na Península Ibérica. O sistema de transporte por muares através da Espanha e Portugal, fartamente descrito por viajantes de diversas épocas, ainda subsiste onde quer que as condições das regiões acidentadas o exijam. Os implementos dos cargueiros, a disposição das tropas, eram os mesmos que vimos encontrar nas tropas de muares, na América Espanhola e no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A tropa cargueira na Hispano-América      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A tropa cargueira foi transplantada para a Hispano-América já no século XVI, com tropeiros fazendo o transbordo de cargas de Portobelo, cidade portuária no Atlântico, próxima à atual zona do Canal, à cidade do Paraná, no outro lado o istmo, para as frotas do Pacífico que se dirigiam ao Vice-Reino do Peru; ou ainda, por terra firme, a partir de Portobelo, em direção a Santa Fé, na Colômbia, cuja praça de mercadores mereceu o título de “Sevilha das Índias”. Um pouco mais tarde, toda uma intrincada rede de caminhos, cruzava as possessões espanholas e pode-se dizer que as estradas que hoje entrecortam e ligam o continente centro e sul-americano, inclusive a principal delas, a Pan-Americana são calcadas nas rotas utilizadas desde o século XVI, pelos arrieiros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Essa mesma instituição passou ao Brasil, efetivamente, quase dois séculos depois transmitida pelos platinos – quando a partir do século XVIII, a Banda Oriental e a Argentina passaram a fornecer muares ao Brasil e as tropas de muares tiveram, desde então e até o último quartel do século XIX, papel relevante como elo entre os núcleos populacionais dispersos pela vastidão brasileira, levando e trazendo mercadorias e idéias, integrando-os ao contexto nacional.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O descobrimento das Minas      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Em fins do século XVII e princípio do XVIII o descobrimento das minas na Capitania das Minas Gerais acarretou um maciço deslocamento de numerosa massa humana para a região das jazidas. De todas as partes da Colônia e mesmo da Metrópole movimentaram-se pessoas na direção das terras mineiras, deslumbradas pela atração dos metais e pedras preciosas,     &lt;br /&gt;com o pensamento único de enriquecimento rápido e esquecidas de organizarem meios de sobrevivência naquelas paragens.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sobrevieram então crises, pela falta de condições mínimas de subsistência em que se debateram as populações das minas, principalmente pela dificuldade do estabelecimento de um sistema de transporte eficiente e econômico numa região tão irregularmente ocupada – núcleos densamente povoados, separados por imensas áreas desertas.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Enquanto isso, ao sul, nas planícies platinas, desde o século XVI, era incalculável o número de cabeças de gado bovino, equino, muar. E estas seriam a solução para o abastecimento das regiões mineiras, tão carentes e às quais só dois meios de transporte se adaptavam: o carregador humano e o animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A dificuldade estava em como trazer os animais, já que a região a ser vencida era àspera, pois se precisava atravessar a Serra Geral, praticamente desconhecida, e a viagem seria longa e penosa pela inexistência de um caminho aberto.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Surge então o Cel. Cristóvão Pereira de Abreu, português de nascimento e que mereceu a citação como o primeiro nome do Ciclo do Tropeirismo. Estivera ele entre os fundadores da Laguna e conhecia bem a região da Colônia do Sacramento; convivendo por aqueles lugares, participou pessoalmente de caça ao gado cimarron, das lutas com índios, e percebeu o grande valor que representaria todo aquele gado se pudesse ser levado para as minas. Procurou convencer os governantes de São Paulo e Curitiba a empreender a abertura de uma estrada ligando o Rio Grande a Curitiba. Encontrou forte oposição pelo medo, já que uma estrada aberta pudesse facilitar o ataque castelhano; após vencêlo, teve início em 1724, a estrada que partia das imediações de Laguna.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Cristóvão Pereira de Abreu, por conta própria retificou o traçado que havia sido aberto por Francisco de Souza Faria em 1727, estabelecendo início da mesma de Viamão, próximo da atual Porto Alegre, chegando a construir cerca de duzentas pontes. Sua primeira viagem em 1733, já foi com uma tropa de mais de dois mil animais. Citando Alfredo Ellis Junior: “Talvez a estrada do Rio Grande a São Paulo tenha sido a rota de maior importância do Brasil, pois sem ela não teria havido o ciclo do ouro, não teria havido o do café e nem a unidade nacional teria sido levada a cabo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A partir de então, teve início o chamado Ciclo do Tropeirismo que duraria século e meio, e a instituição que já fora implantada na América Espanhola, entrou no Brasil guardando as mesmas características.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rotas do Sul para Sorocaba      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O gado das planícies platinas, tanto os que se criavam a solta ou cimarrones como os das estâncias próprias passaram a ser altamente desejadas pelos comerciantes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Com a abertura do caminho do Sul, com a viagem de Cristóvão Pereira de Abreu essa riqueza móvel passou a ser tangida dos campos da Argentina, Uruguai e do próprio Rio Grande do Sul, cada vez em número maior.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os compradores entravam pelo Uruguai chegando a Entre Rios e Corrientes    &lt;br /&gt;(na Argentina); na volta, a partir do Rio Grande, passaram a seguir, embora com pequenas variantes, o caminho para o grande centro distribuidor de muares, que ficou sendo Sorocaba.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O caminho do Sul, considerado a partir do Rio Grande do Sul se iniciaria por    &lt;br /&gt;Viamão, origem da atual cidade de Porto Alegre; Cruz Alta, Passo Fundo, ainda no Estado do Rio Grande do Sul, sendo que partiam de Cruz Alta, aqueles que estivessem trazendo os animais da região de Corrientes (Argentina); Lajes e Mafra, em Santa Catarina, sendo esta cidade famosa     &lt;br /&gt;por um tipo de estribo que liberava o pé do cavaleiro, em caso de acidente; Rio Negro, onde havia um Registro de Animais e Lapa, famosa pelas suas facas e facões – a “lapeana”, São José dos Pinhais e Curitiba, todas no Estado do Paraná; poderia haver algumas variações, onde, a partir de Lapa, encaminhava-se para oeste e passava-se por Guarapuava – cujos famosos cavalos eram bastante estimados -, Palmeira, Ponta Grossa, Castro e Jaguariaiva. No Estado de São Paulo, passava-se por Itararé, Itapeva, Buri ou pouso da Escaramuça, Itapetininga, Alambari ou pouso das Pederneiras afamados pelas pedras do mesmo nome e usadas nas armas, Campo Largo (atual Araçoiaba da Serra) onde as tropas descansavam antes do início das vendas, e finalmente, Sorocaba.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A Partir desta cidade que era o centro irradiador do meio de transporte mais     &lt;br /&gt;necessário e útil na época, eram inúmeras as rotas, que não nos seria possível fazer um levantamento delas para esta ocasião, mas podemos lembrar que estávamos a meio caminho para as Minas, São Paulo e de lá Rio de Janeiro e muitas outras direções.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Características das Tropas      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Até 1733, o vocábulo tropa, fora da acepção militar, era utilizado também para designar as expedições de resgates de índios.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os sul-americanos empregavam o termo “tropa” e “Tropero”, com o sentido de rebanho bovino, equino ou muar, em marcha para a feira ou matadouro.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tropa, que primitivamente significava multidão de homens ou animais, no Rio    &lt;br /&gt;Grande do Sul se referia à multidão de qualquer espécie de animal e no centro e resto do Brasil passou a representar apenas os rebanhos de equinos, muares e asininos.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os habitantes do Rio da Prata e do Peru já vinham se utilizando dos muares, há longo tempo, por terem comprovado sua maior capacidade do que os cavalos, principalmentenos terrenos montanhosos.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os dois tipos de tropas      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;As tropas de muares podem ser divididas em dois grupos – a tropa xucra ou solta e a tropa arreada ou cargueira.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tropa xucra – Os compradores de animais vinham pelo caminho ou estrada do sul trazendo um grande número de animais soltos, guiados pela égua madrinha. A explicação para a presença da égua madrinha era a de que os muares seguem instintivamente um guia, e o fato de estarem acostumados    &lt;br /&gt;à própria mãe facilita a caminhada após o animal à frente. A denominação,     &lt;br /&gt;madrinha, é a mesma da América Espanhola.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Os animais da tropa chucra eram geralmente domados em viagem, nos pousos, ou nos campos à volta da cidade de Sorocaba enquanto aguardavam a venda.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tropa arreada ou cargueira – Era a verdadeira tropa, constituída por animais habituados ao trabalho e que levavam suspensas nas cangalhas, suas canastras com as mercadorias a serem comercializadas por grandes distâncias, e pelo conjunto humano que a cuidava, composto do tropeiro e camaradas ou peões.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O número de camaradas variava de acordo com a quantidade de lotes da tropa – lotes eram os pequenos grupos de cargueiros em que era subdividida a tropa para facilitar o trabalho dos homens. Quando a tropa contava com mais de cinco lotes (e o número de animais variava de sete a onze) contava com a presença da mula da “cabeçada”, geralmente uma das mais fortes e    &lt;br /&gt;que portava uma peça de couro (peitoral) ornada de guizos e entre as orelhas, uma “boneca” ou enfeite de pano, geralmente vermelho ou uma pluma da mesma cor e assim a “cabeçada” dividia com a “madrinha”     &lt;br /&gt;o encargo de guiar a tropa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O tropeiro ia geralmente montado e cada lote fica aos cuidados dos tocadores ou tangedores; o arrieiro e ou capataz, algumas vezes presente para auxiliar ou substituir o tropeiro, também ia montado e era um personagem importante, pois supervisionava todo o conjunto. Em algumas tropas havia o menino-madrinheiro que ia ao lado da madrinha e era o encarregado da cozinha. Na sua ausência, um dos peões acumulava a função de cozinheiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tropeirismo caracterizou-se pelo uso generalizado do lombo de animal, equino ou muar, especialmente este, para o transporte de carga. A utilização da mula como principal meio de transporte se deve ao fato de ser um animal muito mais resistente que o cavalo.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De qualquer modo, a história de São Paulo e do Brasil só se ocupa de muares quando, no começo do século XVIII, se povoa o Rio Grande e os primeiros tropeiros trazem a Minas Gerais as primeiras tropas.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Desde o início do século XVIII, grande número de animais eram trazidos das paragens platinas e do sul do Brasil para os mercados brasileiros sendo a região das Minas Gerais a que solicitava maior quantidade de meio de transporte, visto que as tropas carreavam para as minas, artigos de intercâmbio comercial, determinadores da exportação e importação.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Além dos metais transportados nas Minas, havia os gêneros alimentícios,    &lt;br /&gt;mercadorias diversas, artigos manufaturados e a exportação de fumo.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No surto cafeeiro de princípios do século XIX, os tropeiros tiveram uma atuação marcante, já que a sua atividade amparou a nascente lavoura, futura fonte de divisas para o Brasil. Segundo Taunay, em sua “História do Café no Brasil”, não fosse a presença dos muares, a lavoura do café não teria alcançado a extraordinária expansão a que chegou, antes de ferrovias.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qualquer outro meio de transportes teria sido impraticável nas regiões    &lt;br /&gt;acidentadíssimas, onde a cultura cafeeira veio substituir as florestas das zonas das matas do Rio e de Minas.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ciclo do açúcar e a seguir do café, em Minas, São Paulo e Rio, os tropeiros levavam aos portos do Atlântico estes produtos e traziam sal, ferragens e “fazendas do mar em fora” (sob esta denominação vinham todos os objetos de importação e não apenas tecidos).    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os tropeiros de Sorocaba quando se dirigiam ao sul, em busca de animais a    &lt;br /&gt;serem vendidos aos tropeiros de tropas cargueiras, levavam as vezes, alguns lotes de animais arreados com pequenas mantas ou baixeiros, redes, tecidos, de produção sorocabana e de lá traziam entre outras cargas o mate.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;As tropas, estabelecendo a única ligação entre o sul e o nordeste do país, entre as capitais, vilarejos e litoral, carregavam cargas, mercadorias, viajantes e até malas postais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Os que necessitavam locomover-se para pontos distantes, serviam-se dos cavalos que para esse fim, acompanhavam as tropas. Os jovens que, do sul, do centro e centro-oeste do país vinham estudar na Faculdade de Direito de São Paulo, instalada no mosteiro do Largo de São Francisco, e que vinha funcionando desde março de 1828, serviam-se desse meio de transporte.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mesmo os que aportavam a Santos vindos por navegação costeira, de lá subiam a serra, a cavalo, junto com as tropas.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, transportando mercadorias diversas e idéias novas, formavam as tropas e o elo entre as povoações espalhadas pela imensidão brasileira contribuindo para a unidade nacional.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;A feira de Sorocaba      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Muitas são as possíveis causas da localização da feira de animais em Sorocaba e uma delas e mais provável, junto à ponte do Rio Sorocaba, que forçava o pagamento de impostos, e como era o comprador quem os pagava, favorecia a que se desse o encontro vendedor-comprador aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Já foi algumas vezes sugerido o argumento de que o clima da região de     &lt;br /&gt;Sorocaba seria propício à realização das feiras por ser ameno e perfeitamente tolerável aos comerciantes dos dois extremos climáticos: o gaúcho e o nordestino – o certo é que o consumidor – preferia vir à feira de Sorocaba, que ir buscar os animais nas estâncias sulinas.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De qualquer modo, com a instalação do Registro de Animais em 1750, foram os vendedores de animais do sul, e os compradores do norte, percebendo a conveniência de fixar um ponto intermediário para suas negociações e têm início em Sorocaba as famosas feiras de muares.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As feiras de Sorocaba, enfim estabeleceram um tipo de pan-americanismo prático, com o intercâmbio entre o Brasil e as Repúblicas vizinhas. Os animais eram adquiridos no Uruguai e nas províncias argentinas de Entre Rios e Corrientes e com as tropas vinham muitas vezes peões uruguaios,    &lt;br /&gt;correntinos e em menor número paraguaios. Foram as maiores do país,     &lt;br /&gt;chegando a atingir cifras fabulosas, com até cerca de cinquenta mil animais vendidos numa feira, geralmente nos meses de março, abril e maio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Por ocasião da chegada dos vendedores de animais e seus compradores, para cá acorriam também os circos de cavalinhos, companhias teatrais, joalheiros e mascates de toda espécie. Os próprios seleiros sorocabanos, já tendo iniciado a indústria de artefatos de couro, celebrizaram-se, auxiliados pelo trabalho dos ourives especializados em prata, que enriqueciam e enfeitavam os arreios. Com o algodão, utilizado também para a tecelagem     &lt;br /&gt;de alguns tecidos rústicos, faziam as famosas redes, além da indústria de     &lt;br /&gt;facões, também muito valorizada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Toda a vida da cidade era modificada nessa época do ano e, assim,     &lt;br /&gt;concomitantemente à identificação do mercado de compra e venda de animais, o desenvolvimento da cidade se processava.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os animais a serem vendidos ficavam aos cuidados dos peões nos campos vizinhos à cidade e ali eram feitas as domas, pois muitos compradores confiavam na&amp;#160; arte dos sorocabanos.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;À noite, nas praças, dançava-se o fandango, sapateado de origem hispânica    &lt;br /&gt;e que se fixou no folclore brasileiro sob&amp;#160; diversos nomes: cateretê, catira, ou mesmo fandango.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;De ano para ano, as feiras ganhavam em animação, colorido e grossas fortunas e capitais se amealhavam e foram empregados na compra e venda de muares. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O comércio das tropas entrou a definhar na fase que assinala o início do ciclo das estradas de ferro – 1872 a 1875. Contudo, e ainda durante muito tempo, tentaram inutilmente as tropas de muares enfrentarem a concorrência das ferrovias. Pouco a pouco foram cedendo terreno e cessando suas atividades até que, em 1897, quando a feira se iniciava, o surto da febre amarela deu o golpe de misericórdia sobre o já decadente ramo de negócio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Semana do Tropeiro      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Do exposto podemos concluir que os tropeiros e as tropas desempenharam no Brasil e na América, um papel dos mais relevantes, quer como realizadores do progresso econômico, quer como incentivadores da unidade nacional.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conquistada a terra, com os núcleos de ocupação perdidos na vastidão, foi o    &lt;br /&gt;Tropeiro e a tropa de muares que, varando sertões e ravinas, rasgando matas, cruzando serras, vadeando rios, que assegurou – e manteve, a circulação de produtos, de bens e de idéias.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;Sorocaba, por sua posição estratégica, tornou-se o centro natural de encontro dos tropeiros e nada mais justo que à nossa cidade, conhecida em todo o Brasil por este fato, coubesse a gratificante incumbência de reverenciar e enaltecer este herói anônimo. Por iniciativa nossa, como dirigente do Museu Histórico e Pedagógico Rafael Tobias de Aguiar, contando com a colaboração do então secretário de Educação Municipal, Prof. Otto Wey Neto e do compositor e folclorista Roque José de Almeida, conseguimos realizar a 1ª Festa do Tropeiro, nos dias 4 e 5 de novembro de 1961. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;No dia 4, no Gabinete de Leitura Sorocabano, teve lugar a sessão solene, com o Dr. Hélio Rosa Baldy discorrendo sobre o tropeirismo e a presença do poeta Paulo Bonfim, que leu seu poema Tropeiro de Sorocaba. No dia 5, pela manhã, junto ao Monumento ao Tropeiro, ouvimos o Dr. Álvaro Baddini e, à tarde, no Ginásio Municipal de Esportes, ocorreu a grande festa folclórica reunindo participantes de outras cidades, além dos da nossa, apresentou     &lt;br /&gt;grupos de violeiros, fandango, congada e cururu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;No ano seguinte, nos dias 24 e 25 de novembro, tivemos como orador, na sessão litero-musical, o Dr. Paulo Breda e na manhã do dia 25, um grupo de cerca de 30 cavaleiros atravessou a cidade, do bairro do Cerrado até o Monumento ao Tropeiro, onde foram saudados pelo Prof. Daniel Nascimento; a festa folclórica no Ginásio Municipal de Esportes, contou com o grupo do Prof. João Chiarini, de Piracicaba, que apresentou números de cana verde,     &lt;br /&gt;congada, samba de roda, samba de lenço, dança dos tangarás, violeiros e cururu. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Em 1963, a Lei Municipal Nº 1151, de 14/10/63, autoria do vereador Hélio Teixeira Callado, tornava oficial a comemoração, fixando a época de realização na segunda quinzena de maio, atendendo à orientação do historiador Aluísio de Almeida, de que esta seria a época mais provável da realização das feiras de muares.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A comemoração do evento foi interrompida por algum tempo, mas a partir de 1970, a Semana do Tropeiro, já então contando com o entusiasmo e dinamismo de companheiros como Mário Mattos, Benedicto Cleto, Adilson Cezar, Porphirio Rogich Vieira, Adolfo Frioli e muitos outros, renasceu    &lt;br /&gt;com redobrado vigor e extrapolou os limites não só da cidade, da região,     &lt;br /&gt;como os do próprio Estado. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Se em meados do século XVIII, quando teve início este significativo ciclo histórico, coube a nós sorocabanos o privilégio de servir de entreposto de mercadoria altamente desejada e de local de encontro não só de brasileiros de todas as regiões como de estrangeiros, cabe-nos agora, a responsabilidade de divulgar junto às novas gerações a grandiosidade de sua obra, a pujança de sua figura intimorata, para que todos juntos possamos reverenciar o Tropeiro, o lídimo representante de nossa gente, o homem simples que de modo efetivo, consolidou a tarefa do bandeirante, refazendo a conquista e a posse da terra em cada viagem e promoveu, com o entrecruzar de mercadorias e notícias, a unidade nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fonte: O Tropeiro&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: Vera Ravagnani Job&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-3985201783900646789?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/3985201783900646789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/origens-e-importancia-do-ciclo-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3985201783900646789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3985201783900646789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/origens-e-importancia-do-ciclo-do.html' title='Origens e Importância do Ciclo do Tropeirismo'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-RECWRkjfoqI/Tv2kJJnoJPI/AAAAAAAABgA/R6D5Bat1WbA/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-915286664081927963</id><published>2011-12-29T03:43:00.001-08:00</published><updated>2011-12-29T03:43:05.707-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>DVDs Diversos</title><content type='html'>&lt;p&gt;1. &lt;b&gt;Aparação dos cascos e correções dos desvios de aprumos &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-_vpnzz5l0L8/TvxSKx-mXHI/AAAAAAAABfY/bEFNQeCCOvA/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-XDqRJI_uxoo/TvxSNPMQ6jI/AAAAAAAABfg/_0KDnMGB4lc/image_thumb1.png?imgmax=800" width="394" height="298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Regiões do casco, funções, principais afecções, equipamento necessário para o casqueamento, aparação correta, regra fácil e prática para a correção dos desvios de aprumos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. &lt;strong&gt;Genética e resenha de pelagem nos eqüinos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-V70GRvUhdR4/TvxSO1xjHHI/AAAAAAAABfo/8eVlR57ivP8/s1600-h/image7.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-wS1fDI_mRw0/TvxSSCeZ2eI/AAAAAAAABfw/nIZ7SawSgHo/image_thumb3.png?imgmax=800" width="396" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como resenhar corretamente as diferentes pelagens e suas particularidades, pelagens dominantes, composição genética e o que esperar dos acasalamentos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-915286664081927963?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/915286664081927963/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/dvds-diversos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/915286664081927963'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/915286664081927963'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/dvds-diversos.html' title='DVDs Diversos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-XDqRJI_uxoo/TvxSNPMQ6jI/AAAAAAAABfg/_0KDnMGB4lc/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5790154407252145023</id><published>2011-12-28T08:46:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T08:48:39.845-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Tropas'/><title type='text'>Resgatando o CAMINHO DOS TROPEIROS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-Wpz-d7QbTDs/TvtH6n6WsdI/AAAAAAAABfI/P5wiNznQ2Ss/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-c22yMH2zoEs/TvtH8Q3mydI/AAAAAAAABfQ/OKO-BKxeswA/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="175" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eles surgiram com a exploração do ouro, mas não eram mineiros. Firmaram-se com o transporte de gado, mas não eram vaqueiros. Dedicaram-se ao café, mas não eram lavradores. Viviam a levar e trazer produtos, mas não eram caixeiros-viajantes. Eram tropeiros, homens de hábitos simples, riso largo, sem parada, mas com destino certo. Eles ajudaram a desbravar este país, enfim. Os tropeiros tem lugar especial na história do Brasil. Apareceram entre os séculos 17 e 19, Viajavam no lombo de burros e mulas, suprindo as necessidades de alimentos dos exploradores de minas entre a região sul e sudeste do país. Enfrentavam sol escaldante, chuva cortante e muitas vezes deram com os burros n’ água, como diz a expressão que é usada até hoje, é apenas uma das heranças dos tropeiros. O dito teria vindo de uma lenda que conta de dois tropeiros disputavam um cliente, o que chegasse primeiro ao destino ganharia. Um escolheu carregar algodão, por ser mais leve, o outro sal, pelo seu volume. Cada um tomou seu rumo, mas ambos tiveram de enfrentar um rio inesperado e as cargas de algodão e de sal se perderam. O algodão adquiriu enorme peso e o sal se perdeu nas águas. Moral da história: deram com os burros n’água!. Essa outra história permeia a rica vida dos tropeiros, responsáveis pela criação e pelo desenvolvimento de diversas cidades brasileiras,pelo traçado ferroviário, São Paulo, Rio Grande do Sul e Uruguay, e pelo surgimento do famoso arrozcarreteiro, entre outros tantos feitos, resgatá-los é no mínimo revisitar o passado para entender e dar valor ao Brasil de hoje. Há muitas histórias desse período para serem contadas e nada melhor para aprendê-las do que refazer esse percurso, os governos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo em conjunto com o Governo Federal, poderiam criar o caminho das tropas, resgatando a cultura e desenvolvendo o turismo dessa rota, saindo de Viamão (RS) a Sorocaba (SP), podendo realizar uma exposição itinerante que conte a história dos tropeiros e lançar um livro de receitas do caminho, um guia    &lt;br /&gt;turístico do Caminho das Tropas, o diário da tropeada e um livro didático, além de treinar professores da rede pública para passar aos estudantes a importância dessa fase da história para os Municípios envolvidos. Todas essas ações, devem contar com parceiras, tanto de associações ligadas ás áreas de turismo e cultura, quanto a da iniciativa privada, já que a maioria delas pode se beneficiar de leis Municipais, Estaduais e Federal de incentivo a cultura. Em paralelo a essa proposta, a Prefeitura de Itararé, através da Associação Caminho Paulista das Tropas, ONG que divulga e promove a cultura tropeira da região , elaborou o projeto Caminho dos Tropeiros. O circuito corresponde ao trecho paulista do Caminho das Tropas, que vai de Itararé a Sorocaba, passando por, Itararé, Bom Sucesso de Itararé, Itaberá, Itapeva, Taquarituba, Itaí, Taquarivaí, Buri, Capão Bonito, Ribeirão Grande, Campina do Monte Alegre, Paranapanema, Angatuba, Itapetininga, São     &lt;br /&gt;Miguel Arcanjo, Alambarí, Sarapuí, Capela do Alto, Laranjal Paulista, Iperó, Araçoiaba da Serra e Sorocaba, beneficiando 22 Municípios.No vale do Ribeira, Apiaí, Barra do Chapéu, Itapirapuã Paulista, Itaoca, já participam do circuito e realizam suas cavalgadas, uma delas é de Bom Sucesso de Itararé a Iguape, realizada anualmente. Vale ressaltar que essas rotas permitirão a criação de trabalho para os moradores das comunidades da região. Com a passagem da tropeada, hotéis, pousadas, restaurantes. Bares, lanchonetes e museus ganharão vida nova, o artesanato e a culinária típicas da região também serão beneficiados. È a cadeia produtiva do turismo trazendo o desenvolvimento. Se por um lado as necessidades da vida moderna nos levam a criar atalhos, por outro não temos o direito de deixar escapar a oportunidade do reconhecimento histórico, nenhum país do mundo se faz grande sem preservar suas raízes. Nesse sentido o Brasil não é diferente dos demais, somos jovens em relação ao velho mundo, mas até os jovens histórias inesquecíveis. Índios, Jesuítas, bandeirantes, escravos, monarcas, imigrantes europeus, asiáticos, africanos e americanos e os tropeiros, enfim, todos tem importante participação na história e construção do Brasil, este é um país de todos e sempre será para todos, a riqueza de nossa cultura não pode se perder pelos caminhos do progresso.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: Orailson Pereira da Silva Tortelli&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: O Tropeiro, Dez 2011&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5790154407252145023?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5790154407252145023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/resgatando-o-caminho-dos-tropeiros.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5790154407252145023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5790154407252145023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/resgatando-o-caminho-dos-tropeiros.html' title='Resgatando o CAMINHO DOS TROPEIROS'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-c22yMH2zoEs/TvtH8Q3mydI/AAAAAAAABfQ/OKO-BKxeswA/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4684412479205155231</id><published>2011-12-28T05:50:00.001-08:00</published><updated>2011-12-28T05:50:00.021-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>DVD Equusmanship</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-wmU2PfsMLw8/Tvsed6j88mI/AAAAAAAABc4/KoH6TGlGTto/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-AsNV4ILydlI/TvsehFTAByI/AAAAAAAABdA/CsuhXvKPyEw/image_thumb1.png?imgmax=800" width="457" height="353" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4684412479205155231?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4684412479205155231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/dvd-equusmanship.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4684412479205155231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4684412479205155231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/dvd-equusmanship.html' title='DVD Equusmanship'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-AsNV4ILydlI/TvsehFTAByI/AAAAAAAABdA/CsuhXvKPyEw/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5434314234071723316</id><published>2011-12-22T09:50:00.001-08:00</published><updated>2011-12-22T09:50:34.972-08:00</updated><title type='text'>Feliz Natal!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-3vwOmw37dOs/TvNt3zNgUeI/AAAAAAAABco/lJrcokYCGB0/s1600-h/natal2011%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="natal2011" border="0" alt="natal2011" src="http://lh4.ggpht.com/-aZZkpaOpdnY/TvNt6airh8I/AAAAAAAABcw/d_gQsAtJKkE/natal2011_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="356" height="534" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5434314234071723316?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5434314234071723316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5434314234071723316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5434314234071723316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html' title='Feliz Natal!'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-aZZkpaOpdnY/TvNt6airh8I/AAAAAAAABcw/d_gQsAtJKkE/s72-c/natal2011_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4424325758491941123</id><published>2011-12-21T11:43:00.001-08:00</published><updated>2011-12-21T11:43:08.397-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Curiosidades'/><title type='text'>Papai Noel e o Jumento</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-N9EfbWK7-Dk/TvI185VPu3I/AAAAAAAABcI/Z0oZ25Ppt38/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-0vUhg8BXk8c/TvI2B9XteiI/AAAAAAAABcQ/tsw1g4Y4oyg/image_thumb.png?imgmax=800" width="210" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Você sabia que antes de associarem o Papai Noel com suas renas, no século 19, quem ajudava o papai noel na entrega dos presentes era um jumento?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em alguns mitos ele levava duas cestas, uma para as crianças boas com presentes e outras para crianças malcriadas com carvão, pedras, esterco etc. Era costume em alguns lugares deixar um pouco de feno, cenouras ou uma pequena cesta de aveia para o animal. Pela manhã, as ofertas tinham desaparecido, substituídas por pequenos presentes para as crianças boas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-xTieZCh0q6o/TvI2uoGMYyI/AAAAAAAABcY/PvuH0ob0yXk/s1600-h/image3.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-WT37mm3TwOU/TvI2yj3VhMI/AAAAAAAABcg/ZFQyEDttO4o/image_thumb1.png?imgmax=800" width="195" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4424325758491941123?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4424325758491941123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/papai-noel-e-o-jumento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4424325758491941123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4424325758491941123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/papai-noel-e-o-jumento.html' title='Papai Noel e o Jumento'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-0vUhg8BXk8c/TvI2B9XteiI/AAAAAAAABcQ/tsw1g4Y4oyg/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-47755496994401845</id><published>2011-12-18T03:19:00.001-08:00</published><updated>2011-12-18T08:25:57.633-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Casco'/><title type='text'>O Casco</title><content type='html'>&lt;p&gt;O casco é o estojo córneo que recobre a parte terminal do membro locomotor do cavalo. O anterior é maior e mais oblíquo que o posterior.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O casco é uma parte insensível que tem a denominação de escudo do pé e indica que esta função protetora necessita de uma completa estrutura anatômica para que, por muito tempo, atenue as pressões e reações&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-FMnjZufqhgw/Tu4T0KwsU7I/AAAAAAAABZw/0s_EaQ2lMrE/s1600-h/image%25255B3%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-LFzHSW8AVyk/Tu4T35k82nI/AAAAAAAABZ4/biU3vXti7gE/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" width="293" height="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;1. bordalete períoplo (coroa)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;2. taipa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;3. pinça&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4. ombros&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;5. quartos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;6. talão&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os eqüídeos também utilizam os cascos como meio de defesa. Seus golpes são potentes e rápidos. Um detalhe que todo criador deveira saber é que o cavalo, ao escoicear, o faz tão somente para trás e nunca para os lados (como ocorre com os bovinos), isto devido à existência do &amp;quot;ligamento acessório&amp;quot;, que não permite a movimentação lateral dos membros posterios dos cavalos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;CASCO VISTO PELA FACE PLANTAR &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-7jIZQg6jetk/Tu4T5GGLRSI/AAAAAAAABaA/3MbIKK2JDec/s1600-h/image%25255B8%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-S5IJ7IIy5Bw/Tu4T8cT-4aI/AAAAAAAABaI/YObyTgzzXQA/image_thumb%25255B4%25255D.png?imgmax=800" width="334" height="352" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;1. glumas (bulbos do casco)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;2. lacunas laterais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;3.&amp;#160; talões&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4. barras ou arcobotantes&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;5. quartos&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;6. ramos da sola (palma)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;7. limite posterior dos ombros&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;8. linha branca&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;9. sola&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;10. pinça&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;11. ponta da ranilha (vértice da ranilha)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;12. bordo inferior da parede, tampa ou muralha (bordo basal da parede)&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;13. ranilha&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;A - ângulo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;LM - sulco da ranilhas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;VISTA INTERNA E LATERAL DO PÉ &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-2iUcI-qUrQE/Tu4T_A0gfbI/AAAAAAAABaQ/ZEdX8f3K_gM/s1600-h/image%25255B12%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-bG7e609bH-0/Tu4UE53IfgI/AAAAAAAABaY/O-qysS-te90/image_thumb%25255B6%25255D.png?imgmax=800" width="327" height="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;&lt;b&gt;1ª falange&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;tendão do exteensor lateral&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;falange&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;rodete (coroa)&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;períoplo&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;parede ou muralha&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;tecido querafiloso&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;tecido podofiloso&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;3ª falange&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;tecido aveludado&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;trasversohióideo&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;ligamento interósseo&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;ranilha&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;coxim plantar&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;osso navicular&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;fundo de saco posterior da pequena bainha sesamóideana&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;fundo do saco posterior da sinovialarticular do pé&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;fundo de saco inferior da grande bainha sesamóideana&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;tendão flexor profundo&lt;/b&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;b&gt;ligamento sesamóideano&lt;/b&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;BELEZA DO CASCO OU PÉ - &lt;/b&gt;Podem ser considerados quanto ao volume, à forma, à qualidade da matéria córnea e aos aprumos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;VOLUME -&lt;/b&gt; O pé deve ser relativamente volumoso, porém o seu tamanho depende da raça e do tamanho do animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;FORMA - &lt;/b&gt;O casco dever ser simétrico e ter as partes anterior e inferior mais largas; a pinça deve ter o dobro do comprimento dos talões e formar um ângulo de cerca de 50º com a horizontal; o períoplo, reto e inclinado de diante para trás; a face plantar, larga; sola côncava; ranilha volumosa, bem feita, elástica e forte; lacunas largas e bem acentuadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;QUALIDADE DA MATÉRIA CÓRNEA - &lt;/b&gt;A matéria córnea do casco deve ser escura, rija e dotada de certa elasticidade, apresentando superfície lisa, íntegra e brilhante. Na ranilha, deve ser mole, elástica e forte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;OS CASCOS DOS POTROS -&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;o potro recém-nascido possui um casco pontudo, estreito, muito mole e com a base coberta com um invólucro delicado e córneo. Este, porém, cai em poucos dias e o desenvolvimento do verdadeiro casco se inicia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando o potro tem 3 meses de idade, pode-se começar a usar uma faca própria para o preparo do casco. O exame freqüente dos cascos dos potros e a manutenção deles sempre limpos e aparados irá ajudar muito para um perfeito desenvolvimento. Os animais jovens também devem se exercitar bastante em terrenos secos, pois os cascos irão se formando de modo uniforme, podendo ser necessário apenas, ocasionalmente, raspar e arredondar as bordas da pinça a fim de se evitar quebras da parede.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando os potros permanecem na baia por muito tempo, não gastam seus cascos e, nesses casos, deve ser raspados e limpos uma vez por semana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As solas e fendas da ranilha devem ser examinadas e todo o pé lavado com regularidade.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-47755496994401845?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/47755496994401845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/o-casco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/47755496994401845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/47755496994401845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/o-casco.html' title='O Casco'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-LFzHSW8AVyk/Tu4T35k82nI/AAAAAAAABZ4/biU3vXti7gE/s72-c/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-6648330540671437462</id><published>2011-12-17T06:19:00.001-08:00</published><updated>2011-12-17T06:19:41.344-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><title type='text'>TREINAMENTO PARA ATRELAGEM</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não é difícil treinar um animal em atrelagem. Obviamente, o primeiro passo é adestrar de sela, consolidando a qualidade global na marcha. Em seguida, o treinamento para atrelagem é iniciado utilizando o selote, ou cilha, do conjunto de charreteamento utilizado no adestramento inicial de sela. Um tronco, não muito pesado, deve ser puxado de cada lado, com a corda presa em cada uma das argolas laterais do selote. O andamento nos primeiros dois, ou três dias, conforme sejam as reações de cada animal, deve ser o passo. Em seguida, mas dois dias, em média, na marcha. Na Segunda semana, a arreata completa para atrelagem de charrete deve ser usada, repetindo o treinamento ao passo e marcha durante dois dias. Estando o animal calmo, a próxima etapa é prender os varais da charrete, cabresteando o animal sem o condutor, ao passo e depois na marcha, durante mais dois dias. Daí, estaremosna terceira semana do treinamento, quando o condutor poderá subir na charrete e charretear. No primeiro dia é recomendado que o auxiliar puxe o cabo do cabresto, para prevenir risco do animal disparar, assustado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tendo ele passado pelo Método LSA de Adestramento deverá estar respondendo aos comandos vocais de VIRAR!,ÔÔHA!, FASTA!, o quem em muito facilitará o aprendizado no treinamento de atrelagem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto Adaptado. Fonte: Mundo Equino&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-6648330540671437462?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/6648330540671437462/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/treinamento-para-atrelagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6648330540671437462'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6648330540671437462'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/treinamento-para-atrelagem.html' title='TREINAMENTO PARA ATRELAGEM'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7330936520562987875</id><published>2011-12-16T03:28:00.001-08:00</published><updated>2011-12-16T03:28:40.782-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><title type='text'>Doma Racional - Videos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:2a108446-42ca-41d9-ac07-fcfe5dbf87a3" class="wlWriterSmartContent"&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/hCIOjNLoxcs" wmode="transparent" /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:d07083b0-681d-46ba-afe8-d42413682085" class="wlWriterSmartContent"&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/tvTE0F2Hd2g" wmode="transparent" /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;div style="padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; float: none; padding-top: 0px" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:4fad970e-174c-4b0a-8a70-f2d30b27c3ea" class="wlWriterSmartContent"&gt;&lt;embed height="355" type="application/x-shockwave-flash" width="425" src="http://www.youtube.com/v/uPZS6Q6dBbA" wmode="transparent" /&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7330936520562987875?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7330936520562987875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/doma-racional-videos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7330936520562987875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7330936520562987875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/doma-racional-videos.html' title='Doma Racional - Videos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-6360088418048663985</id><published>2011-12-15T05:28:00.001-08:00</published><updated>2011-12-15T05:28:13.369-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>MANEJO SANITÁRIO DOS EQÜINOS - PARTE II</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-0HNfRfZDmII/Tun14u0MMNI/AAAAAAAABZg/cfemeVPBNPw/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-bwrxGrq6s3c/Tun169qAjrI/AAAAAAAABZo/8vG1sIGXu1M/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;VACINAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Vacina é a indução de imunidade (produção de anticorpos) em um animal saudável, através da inoculação de vírus inativo, parte do vírus ou bactéria ou o vírus atenuado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Muitas são as doenças que acometem os eqüinos e que podem ser prevenidas através da vacinação. Algumas são obrigatórias, outras são zoonoses (afetam também ao homem) e outras são problemas de saúde exclusivos dos eqüinos, mas que podem e devem ser prática comum.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; De uma forma geral, na maioria das doenças que podem ser prevenidas por vacinação, deve-se proceder a um esquema anual de vacinas, iniciando-se em potros aos 4 meses de idade, com reforço após 30 dias e depois anualmente com dose única. No caso de animais adultos em primovacinação (vacinação feita pela primeira vez), também se procede a um reforço após 30 dias e depois anualmente, com dose única. Exceções podem ocorrer dependendo da vacina, então devemos observar atentamente as instruções do fabricante ou ao critério do médico veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Para uma boa resposta vacinal, quer seja em potros ou em adultos, os animais devem estar em bom estado nutricional e desparasitados, tanto de ecto como endo-parasitas. Devemos ter um cuidado especial com a assepsia para um esquema efetivo de vacinação. A utilização de agulhas e seringas descartáveis e o local de aplicação limpo é condição fundamental para a boa resposta imune.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A imunidade ocorre, em geral, após 10 dias da última dose preconizada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; As principais patologias que afetam o cavalo e que podem ser controladas através da vacinação são descritas a seguir. O esquema de vacinação será descrito em um quadro à parte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Tétano&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O Tétano é uma doença causada pela toxina do Clostridium tetani caracterizada pelo aparecimento de espasmos musculares e hiper excitabilidade reflexa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O C.tetani pode estar presente em qualquer lugar. Este é um dos principais problemas desta afecção. O C.tetani sobrevive na forma esporulada no meio ambiente, por muito tempo, sem necessidade de um animal para se desenvolver. Ele é um agente que vive e se prolifera em meio anaeróbico, isto é, sem a presença de ar, e em condições especiais nos ferimentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Qualquer tipo de ferimento oferece ao esporo do C.tetani um ambiente propício à sua proliferação, desde um cravo mal colocado a um ferimento superficial em cerca de arame farpado. Estas condições fazem parte da rotina diária de qualquer animal, portanto devemos ter cuidado especial para prevenir o tétano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Além disso, o tétano é uma doença de difícil cura, sendo seu custo, muitas vezes, impeditivo, além da baixa taxa de recuperação. E esta patologia é facilmente prevenida com a vacinação anual.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em casos de ferimentos profundos, em animais vacinados, devemos ainda aplicar uma dose única de soro anti-tetânico que estimula o sistema imunológico do animal e melhora a resposta do organismo. No local, devemos sempre, no primeiro curativo, limpar bem com água corrente e passar água oxigenada (H2O2) que torna o ambiente com alta concentração de oxigênio, que impede a proliferação do C.tetani.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Influenza&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Influenza ou Gripe Eqüina é uma doença viral, altamente infecciosa, que ataca o sistema respiratório.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Ela é transmitida por contato direto ou por fômites (material de uso contaminado), caracterizada por tosse seca e úmida (com secreção), mucosa nasal vermelha e com corrimento, lacrimejamento e fotofobia. Pode ter como seqüela a broncopneumonia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Devido à sua alta taxa de transmissão e por debilitar intensamente o animal, comprometendo seu desempenho, o doente deve ser isolado e mantido em repouso até o restabelecimento. O tratamento pode ser feito à base de expectorantes, boa alimentação, repouso absoluto e, em casos de suspeita de infecção secundária, podem ser administrados antibióticos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Encefalomielite&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É uma doença viral infecto-contagiosa caracterizada por sinais neurológicos de perturbação da consciência, disfunção motora e paralisia, transmitida por picadas de insetos ou artrópodes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; As variedades existentes no Brasil até o presente momento não são transmissíveis ao homem, mas em outros países as variedades encontradas podem afetar o ser humano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Por ser altamente contagiosa, de tratamento difícil, deve ser prevenida pela vacinação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Herpes Vírus&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; O herpes Vírus pode causar o Aborto Eqüino em fêmeas prenhes entre o 7º e 10º mês de gestação e Rinopneumonite em animais jovens, além de, em alguns casos, incoordenação motora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Não tem tratamento específico trazendo prejuízos de ordem reprodutiva para as fêmeas e debilitando os animais jovens, comprometendo seu desempenho, além destes animais se tornarem transmissores do vírus.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Garrotilho&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; É uma enfermidade infecto-contagiosa causada pela bactéria Streptococcus equi, caracterizada por inflamação no trato respiratório superior e abscedação dos linfonodos adjacentes. Esta é a maior diferença clínica observda entre o garrotilho e a influenza, o enfartamento dos linfonodos sub-mandibulares, que ocorre somente no garrotilho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A transmissão ocorre por contato direto ou por fômites contaminados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Seu tratamento é simples, através de antibioticoterapia. Porém, em casos de rebanhos eqüinos, o custo pode ser elevado, e a vacinação diminui esse custo consideravelmente. Entretanto, a vacinação com vacinas comerciais disponíveis nem sempre é muito efetiva, sendo recomendado um reforço a cada 6 meses; uma solução em um bom manejo é fazer uma auto-vacina. Coleta-se secreção de um animal infectado na propriedade e envia-se a um laboratório para confecção da auto-vacina e vacina-se o rebanho todo com este produto. Deve-se ter o cuidado de isolar o animal contaminado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Apesar de ser uma patologia relativamente simples, o não tratamento, que inclui repouso absoluto do animal, pode levar a conseqüências secundárias graves e complicações indesejáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Raiva&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A Raiva é uma das principais doenças que devem ser prevenidas pela vacinação. Além de não ter cura, é transmissível ao homem, podendo levar tanto um como outro à morte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; A transmissão pode ocorrer por mordida de morcegos, raposas, cães e contato com outros animais contaminados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Como não tem cura a única solução é o sacrifício do animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Em alguns estados brasileiros a vacinação está obrigatória, sendo a GTA (Guia de Trânsito Animal) emitida somente com apresentação de atestado de vacinação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Esquema de Vacinação&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img align="center" src="http://www.cavaloscrioulos.com.br/imagens/extra/tabelaandre2.gif" width="454" height="277" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: &lt;a&gt;André Cintra&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Cavalo Criolo Website&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-6360088418048663985?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/6360088418048663985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/manejo-sanitario-dos-equinos-parte-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6360088418048663985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6360088418048663985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/manejo-sanitario-dos-equinos-parte-ii.html' title='MANEJO SANITÁRIO DOS EQÜINOS - PARTE II'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-bwrxGrq6s3c/Tun169qAjrI/AAAAAAAABZo/8vG1sIGXu1M/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-1489206113786088129</id><published>2011-12-07T15:12:00.001-08:00</published><updated>2011-12-07T15:12:14.853-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Estrutura'/><title type='text'>Instalações adequadas</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atualmente, a criação de equinos e asininos depende muito da qualidade das instalações utilizadas nesta atividade. Não basta termos um animais de raça e o criarmos completamente solto, sujeito às variações climáticas, frio, chuvas, calor excessivo, etc. Toda a criação deve dispor de instalações para confinamento desses animais, em baias ou boxes. Este tipo de instalação, conhecida como estábulo, é de grande importância para o bom desenvolvimento e a manutenção da saúde dos animais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O tamanho ideal para uma baia é de 12m² (4x4m). Estas dimensões devem ser respeitadas, para que o animal possa se movimentar com certa liberdade. É na baia que eles deverão ser cuidados e tratados mais diretamente por seus proprietários ou tratadores. A porta do boxe ou cocheira, normalmente, é dividida em dois segmentos, que se abrem de maneira independente: a metade superior e a metade inferior da porta. Isso é feito para que os animais possam colocar sua cabeça para fora e &amp;quot;apreciar&amp;quot; o movimento fora da sua própria baia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Um aspecto bastante importante na construção das baias é a circulação do ar: deve haver janelas ou um sistema de saídas de ar, para que haja uma boa circulação. As janelas, além de proporcionarem a circulação do ar, permitem que os animais, dentro das baias, tenham acesso à claridade e à luz solar. Como a iluminação das baias deve ser natural, utiliza-se clarabóias, ou seja, telhas translúcidas ou &amp;quot;janelas&amp;quot; na cobertura da cocheira, para mantê-la iluminada durante o dia. A iluminação elétrica só deve ser utilizada à noite, se necessário, quando formos alimentar os animais. Isso deve ser feito somente para que os tratadores possam enxergar, pois os equinos vêem muito bem à noite, com muito pouca luminosidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Quando houver mais de uma baia no mesmo estábulo, de preferência, a separação entre os boxes deve ser feita com grades, para que os cavalos possam ver os seus &amp;quot;vizinhos&amp;quot; e manter uma convivência social (jumentos não devem ser postos em baias assim). Isso é muito importante para os animais, pois a convivência com os outros afeta de maneira positiva o temperamento dos cavalos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Dentro das baias, são colocados os cochos, recipientes utilizados na alimentação e para água. Devem ser colocados a uma altura de 30 a 60cm e os potes devem ter 20 cm de profundidade, para que os animais tenham acesso fácil, ficando em uma posição confortável. Para água, é comum se utilizar um cocho único, com suprimento de água constante e renovável, que atenda a mais de uma baia. Existem, também, os chamados cochos automáticos, bastante práticos. Os cochos devem ser de fácil limpeza e desinfecção, evitando-se a proliferação de fungos, principalmente. Para tal, eles devem ser removíveis e limpos constantemente. O problema mais comum decorrente da contaminação dos cochos por fungos é o aparecimento de problemas gástricos nos animais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A higiene dentro das baias é de extrema importância para os animais e neste aspecto o piso tem um papel primordial. Existem vários tipos de pisos que os criadores poderão utilizar nas baias, desde o piso de cimento recoberto com serragem ou maravalha, até pisos sintéticos, de borracha ou materiais plásticos. O importante é que este piso seja de fácil limpeza e desinfecção, impedindo a proliferação de bactérias ou fungos. Não é aconselhável a utilização de piso de terra, apesar de ter um custo mais baixo, pois é o que apresenta maior probabilidade de contaminação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto adaptado. Fonte: Ruralnews&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1489206113786088129?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1489206113786088129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/instalacoes-adequadas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1489206113786088129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1489206113786088129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/instalacoes-adequadas.html' title='Instalações adequadas'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4196739346427142044</id><published>2011-12-03T09:15:00.001-08:00</published><updated>2011-12-03T09:15:25.220-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>Proteína X Energia</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao calcularmos os nutrientes fornecidos pelo alimento oferecido aos cavalos, devemos lembrar que a dieta deve ser composta de volumosos (capins, fenos) e concentrados (rações, grãos). Às vezes, os teores de nutrientes dos volumosos, e a variação dos mesmos de acordo com tipo de gramínea, ou mesmo numa mesma gramínea de acordo com a época do ano, não são levados em conta na formulação de um arraçoamento equilibrado. Comprar uma “ração 12% de proteína” não significa que o cavalo estará comendo o equivalente a 12% de proteínas em sua dieta total, mas sim que, a cada quilograma de ração fornecido, o animal está ingerindo 120 g de proteína bruta. Devemos levar ainda em consideração, a qualidade desta proteína que está sendo oferecida, pois é esta qualidade que determina o valor nutricional, em aminoácidos, deste ingrediente.Acima de tudo, o concentrado precisa ser considerado complemento nutricional do volumoso, e não o inverso. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Simplificando – a ração fornece os nutrientes nos quais o pasto e o feno são deficientes – portanto, os eqüinos precisam comer o máximo possível de volumoso. O concentrado deve ser pouco, de boa qualidade e bem equilibrado nutricionalmente. Infelizmente, há em nosso país uma tendência a tentar compensar deficiência de volumoso aumentando o concentrado, bem como de achar que “muito” concentrado de qualidade inferior é melhor para os cavalos do que uma quantidade menor de ração de ótima qualidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Assim, ao utilizarmos volumoso rico em proteína (ex.: feno de alfafa, guandú), o complemento deve ser de baixo teor protéico. Para cavalos de esporte, não recomendo volumoso com valor protéico acima de 10-11%, pois fica difícil equilibrar a dieta.Há um “mito de proteína elevada”, onde se considera que alimento bom é aquele com valor protéico elevado. Ração com 15% de proteína é recomendada para éguas em reprodução e potros entre 18 e 36 meses de idade. Outras categorias não têm necessidade deste valor protéico na ração. O trabalho muscular é condicionado ao consumo de energia, e não de proteína. Comparativamente, o cavalo de esporte necessita de cerca de 10 a 20% a mais de proteína que um cavalo em manutenção, e 50% a menos que uma égua em reprodução. Portanto, ao se escolher a melhor dieta para o cavalo, devemos priorizar alimentos energéticos e não protéicos. Proteína, somente em qualidade, com pouca quantidade.Em relação à energia, o cavalo de esporte e trabalho tem uma necessidade energética de 25% a 100% acima do cavalo em manutenção (depende da intensidade do trabalho). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A égua em reprodução, do 1º. ao 8º. mês tem necessidade energética semelhante ao cavalo em manutenção. No 9º. mês esta necessidade se eleva em 10%, no 10º. mês em 13% (em relação à manutenção) e se eleva em 20% em relação à manutenção no 11º. mês.No estado de São Paulo, costuma-se recomendar feno de tífton e coast-cross para cavalos de esporte. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estes fenos têm sido encontrados, especialmente nos meses de primavera, com valores superiores a 13-14% de proteína, análise feita e comprovada, e muitas vezes exigida pelo proprietário do cavalo. Neste caso, o teor é praticamente equivalente ao de leguminosas (alfafa). Ou seja, os problemas derivados do fornecimento excessivo de proteína (como no caso do uso intenso da alfafa) continuam com um feno deste tipo, ainda que seja de gramínea. As necessidades em proteína e energia são variáveis conforme a categoria animal e devem ser oferecidas de forma a suprir a necessidade do animal, sem deficiências nem excessos. Em termos nutricionais, temos 05 categorias de animais com necessidades diferenciadas, com 11 sub-categorias: Animais em Manutenção, Éguas em Reprodução (Gestação – do 1º. ao 8º. mês e terço final - e Lactação), Potros em Crescimento (Desmame aos 18 meses e dos 18 aos 36 meses de Idade), Garanhões em Monta (Leve, Média e Intensa) e Cavalos de Trabalho (Leve, Médio e Intenso).O manejo moderno de cavalos reproduz um problema muito comum da alimentação humana: ao mesmo tempo em que mundo afora milhões de pessoas não têm o que comer, a epidemia de obesidade ameaça se tornar a doença mais difundida no primeiro mundo. De maneira semelhante, muitas pessoas dispostas a investir no trato de seus animais acabam alimentando-os de maneira excessiva ou desequilibrada, originando uma série de distúrbios desde crônicos até super-agudos, sempre encabeçados pela nossa tão temida cólica. O cavalo tem capacidade de digerir, sem muitos problemas, até 30% de nutrientes além de suas necessidades. Isto vale tanto para energia como para proteína, considerando a dieta total, isto é, tudo aquilo que o cavalo ingere ou recebe em um período de 24 horas. Dietas que oferecem, diariamente, uma quantidade superior a isto podem causar desequilíbrios e levar a problemas desagradáveis.A digestão das rações, grãos e maioria dos suplementos ocorre no estômago e nas porções iniciais do intestino delgado. A capacidade volumétrica do estômago do cavalo é de cerca de 9% do volume possível de seu aparelho digestivo, ficando o Intestino Delgado (ID) com 21% (possui cerca de 20 m de comprimento) e o restante, 70%, é a capacidade do intestino grosso (IG) (ceco e cólon). O estômago e ID realizam uma digestão essencialmente enzimática e o IG uma digestão microbiana. Devido à baixa capacidade volumétrica do estômago, e mesmo do ID, o tempo que o alimento fica sofrendo o processo digestivo é relativamente curto, suficiente para uma dieta em que não haja excesso de concentrado. Quando a dieta é muito rica em grãos, o amido existente nestes grãos não é digerido totalmente nas porções iniciais do aparelho digestivo, indo parar no intestino grosso, onde sofrerá um processo de digestão microbiana. O que antes era enzimático, com ótimo aproveitamento pelo animal para suprir suas necessidades, passa agora a ter ação da microbiota natural.Porém, já que os microorganismos não são “habituados” a lidarem com amido (sendo sua função digerir os carboidratos simples presentes nos volumosos), o processo digestivo passa a ter um componente fermentativo com diversas conseqüências, tais como: * timpanismo por produção excessiva de gases;* diarréias (cavalos que ingerem excesso de óleo e energia possuem fezes mais amolecidas, o que leva à perda de nutrientes e água);* o excesso de gordura saponifica o magnésio, tornando-o indisponível ao organismo, levando a problemas neurológicos e musculares (o magnésio é calmante do sistema nervoso e responsável pelo relaxamento da musculatura);* queda do tônus digestivo levando a contrações e possíveis cólicas;* dilatação do ceco, pelo excesso de gases, levando a cólicas;* degeneração cardíaca, hepática e renal;* e, A MAIS IMPORTANTE DE TODAS: DISMICROBISMO. O dismicrobismo é uma perturbação da flora intestinal, levando a desequilíbrios, com conseqüente diminuição na absorção dos nutrientes, quadros de hepatotoxemias, e, pior de tudo, cólicas e laminites (ou aguamento). O processo ideal de alimentação do cavalo é aquele que mais se aproxima de sua natureza.Em liberdade, com livre acesso aos alimentos volumosos, o cavalo se alimenta por 15 a 18 horas diárias. Somente com feno, este tempo cai para 7 a 8 horas, e se priorizarmos o fornecimento de ração concentrada, este tempo cai para 1 a 2 horas por dia, com conseqüentes distúrbios comportamentais e físicos.Quando fica muito tempo ocioso, sem ter o que comer, o cavalo passa a ter problemas comportamentais com vícios como a pica, isto é, ingestão de substâncias não comuns a sua dieta, como areia, fezes, borracha, porta da baia, etc., Além de aumentar os riscos de cólicas, e alterações em seu humor, ficando mais irritadiço. Claro que a prevenção para isso não é dar comida demais para o cavalo, mas sim de forma equilibrada, priorizando o volumoso e os alimentos energéticos, além de adequar o manejo a esta condição, soltando mais o cavalo, trabalhando-o de forma adequada, etc.Quanto à adequação do manejo, quanto mais fracionarmos o alimento no momento de o darmos ao cavalo, melhor será sua absorção, isto é, se preciso dar 4 kg de ração, e puder oferecer em 04 refeições, o resultado será muito melhor do que se dividir em 02 ou mesmo se der em uma refeição somente. Além disso, quanto mairo for a quantidade de alimento concentrado oferecido de uma só vez, maior será o risco de cólica. Não devo jamais ultrapassar 2,5 kg de ração em uma única refeição (base para um cavalo de 500 kg; cavalos menores, menor quantidade por refeição) sendo ideal trabalhar na faixa de 1,5 kg a 2,0 kg por refeição.Da mesma forma, devo tomar cuidado na adaptação a um novo tipo de alimento. Como já falado no início, a digestão do cavalo é de duas formas, enzimática e microbiana. Cada vez que for introduzir um novo tipo de alimento na dieta do cavalo, devo fazê-lo de forma gradativa, para que a flora intestinal possa se adaptar a este novo tipo de alimento. Esta adaptação deve durar no mínimo 15 dias, podendo se estender até a 30 dias caso necessário. Isto é necessário para se prevenir problemas de cólicas, por exemplo. Por este motivo, é que somente devo modificar a dieta de meu cavalo, modificando drasticamente o volumoso ou concentrado, quando houver disponibilidade de tempo para que meu cavalo se adapte a este novo alimento, caso contrário, corro o risco de queda na performance dele no meio de um campeonato, por exemplo.Também é preciso muito cuidado na escolha de uma marca comercial de ração. A presença de aveia e milho não torna uma ração apta a ser recomendada para cavalos de alta performance. É importante considerar os níveis de garantia do produto, indicados no rótulo, além é claro da confiabilidade da empresa que a produz. Hoje mais que nunca, as aparências das rações enganam muito. Beleza, aparência, não quer dizer qualidade, e é isso que o cavalo precisa, seja de esporte, criação ou somente lazer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;André Galvão CintraMédico Veterinário&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Equitação Especial&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4196739346427142044?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4196739346427142044/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/proteina-x-energia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4196739346427142044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4196739346427142044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/12/proteina-x-energia.html' title='Proteína X Energia'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7065039073650650094</id><published>2011-11-28T04:42:00.001-08:00</published><updated>2011-11-28T04:42:30.091-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Transporte'/><title type='text'>Transportando seu Animal</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-PhuEIr4w6eg/TtOBTHMiUbI/AAAAAAAABXw/4VNyeDmR78E/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-xXCQSJ7luw0/TtOBUnPMc-I/AAAAAAAABX4/py0exko0MWU/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="166" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você nunca passou pelo teste de paciência que é tentar embarcar um cavalo, jumento ou muar nem um pouco cooperativo em um caminhão ou trailer, você tem muita sorte. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A maioria dos proprietários conhece bem esse cenário por experiência pessoal e lembra bem dos sentimentos de frustração e de raiva normalmente envolvidos. É uma receita para problemas e traumas. De fato, muitos estudiosos acreditam que a maioria dos ferimentos nos animais ocorrem na hora do carregamento e descarregamento dos animais e quase nunca durante a viagem propriamente dita. Entretanto, embarcar e desembarcar seu animal de um caminhão ou trailer não tem de ser obrigatoriamente um evento de risco. Com cabeça no lugar e bom-senso, podemos manter todos os envolvidos no processo calmos e a salvo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-cbaRmQ6h1kM/TtOBWbo61BI/AAAAAAAABYA/aj_Vpfjyr-g/s1600-h/image5.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-zevKznlJWA8/TtOBYXAeraI/AAAAAAAABYI/qpgrptHk2LY/image_thumb1.png?imgmax=800" width="244" height="184" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O FATOR MEDO: As pessoas tendem a esquecer a razão principal pela qual um animal não entra em um veículo. Eles têm medo do caminhão ou trailer. E quando tem medo, ele faz qualquer coisa para sair da situação. Isso inclui empacar, escoicear, empinar, se atirar para trás, passar por cima da pessoa que o está guiando, tentar passar por espaços onde ele não cabe etc. Essa situação piora quando acidentalmente ele escorrega e cai no caminhão, ficando preso entre as separações. A pessoa que está puxando é a que fica mais vulnerável ao seu desespero, podendo se machucar seriamente. A situação normalmente é exacerbada quando as pessoas não se programam para a possibilidade do animal dar problema para embarcar e organizam fretes em cima da hora dos eventos. Quando as pessoas estão atrasadas, normalmente perdem a paciência mais rápido. Essas pessoas são as que provavelmente tentarão agredir o animal para que ele embarque logo e isso só reforçará o medo e a relutância do animal em embarcar. Na maioria das vezes, quando consegue colocar o animal temeroso dentro do caminhão, a pessoa o tranca lá dentro e segue viagem o mais rápido possível. Novamente, estamos reforçando o terror que o animalsentia do caminhão. Ele tinha medo de entrar naquele buraco escuro porque ele não sabia se poderia sair dali. O fato de ser trancado lá dentro e sair chacoalhando por aí sem poder sair confirma seu temor inicial. Fica cada vez mais difícil colocá-lo de novo em um caminhão... &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A única maneira de ajudar o animal a perder o medo é mostrar-lhe que ele pode sair dali. Isso significa embarcar e desembarcar várias vezes. O ideal é que se comece quando ele é bem jovem e mais fácil de dominar. Muitas pessoas costumam carregar e descarregar potros bem jovens junto com suas mães dentro dos caminhões para que eles as sigam e percam o medo do &amp;quot;buraco escuro&amp;quot;. Mas se seu animal já é mais velho, tire uma tarde ou um dia sem pressa nenhuma simplesmente para embarcá-lo e desembarcá-lo. A primeira vez vai levar algum tempo. Assim que você conseguir embarcá-lo sem agressão, agrade-o, dê-lhe uma guloseima e tire-o do caminhão. Repita. Repita. Repita. Você vai perceber que cada vez vai levar menos tempo para embarcar seu animal. Depois desta fase, você pode experimentar pará-lo sobre a rampa, agradá-lo e sair sem entrar totalmente e depois entrar e deixá-lo alguns minutos amarrado lá dentro, ficando ao lado dele para acalmá-lo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-Tar2IRFvSPw/TtOBbkw4R0I/AAAAAAAABYQ/CKVqMxhCVt4/s1600-h/image8.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-5J_X-YxLV8o/TtOBdUOKLAI/AAAAAAAABYY/_bo-vlFW-xc/image_thumb2.png?imgmax=800" width="244" height="195" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A meta de todo esse processo é conseguir com que o animal se sinta confortável com o processo e assegurar-lhe de que ele vai SAIR do caminhão. Essa é a técnica que melhor funciona com animais que se atiram para trás ao entrar nos caminhões e com aqueles que quando a porta se abre enlouquecem para sair e ao serem desamarrados saem atropelando quem está segurando o cabo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Passear os animais puxados no cabo ou mesmo montados pelo embarcador sem o caminhão também é uma boa idéia, para que ele se acostume com a pequena rampa e com o local de embarque sem a presença do caminhão.     &lt;br /&gt;Utilize-se também do &amp;quot;sentido de manada&amp;quot; que é muito forte, especialmente em animais jovens. Eles temem ficar sozinhos &amp;quot;sem a turma&amp;quot; em uma situação perigosa. Assim, sempre embarque o animal mais experiente na frente do jovem ou do temeroso. Muitas vezes, o medo de ficar só é maior do que o medo do &amp;quot;buraco escuro&amp;quot; onde seu companheiro desapareceu. No desembarque SEMPRE retire do caminhão o animal inexperiente antes. Se ele ficar sozinho lá dentro sem seus companheiros ele provavelmente ficará muito nervoso ou mesmo entrará em pânico. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;DILEMAS DE TREINAMENTO     &lt;br /&gt;Treinamento é a regra da segurança. Quanto melhor treinado o animal, menor a probabilidade dele se machucar ou machucar alguém. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Antes de apresentar um caminhão ou trailer para seu animal, deve-se prestar atenção em como seu ele se comporta conduzido pelo cabo ou guia. Se você não tem um bom controle de seu animal em situações corriqueiras, seguramente você terá problemas quando quiser colocá-lo no caminhão. Seu animal deve ser capaz de seguir ao seu lado tranqüilamente, parar e esperar, virar para os dois lados e recuar quando você pedir sem qualquer reação. Essas manobras devem ser repetidas em vários tipos de terreno. Também é importante que ele esteja acostumado a cruzar calmamente ao seu lado por portas, passagens, portões, poças de água e obstáculos. Esse treinamento é importante para reforçar a confiança do animal nele mesmo e em você como líder. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Ao tentar embarcar o animal relutante, jamais fique próximo demais de sua garupa e NUNCA tente fazer com que ele se mova para frente com um tapa na garupa. Parece ridículo dizer uma coisa dessas, mas todos os dias pessoas experientes fazem isso. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Outra técnica perigosíssima é a &amp;quot;corda humana&amp;quot; onde duas pessoas cruzam os braços por trás do cavalo e o empurram para dentro do caminhão. Se o animal se jogar para trás ou der um coice é o fim da brincadeira. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Menos perigoso para os ajudantes é passar uma corda por trás dos quartos do animal e ficar com uma ponta de cada lado da entrada não permitindo que o animal venha para trás. Claro que se ele realmente quiser vir para trás não serão duas pessoas que terão força para segurá-lo e normalmente as cordas queimam as mãos dos assistentes e o animal se enrosca nas cordas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Preferentemente não sede animais para viajar. Sedados eles não são senhores de seus movimentos e tem muito maior probabilidade de se machucarem e machucarem quem está em volta. Podem ainda perder o equilíbrio durante a viagem e cair no caminhão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;VEÍCULOS-ARMADILHAS&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-xi3bgHZVHjk/TtOBffS6DVI/AAAAAAAABYg/mCL6XEoZzHk/s1600-h/image11.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-EwdqD0hH4m8/TtOBhNjZtcI/AAAAAAAABYo/3QAOUEe_TgA/image_thumb3.png?imgmax=800" width="200" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Literalmente, os animais vêem os caminhões e trailers como armadilhas. Percepção que é muito aumentada quando o teto é muito baixo, a entrada é muito estreita ou o interior do veículo está totalmente escuro. Mesmo um animal acostumado a embarcar pode se recusar a entrar em um local muito apertado ou muito escuro. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Um caminhão proporcional, um embarcador bem iluminado e luz dentro do caminhão podem resolver uma grande parte dos problemas de embarque. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A melhor maneira de embarcar um animal é que o ambiente esteja calmo, com no máximo dois ajudantes, que ele seja guiado por alguém que ele conheça, com alguma coisa de que ele goste nas mãos (açúcar, cenoura). A cada passo que ele der em direção do caminhão, deve ser encorajado com voz calma, agrados e uma recompensa para que relaxe e se distraia. Leve o tempo que levar. A paciência é muito importante. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Só force o movimento para frente quando sentir que o animal abaixou a cabeça e relaxou a musculatura. Passo a passo. Os ajudantes devem ficar em ambos os lados quietos, sem agredi-lo, a uma distância segura, pressionando apenas com a sua presença o animal para frente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-RzWXXsObZzM/TtOBjHrd-ZI/AAAAAAAABYw/veF5MHo2YOI/s1600-h/image14.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-J9TlGPwLHxA/TtOBkrnH1HI/AAAAAAAABY4/1vN_iBwXWKE/image_thumb4.png?imgmax=800" width="244" height="137" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;DICAS PARA UM EMBARQUE SEGURO:    &lt;br /&gt;Sem quinas ou pontas - dê a volta em todo o veículo e embarcador e passe a mão nas portas, janelas, divisórias, argolas de amarrar, correntes e cabos para encontrar locais potencialmente perigosos e conserte ou cubra. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Portas internas - o caminhão deve possuir portas de divisória bem encaixadas e com fácil sistema de liberação em caso de emergência. Cabos com mosquetão de segurança - importantíssimo evitar amarrar o animal diretamente nas correntes comumente encontradas no caminhão. É quase impossível soltar esse tipo de mosquetão em caso de emergência. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Caminhões inteiramente fechados, apesar do calor, são muito mais seguros que caminhões abertos, onde um animal desesperado pode &amp;quot;ver&amp;quot; uma saída que não existe e tentar se atirar por um vão ou por cima. Portas tipo &amp;quot;boiadeiro&amp;quot;, onde o animal tem de se abaixar para entrar são um convite ao perigo e esses caminhões não devem ser utilizados para transporte de eqüinos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Ambiente não claustrofóbico - o caminhão e o box interno devem servir ao tamanho do animal. Tenha isso em mente quando contratar um caminhão preparado para outra raça para transportar seu animal. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Uma boa rampa - muito importante para dar firmeza e confiança para o animal que embarca. Não deve ser muito curta para que a inclinação não seja muito forte e também deve ter piso antiderrapante para evitar escorregões. Ainda não pode ser empenada, onde uma ponta fica no solo e outra ponta fica no ar, e quando o animal pisa ela se move e faz barulho assustando o animal e ainda levantando uma ponta de ferro onde o animal pode se ferir. A rampa deve ser preferentemente protegida com guarnições laterais para evitar que ele possa cair para os lados. Na dobradiça da tampa deve ser colocada uma proteção de madeira para evitar que o animal coloque uma pata no buraco. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Um bom embarcador - iluminado, com bom piso, largo com laterais protegidas e altura compatível com a rampa do caminhão sempre serão um convite para o animal embarcar e uma segurança para as pessoas e animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-BYvyqtiuVlc/TtOBmu941pI/AAAAAAAABZA/j7rq9WEbP-0/s1600-h/image17.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-imb82Fre3Ms/TtOBoEWDJ6I/AAAAAAAABZI/pMTPqllNIvY/image_thumb5.png?imgmax=800" width="244" height="170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Proteções - para levar um animal em um caminhão para qualquer lugar, sempre proteja suas patas. Lembre-se de que os acidentes acontecem no embarque ou desembarque, não interessa o tempo de viagem. O preço de um bom jogo de protetores de viagem é bem menor do que o da visita do veterinário e dos remédios... O tipo de protetor ideal é o que cobre até o casco, cobrindo os talões e sobe até o alto das canelas. Leve também em conta que protetores muito grossos podem esquentar demais em temperaturas altas e deixar o animal nervoso. Se o protetor não cobrir o casco, devem ser colocados cloches para protegê-los e evitar pisaduras. Sempre retire os rampões das ferraduras antes de embarcar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Caminhão tipo boiadeiro &lt;u&gt;&lt;strong&gt;não é para ser usado&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt; no transporte de eqüinos&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-z75PAa4N65A/TtOBrGMMe3I/AAAAAAAABZQ/0SglpMJKj9w/s1600-h/image20.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-WEvjau1Jj24/TtOBs5n9SWI/AAAAAAAABZY/k63u_XYaB08/image_thumb6.png?imgmax=800" width="244" height="182" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto Adaptado. Fonte: Blog Muares e Marchadores &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7065039073650650094?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7065039073650650094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/transportando-seu-animal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7065039073650650094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7065039073650650094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/transportando-seu-animal.html' title='Transportando seu Animal'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh6.ggpht.com/-xXCQSJ7luw0/TtOBUnPMc-I/AAAAAAAABX4/py0exko0MWU/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-9107873631532055410</id><published>2011-11-25T14:27:00.001-08:00</published><updated>2011-11-25T14:27:14.773-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Doenças do aparelho respiratório</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Pulmoeira        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Doença comum provocada por alergia ao pó ou esporos de fungos. O cavalo pode tossir, tanto no estábulo, como a trabalhar. Poderá haver algum corrimento nasal, em especial depois do trabalho. O ritmo respiratório poderá aumentar e a respiração passa a ser mais precipitada. A temperatura corporal mantém-se normal.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar da pulmoeira ser permanente, pode ser controlada de acordo com procedimentos correctos e mais adequados (como molhar o feno, dar erva semi-seca e embalada em vácuo, mudar a camapara aparas de madeiraou papele manter o cavalo ao ar livre o máximo tempo possível).    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para diferenciar esta doença de outras, cujos sintomas sejam tosse e corrimento nasal, como a infecção bacteriana crónica, um veterinário deverá ser chamado.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Dictiocaulose        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Provoca uma tosse crónica com ou sem corrimento nasal e pouca resistência ao exercício. É visível, em cavalos que pastaram com burros. Esta doenaça é transmitida entre burros e de burros para cavalos, mas não entre cavalos. Os cavalos que pastam com burros devem ser desparasitados contra esta doença, com regularidade.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Resfriados das vias nasais        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;É similar à do tipo humano. O cavalo pode não ter febre, não ter vontade de comer e desenvolver um corrimento nasal ou tosse. Caso os sintomas se verifiquem, há que isolar o cavalo, mantê-lo quente, não o fazer trabalhar e chamar o veterinário.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A vacinação protege contra vírus específicos e reduz os sintomas. Só se volta a pôr o cavalo a trabalhar depois de completamente recuperado, dada a fragilidade em que as vias respiratírias ficam.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dado o alto índice de contagio das doenças virais, há que verificar outros animais.A verificação da tremperatura deve ser feita duas vezes por dia (caso esta suba, deve parar-se o trabalho imediatamente).    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há bactérias que provocam os mesmos sintomas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Gurma        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;É uma infecção bacteriana altamentecontagiosa, provocada pela Streptococcus cusequi. Os principais sintomas são as temperaturas altas e pus nas narinas. O cavalo terá um ar descorado e sem apetite. Desenvolve abcessos na região da mandíbula e do pescoço. Há que isolar o animal dos outros e chamar, imediatamente, o veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Enjoo de movimento        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;É provocado pelas viagens longas e os sintomas são semelhantes aos da gripe: febre alta, palidez, pouco apetite e aumento do ritmo respiratório.     &lt;br /&gt;Poderá ser agravado por pneumonia ou pleurisia. Se o cavalo ficar descolorado após uma viagem longa e tiver febre, há que chamar o veterinário sem mais demoras. O cavalo deve manter-se quente e em repouso total.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Cornage        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;O facto de um cavalo fazer barulho ao inspirar pode reflectiruma obstrução parcial da laringe, comprometer a performance e provocar cansaço e falta de ar prematuros ao cavalo.&amp;#160; O assobio é um som agudo, o roncomais grave e grave.Ambos podem ser provocados pel,a paralisia de uma corda vocal.Alguns cavalos fora de forma fazem este som, que desaparece conforme vão ficando mais em forma.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Epistaxe        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;É uma perda de sangue&amp;#160; palo nariz. A hemorregia, associada ao exercício, não e comum, podendo ser resultado de um problema grave nas vias respiratórias aéreas superiores da cabeça, em especial, ou de um crescimento anormal (hematoma etmóide) ou, ainda, uma infecção fungicida(micose da bolsa gutural).     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma hemorregia nasal após o exercício é comum e pode ter origem nos pulmões, após o galope. O sangue costuma ser engolido, e não aparece nas narinas.Este tipo de hemorregias não é um problema, mo entanto, uma hemorregia dos pulmões que seja forte pode comprometer a performance e poderá reflectir outras doenças pulmonares.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se depois do exercício aparecer sangue nas narinas do cavalo, por mais de uma vez, é muito importante chamaro veterinário.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Diarreia        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Causas:     &lt;br /&gt;-Alteração súbita da alimentação;     &lt;br /&gt;-Ansiedade;     &lt;br /&gt;-Parasitas ou uma infecção bacteriana (salmonelose)     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esta infecção é transmissível a outros animais e pessoas, pelo que o animal infectado devepermanecer isolado e quem tratar deste deve lavar as mãos no fim.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sintomas:    &lt;br /&gt;-fezes moles ou diarreia.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tratamento:    &lt;br /&gt;O tratamento deve ser administrado somente pelo veterinário, no entanto, enquanto espera que este chegue, pode ir pondo uma ligadura na cauda, para evitar que esta se suje. Pode também esfregar vaselina nas nádegas do animal, para evitar que a pele inflame por estar sempre húmida.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Deve ser dada muita água fresca ao cavalo. Para evitar estes problemas, há que desparasitar o animal regularmente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Perda de Peso        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Causas:     &lt;br /&gt;-Alimentação inadequada;     &lt;br /&gt;-Dificuldade em comer devido a problemas dentários;     &lt;br /&gt;-Parasitas;     &lt;br /&gt;-Vertigem do pasto;     &lt;br /&gt;-Dano na parede do intestino;     &lt;br /&gt;-Não conseguir absorver bem os nutrientes;     &lt;br /&gt;-Doença no fígado(envenenamento por tasna);     &lt;br /&gt;-Doença no rim.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sintoma:    &lt;br /&gt;-perda de peso inesplicável, mesmo que o cavalo coma naturalmente.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tratamento:    &lt;br /&gt;O vaterinário deve ser chamado quando o sintoma se faz sentir, num intervalo de tempo fora do normal e o animal não consegue engordar.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Parasitas        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;Os parasitas são ingeridos no prado. As larvas maturam na parede do intestino e as adultas poem ovos que passam para as fezes. Um grau alto de infecção pode matar o animal.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Causas:    &lt;br /&gt;-Ingestão de larvas de parasitas no prado;     &lt;br /&gt;Sintomas:     &lt;br /&gt;-Perda de peso;     &lt;br /&gt;-Diarreia;     &lt;br /&gt;-cólicas;     &lt;br /&gt;-má condição física.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tratamento:    &lt;br /&gt;-Fazer a gestão do prado, que consiste em apanhar os cagados pelo menos duas vezes por dia, do prado, de forma a evitar a contaminação e quebrar o crescimento larvar;     &lt;br /&gt;-Desparasitar o animal. Na desparasitação, é importante mudar o desparasitante todos os anos, para evitar que os parasitas se tornem imunes ao mesmo;     &lt;br /&gt;-Combinar estas duas técnicas é bastante frutífero.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O veterinário deve ser chamado caso os sintomas não melhorem.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Filipa Fernandes para o Mundo dos Animais, 2008    &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-9107873631532055410?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/9107873631532055410/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/doencas-do-aparelho-respiratorio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/9107873631532055410'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/9107873631532055410'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/doencas-do-aparelho-respiratorio.html' title='Doenças do aparelho respiratório'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-6287078522523091318</id><published>2011-11-20T03:21:00.001-08:00</published><updated>2011-11-20T03:21:54.967-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Sarcóide – Guia para proprietários</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;A sarcoidose é um tipo de tumor de pele. É o tipo mais comum de tumor encontrado na prática eqüina. Os crescimentos muitas vezes aparecem de repente e, dependendo do tipo, pode crescer rapidamente. Em alguns casos eles podem afetar a capacidade de um jumento a usar o cabresto ou arreios, afetando sua capacidade de trabalho. O tratamento pode ser caro e demorado e uma cura completa nem sempre é alcançada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sarcoides variam na aparência. Às vezes sarcoide pode ser confundido com outros tipos de tumores de pele como verrugas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Elas podem parecer secas e escamosa e podem facilmente sangrar ou ulcerar. Alguns tipos de sarcóide são muito agressivos localmente, o que significa que eles tendem a invadir e se espalhar no tecido em torno deles. No entanto, eles são estritamente limitados à pele e do tecido diretamente sob ele, pois eles não se espalham da pele para órgãos internos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Todas as protuberâncias suspeitas devem ser verificados pelo seu veterinário sem demora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Causas de sarcoides      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A causa da sarcoides não é totalmente conhecida, embora haja um número de teorias. Uma teoria é que eles são causados ​​por um vírus. Embora nenhuma partícula de vírus ainda tenha sido encontrada, o material genético parecido com virus tem sido encontrado em uma grande proporção de sarcoides. Uma característica genética específica foi identificada na maioria dos cavalos com sarcoides, sugerindo que uma alta proporção da população eqüina pode ser geneticamente suscetíveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Algumas pessoas pensam que insetos, como moscas, têm um papel no desenvolvimento da doença. Certamente, sarcoides parecem ocorrer em locais do corpo onde normalmente moscas se alimentam, como ao redor dos olhos. As moscas estão implicada na disseminação da sarcoids sobre um animal específico, mas se sarcoides são transmissíveis entre os jumentos é muito incerto. É sensato tomar medidas para o controle de moscas em um jumento com sarcoides durante os meses de verão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Partes do corpo onde são encontrados sarcoides    &lt;br /&gt;Sarcoides ocorrem mais freqüentemente nas pernas, tronco e cabeça, seja como crescimentos simples ou múltiplos. Tem-se observado que sarcoids podem desenvolver nos locais de feridas e áreas onde a trauma ou lesão ocorreu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Frequencia de distribuição das lesões no corpo: Cabeça e orelha 51%, pescoço, corpo e genitais 24%, ombros e membros 25%)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-6xdI-PO1AL0/Tsjil2RNu3I/AAAAAAAABWM/j87Ou1KFSaE/s1600-h/image1.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-UnPqPYNZApE/TsjinHnnknI/AAAAAAAABWU/vmFVg0piNqU/image_thumb1.png?imgmax=800" width="328" height="192" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tipos de sarcoides&lt;/strong&gt;     &lt;br /&gt;Sarcoides foram classificadas em seis tipos principais, cada um com um nome científico descritivo (nodular, fibroblástico, verrucoso, oculto, mista e maligno). Os nomes não são importantes para o proprietário, é apenas útil     &lt;br /&gt;sabemos que a aparência de sarcoides pode ser muito variável. Aqui estão alguns exemplos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-DiabXD9RZ80/Tsjipu6JuAI/AAAAAAAABWc/AZUos3uoujg/s1600-h/image31.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-y25_Ad7LoK0/Tsjirb0s0OI/AAAAAAAABWk/sjsqESdkWc4/image3_thumb.png?imgmax=800" width="432" height="140" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns sarcoides aparecem como discretos pedaços sólidos de tamanho variável. Os nódulos, por vezes, ulceram e sangram na superfície ou soltam líquido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Sarcoids também podem ser massas carnudas, às vezes com uma haste fina ou uma base larga e plana. Este tipo freqüentemente se desenvolve rapidamente de uma forma mais branda seguindo danos e pode se desenvolver no local das lesões de pele nos membros. Outro tipo de sarcoidose (&amp;quot;verrucoso&amp;quot;) é cinza, sarnento ou com aparência de verruga, às vezes com pequenos nódulos sólidos dentro deles. Sarcoides     &lt;br /&gt;também pode aparecer como cinza sem pêlos, áreas geralmente circular. Sarcoides &amp;quot;Malignos&amp;quot;&amp;#160; são o tipo mais agressivo: os tumores se espalham intensivamente através da pele. É uma forma rara que normalmente é encontrado no cotovelo e áreas de face.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tratamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você suspeita que seu jumento tem uma sarcoide, não espere que a condição melhore: ela provavelmente só vai piorar! Consulte o seu veterinário quando o primeiro sinal de uma sarcoide aparece. Não tente tratar da sarcoidose você mesmo, o tratamento mais adequado dependerá do tipo de sarcoide e esta decisão deve ser tomada por um veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Sarcoides são muito difíceis de tratar com eficácia. Vários tratamentos são comumente usados​​: isto sugere que nenhum método é universalmente eficaz. Determinados tipos de tratamento têm efeitos variáveis​​. Alguns podem ser muito bem sucedido em algumas ocasiões e ineficaz em outros. Falha de qualquer método de tratamento é geralmente acompanhado pelo reaparecimento de um tumor mais agressivo, muitas vezes em números crescentes. Portanto, é importante selecionar a melhor alternativa possível como o primeiro método de tratamento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Antes do tratamento&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-aSIe6id_xn8/Tsjise4IdkI/AAAAAAAABWs/v2FNWyTyiYE/s1600-h/image61.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-PIdcN4X-Hio/TsjitlZNL5I/AAAAAAAABW0/GTeGl2gGLGw/image6_thumb1.png?imgmax=800" width="177" height="139" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois do tratamento&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-00NwAt0e4EU/Tsjiui75e0I/AAAAAAAABW8/5pGeflSLBCc/s1600-h/image11.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-VdAF8TuJ4aY/TsjiwHldE_I/AAAAAAAABXE/B0ugYlU7rl8/image_thumb3.png?imgmax=800" width="178" height="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No The Donkey Sanctuary, terapias &amp;quot;alternativas&amp;quot; não são utilizados para sarcoides. Apesar de relatos anedóticos, não há clara evidência de seu benefício. Avaliação de um tratamento incomum pode ser complicado porque em raras ocasiões sarcoides parecemmelhorar sem tratamento. Demora em começar com um tratamento sob a supervisão de seu veterinário pode significar que a sarcoidose aumente e, portanto, fique mais difícil de resolver.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Os seguintes métodos de tratamento são usados ​​por veterinários:     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A remoção cirúrgica. Isto pode ser eficaz para sarcoides muito pequenas em áreas seguras. No entanto, há uma taxa relativamente elevada de falha, com recorrência em torno de 50%.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Um método relacionado (ligadura) é amarrar uma faixa apertada (ou usando uma tira elástica) em torno da base sarcoids com uma haste.     &lt;br /&gt;Isso pode cortar o fornecimento de sangue, causando a lesão a secar e, eventualmente, cair.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Antes da cirurgia&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-waMVZY4QidU/TsjixFy4mGI/AAAAAAAABXM/x7AKfESHQyg/s1600-h/image121.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-Ar1BECzXIu0/Tsjiyb8qg8I/AAAAAAAABXU/XQaalDOBvTU/image12_thumb1.png?imgmax=800" width="202" height="154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Depois da cirurgia&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-6bRfJRPLifE/TsjizPezqLI/AAAAAAAABXc/UM2GMG0fXGE/s1600-h/image17.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-97NKarojPJ4/Tsji0bXu5YI/AAAAAAAABXk/FHYsCQZXbhc/image_thumb5.png?imgmax=800" width="202" height="142" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Criocirurgia (congelamento). Gás nitrogênio líquido é usado neste tipo de cirurgia para alcançar o ultra-congelamento do tecido doente. Isso só é eficaz para sarcoides com tamanho e profundidade limitados. É muito demorado e tedioso se existem vários sarcoides a ser tratados. Também pode haver uma alta taxa de recorrência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Injeção de BCG. Este método funciona razoavelmente bem para sarcoide nodular efibroblástica ao redor dos olhos, mas é muito menos eficaz em outros lugares. O método tem riscos significativos e é necessário um cuidado e apoio extremo na medicação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quimioterapia. Uma injeção de determinadas drogas no centro de uma sarcoidose é um método útil de tratamento em alguns casos. Estas drogas matam as células com as quais entram em contato. O material também é muito perigoso para o cirurgião e por isso precauções especiais devem ser tomados e é difícil de obterno na maioria dos países.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Terapia citotóxica tópica (usando um creme). Este tratamento, provavelmente, produz os melhores resultados dos métodos disponíveis. Estas substâncias são muito fortes em seus efeitos e pode danificar a pele normal, bem como o tumor. O método é limitado a áreas que toleram cicatrizes na pele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Radioterapia. Apesar de altamente eficaz, este é muito caro e limitado na sua disponibilidade. É utilizado principalmente para sarcoides ao redor do olho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Lembre-se que a detecção precoce é importante e pode influenciar o sucesso do tratamento. Verifique a pelagem e a pele do seu jumento todos os dias, especialmente em torno das áreas que podem ser afetadas por sarcoides.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: The Donkey Sanctuary&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-6287078522523091318?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/6287078522523091318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/introducao-sarcoidose-e-um-tipo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6287078522523091318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/6287078522523091318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/introducao-sarcoidose-e-um-tipo-de.html' title='Sarcóide – Guia para proprietários'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-UnPqPYNZApE/TsjinHnnknI/AAAAAAAABWU/vmFVg0piNqU/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7169614095134344170</id><published>2011-11-18T11:20:00.001-08:00</published><updated>2011-11-18T11:20:33.766-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>Pastagem para Equinos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As pastagens por constituírem há milhares de anos o alimento natural dos eqüinos, seu complexo sistema digestivo adaptou-se anatômica e fisiologicamente para sua transformação em fonte de energia, proteína e para suprir suas necessidades de todos os nutrientes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com o incremento da estabulação e dos esportes eqüestres, os cavalos começaram a receber uma alimentação muitas vezes incompatível com sua capacidade de digestão e conversão, resultando como conseqüência mais grave a síndrome cólica, além das diarréias, aguamento, anemia etc.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A respeito da fisiologia digestiva, enquanto nos bovinos (ruminantes) a assimilação de toda a energia dos carboidratos fibrosos dos vegetais ocorre no complexo “rúmen”; enquanto a dos eqüinos (não ruminantes) é no intestino grosso (ceco funcional), local de abrigo dos microorganismos, destinados a realizar a digestão desses alimentos volumosos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por este motivo, toma-se importante a ingestão da fração fibra, responsável pelo equilíbrio e bom funcionamento do sistema digestivo. Como a forragem é a principal fonte de fibra da alimentação eqüina, associada ao bom valor nutritivo e ao custo mais baixo, não se deve desprezá-la nos mais diversos programas alimentares&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A oferta de alimentos de alta qualidade, tanto de forragens quanto de suplementação concentrada, possui seus benefícios comprovados, pois garante crescimento saudável e excelente condição física dos animais. Na avaliação das espécies forrageiras para formação das pastagens para os eqüinos, devemos considerar seu hábito de pastoreio e fisiologia digestiva, que são diferentes dos outros animais herbívoros. O pastoreio dos eqüinos consiste na apreensão dos alimentos pelo lábio superior, usando os dentes para o corte da forragem, auxiliado pelos movimentos da cabeça. Nos bovinos esta apreensão é realizada pela língua que enrola a vegetação prensando-a no palato superior (céu da boca) arrancando-a com um pequeno movimento da cabeça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Características desejáveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com este tipo de pastejo rente ao solo, é importante a escolha adequada de uma espécie forrageira que tenha hábito de crescimento rasteiro. Como por exemplo, as espécies de estoloníferas ou semidecumbentes, no qual o tipo de pastejo causa menor dano ao meristema apical da planta proporcionando um melhor rebrote e persistência das pastagens, uma vez que estão menos expostos, dificultando seu corte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Forragens com crescimento cespitoso e com o meristema apical mais alto devem receber mais atenção no manejo. Neste caso, não permitir que os animais cortem muito baixo as pastagens, pois com uma desfolhação muito intensa acarretará a remoção do meristema apical, resultando na paralisação de seu crescimento. A rebrota será muito mais lenta, pois ocorrerá a partir de gemas basais ou axilares, prejudicando assim o rendimento e a duração da pastagem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outras características desejadas nas forragens são: &lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;1 - Crescimento agressivo (capacidade de crescer e fechar a área rapidamente);     &lt;br /&gt;2 - Resistência ao pisoteio;     &lt;br /&gt;3 - Alto valor nutritivo;     &lt;br /&gt;4 - Baixa exigência em fertilidade do solo;     &lt;br /&gt;5 - Boa palatabilidade;     &lt;br /&gt;6 - Adaptável às condições climáticas da região.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escolha da forragem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por ser um país de proporções continentais, o Brasil possui uma diversidade de clima e fertilidade do solo, responsáveis pelas diferenças na adaptabilidade de uma mesma espécie em diferentes regiões do país.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A composição das forragens varia muito com o estádio vegetativo da planta, com a fertilidade e tipo do solo, regime de chuvas, temperatura, umidade do ar, latitude, altitude, sistema de pastoreio, praguejamento, espécie forrageira, etc.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com essa ampla variedade de fatores influenciando a composição nutritiva e produção das forragens, pode-se afirmar que não há uma espécie forrageira ideal, e sim dentro das características desejáveis já citadas, ocorra à escolha da espécie mais adaptada a região e ao manejo adotado (adubação, rotação de pastagens, irrigação, taxa de lotação, etc.).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Preparo do solo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Antes do plantio, deve-se tomar providencias para uma melhor germinação tanto das sementes ou das mudas plantadas. A coleta de amostra do solo para análise em laboratório, tem grande importância para a determinação das suas condições de fertilidade e pH. De acordo com os resultados, recomenda-se a correção do pH do solo, de preferência 60 dias antes do plantio, e a adubação adequada para que o solo esteja apto para proporcionar o rápido crescimento e persistência da forrageira cultivada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É também importante para o sucesso na implantação de uma pastagem fazer a retirada das plantas daninhas perenes antes da floração, para que não reproduzindo, impeça a reinfestação, possibilitando maior controle da qualidade das pastagens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Forrageiras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Informações sobre as espécies de gramíneas para a formação de pastagens é de grande importância na alimentação eqüina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrela Africana (&lt;em&gt;Cynodon Plectostachyus&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/-O47233SlNwY/Tsav3Gb9WXI/AAAAAAAABVc/n5vs8L6FCmE/s1600-h/image5.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-PXzv9UnFyFU/Tsav4uoim6I/AAAAAAAABVk/sv0A3mxxwEI/image_thumb1.png?imgmax=800" width="244" height="145" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Espécie de crescimento prostrado prefere solos de textura argilo-arenosa. Extremamente resistente ao pisoteio, apresenta valor nutritivo bom e notável capacidade de cobrir terreno. Regra geral não recomendada para fenação, devido ao seu “talo” ser grosso dificultando a perda de água.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coast – Cross (&lt;em&gt;Cynodon Dactylon&lt;/em&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/--1C79NjXP5k/Tsav6fzt85I/AAAAAAAABVs/wmOYFad25h8/s1600-h/image8.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-FRYfqSWeLt0/Tsav8MezW1I/AAAAAAAABV0/keew9rgmCPQ/image_thumb2.png?imgmax=800" width="244" height="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O coast-cross é uma forrageira perene, subtropical, híbrida, desenvolvida na Geórgia, EUA, pelo cruzamento entre espécies de Cynodon (grama-bermuda). É resistente ao frio, tolerando bem geadas. Apresenta bom valor nutritivo (teor protéico: 12 a 13%), alta produção (20 a 30 t/ha/ano de matéria-seca) e alto nível de digestibilidade (60 a 70%). Por apresentar alta relação folha/haste e responder vigorosamente à adubação, constitui-se em excelente opção para fenação. Seu hábito prostrado e estolonífero lhe assegura maior persistência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tifton 85 (Cynodon SP)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-HOroSZJjgxg/Tsav91_B-dI/AAAAAAAABV8/s81y5-UMt24/s1600-h/image11.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh6.ggpht.com/-xD7Hr14GEHs/Tsav_9cAQ6I/AAAAAAAABWA/yr6PwlD4uhg/image_thumb3.png?imgmax=800" width="244" height="183" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Gramínea do gênero Cynodon sp, híbrido estéril resultante do cruzamento da TIFTON - 68 com a espécie Bermuda Grass da África do Sul Gramínea perene estolonífera com grande massa folhear, rizomas grossos, que são os caules subterrâneos que mantêm as reservas de carboidratos e nutrientes que proporcionam a sua incrível resistência a secas, geadas, fogos e pastejos baixos. Pode ser plantada tanto em regiões frias, quanto em regiões quentes de clima subtropical e tropical, ou seja, em todo território nacional, em solos arenosos, mistos e argilosos (não alagados), devidamente corrigidos e adubados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tifton 68 (Cynodon sp)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O tifton 68 é uma gramínea forrageira tropical obtida a partir de melhoramentos genéticos realizados com o gênero&lt;em&gt;Cynodon &lt;/em&gt;nas universidades da Geórgia e da Flórida, nos Estados Unidos. Apresenta as mesmas características o tifton 85 apresentado acima.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Braquiárias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Capins do gênero &lt;em&gt;brachiaria&lt;/em&gt; devem ser evitados na formação de pastagens para eqüinos, pois algumas espécies (&lt;em&gt;brachiaria decumbens&lt;/em&gt;) são rejeitas pelos animais. Algumas causam fotossenbilização hepatógena principalmente nas partes despigmentadas dos animais (brachiaria humidicola), além de apresentarem alto teor de oxalato, que seqüestra o cálcio tornanndo-o indisponível para o animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A doença conhecida como “cara inchada” (hiperparatireoidismo nutricional secundário), é caracterizada por um inchaço bilateral dos ossos da face, e é causada pelo alteração da relação Ca:P. Para tentar restabelecer a quantidade de cálcio no sangue o organismo libera o PTH (hormônio da paratireóide), que mobiliza o cálcio dos ossos para a corrente sanguínea.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O cálcio retirado dos ossos é substituído por um tecido cicatricial fibroso, que provoca aumento de volume dos ossos da face. Embora irreversíveis, essas lesões podem ser controladas quando detectadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outras espécies como o capim kycuiu (pennisetum clandestinum), &lt;em&gt;Setaria anceps&lt;/em&gt; cv. Kazungula, &lt;em&gt;Panicum maximum cv. Colonião, Digitaria decumbens &lt;/em&gt;cv. Transvala também devem ser evitadas pelo seu alto teor de oxalato.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: ABQM&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autores: Felipe Pereira dos Santos e Humberto Pena Couto&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7169614095134344170?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7169614095134344170/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/as-pastagens-por-constituirem-ha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7169614095134344170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7169614095134344170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/as-pastagens-por-constituirem-ha.html' title='Pastagem para Equinos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-PXzv9UnFyFU/Tsav4uoim6I/AAAAAAAABVk/sv0A3mxxwEI/s72-c/image_thumb1.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4058203775712885106</id><published>2011-11-16T07:00:00.001-08:00</published><updated>2011-11-16T07:00:46.807-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>A verdade sobre jumentos, cavalos e verminose pulmonar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-hIDyqLjDojQ/TsPP6aHM8DI/AAAAAAAABVM/HQhDqTxgzzg/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/-l7csNzGaRJc/TsPQGZ4y40I/AAAAAAAABVU/gDMBpjQarBk/image_thumb.png?imgmax=800" width="242" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos e cavalos podem viver juntos com sucesso desde um programa de desparasitação regular seja seguido.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um grupo de bem-estar animal proeminente está fazendo campanha para dissipar o mito de que jumentos e cavalos não podem viver juntos por causa do parasita Dictyocaulus arnfieldi.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;The Donkey Sanctuary, com sede perto de Sidmouth, em Devon, Inglaterra, diz que apesar do risco de vermes pulmonares, jumentos, cavalos e pôneis podem viver juntos e com segurança, desde um programa de desparasitação regular, com o aconselhado por um veterinário, seja seguido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ben Hart, o gerente de treinamento diz: &amp;quot;Quando temos nossos dias de treinamento, é comum ouvir pessoas afirmarem que jumentos e cavalos não podem viver juntos por causa dos riscos de lungworm (verme pulmonar). Mas o fato é que eles podem.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A instituição também está interessada em esclarecer equívocos sobre os níveis de infecção parasitária em jumentos na Grã-Bretanha. Ela apresentou recentemente os resultados de um estudo que avaliou os níveis de infecção parasitária em jumentos para veterinários e parasitologistas.     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dra. Faith Burden, gerente de projetos veterinários da instituição, diz que é freqüentemente citado que uma grande porcentagem - até 70 por cento - de jumentos da Grã-Bretanha estão infectadas com vermes pulmonares.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Nosso estudo para determinar os níveis de infecção parasitária em jumentos, ao longo de um período de quatro anos, mostrou que apenas 4 por cento foram infectados com vermes pulmonares&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;The Donkey Sanctuary visa proteger jumentos e muares e promover seu bem-estar em todo o mundo. Foi fundada pela Dra. Elisabeth Svendsen em 1969 e já cuidou de mais de 13,600 jumentos no Reino Unido, Irlanda e outras partes da Europa. Ele também funciona no Egito, Etiópia, Índia, Quênia e México para melhorar o bem estar do jumento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fatos sobre lungworm    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1. Jumentos são considerados o hospedeiro natural do parasita.    &lt;br /&gt;2. Jumentos toleram uma grande infestação de lungworms sem sinais aparentes, ao passo que ele pode causar tosse severa em cavalos e pôneis que contraiam o parasita.     &lt;br /&gt;3. Larvas de vermes pulmonares podem viver no pasto por um período considerável de tempo, de modo que um bom manejo de pastagens pode ajudar a reduzir a infestação.     &lt;br /&gt;4. Amostragem fecal é a melhor maneira de diagnosticar vermes pulmonares em jumentos.     &lt;br /&gt;5. Jumentos, cavalos e pôneis podem viver juntos com bastante segurança, desde um programa de desparasitação seja seguido, como aconselhado por um veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: Dawn Vincent&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Horse Talk, NZ&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4058203775712885106?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4058203775712885106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/jumentos-e-cavalos-podem-viver-juntos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4058203775712885106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4058203775712885106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/jumentos-e-cavalos-podem-viver-juntos.html' title='A verdade sobre jumentos, cavalos e verminose pulmonar'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/-l7csNzGaRJc/TsPQGZ4y40I/AAAAAAAABVU/gDMBpjQarBk/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-3242950960792562754</id><published>2011-11-15T07:30:00.001-08:00</published><updated>2011-11-15T07:31:45.359-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>O que você sabe sobre hiperlipidemia?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todos os proprietários jumento deve estar ciente da condição que é conhecida como Hiperlipidemia pois possui um alto risco de mortalidade, mesmo quando reconhecida e tratada rapidamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Jumentos, incluindo jumentos miniatura e pequenas raças de pônei são especialmente suscetíveis a esta condição devastadora, que é reconhecida desde o final da década de 1960. Estes tipos de eqüinos são projetados para viver em ambientes hostis - desertos, pântanos, etc com pastagens pobres e pouco alimento disponível. Como resultado, eles tendem a engordar e ganhar excesso de reservas de gordura quando pastam e recebem alimentação suplementar. Infelizmente, quando esses animais param de comer por qualquer motivo, isto leva a condição conhecida como hiperlipidemia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Então, o que está acontecendo no corpo quando esta condição ocorre?     &lt;br /&gt;Quando o jumento parar de comer o suficiente, os órgãos essenciais ainda necessitam de um suprimento de alimentos, de modo que o corpo tenta usar a energia que é armazenada, como depósitos de gordura. O resultado é que os ácidos graxos livres são distribuídos para o fígado para serem convertidos em glucose para uso pelo corpo. Este sistema é controlado por eventos hormonais complexos, que devem desligar a quantidade de gordura liberado de depósitos de gordura quando o fígado produz a glicose para o corpo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Infelizmente jumentos e pôneis pequenos não são capazes de eficientemente desligar a liberação de gordura e o sangue logo se enche de excesso de gordura na circulação. Esta gordura circulante pode ser medido no sangue como triglicérides pelo seu médico veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Grandes quantidades de gordura causa o fígado e os rins a degenerar e falhar, e, eventualmente, todos os órgãos do corpo falham, isso resulta em danos irreversíveis e a morte segue logo depois.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Quais são as causas de hiperlipidemia?     &lt;br /&gt;Um número de fatores de risco têm sido identificados como contribuindo para esta condição. Sabe-se que um jumento do sexo feminino é de maior risco do que um macho, principalmente se está grávida ou amamentando, quando há alta demanda de energia. Animais com excesso de peso e animais obesos têm um risco muito maior do que aqueles em condições médias.&amp;quot;Stress&amp;quot; pode fazer com que um animal reduza o seu consumo de ração e estresse pode ser muito variável: transportes, social, o mau tempo, a perda de um companheiro, muitas coisas podem atingir um jumento!&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qualquer doença subjacente pode desencadear o processo de carga de verminose, problemas dentários, cólicas, etc &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Como posso saber se meu jumento tem hiperlipidemia?     &lt;br /&gt;Você precisa conhecer o seu jumento bem e reagir a qualquer mudanças sutil de comportamento e redução do apetite. Os sinais apresentados pelos animais com hiperlipidemia não são específicos e incluem apatia, letargia, falta de apetite, aumento da temperatura, e fraqueza. Mais tarde pode haver edema ventral, e sinais de insuficiência hepática e renal, tais como pressão da cabeça, circulando e ataxia. Por último o animal tem um colapso e&amp;#160; convulsões antes da morte. Pelos sinais serem vagos inicialmente, os proprietários tem que agir ao menor dos sinais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O que eu e meu veterinário podemos fazer para ajudar?     &lt;br /&gt;Você pode ajudar a prevenir a doença, se você estiver ciente de sua importância. Não deixe seu jumento obter grande teor de gordura, monitore o consumo de ração com cuidado, especialmente com jumentas grávidas e lactantes. Sempre que possível evite ou minimize eventos estressantes -forneça abrigo do mau tempo, coloque cobertores nos animais mais velhos e mais magros, assista quando novos membros são introduzidos ao grupo. A morte de um companheiro é muito estressante, recomendamos que o companheiro/companheiros vivos sejam deixados com o corpo até que eles não mostrem mais interesse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;If your donkey is diagnosed with the&amp;#160; condition it pays to nurse them well, try a variety of delicious feedstuffs and if necessary syringe orally with glucose or even “Ready Brek” under veterinary supervision. If your donkey is very sick your vet may need to provide energy to the donkey via a stomach tube or intravenous therapy. This will be combined with anti-inflammatories and antibiotics and other medications, your donkey may require hospital treatment.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se você está preocupado chame seu veterinário e peça para que o seu jumento seja examinado e tire uma amostra de sangue. Se o seu jumento for diagnosticado com a doença você deve cuidar para que ele seja bem alimentado, experimente uma variedade de alimentos deliciosos e se necessário por via oral seringa com glicose sob supervisão veterinária. Se o seu jumento está muito doente seu veterinário pode precisar fornecer energia para ele através de um tubo estomacal ou terapia intravenosa. Isto será combinado com anti-inflamatórios e antibióticos e outros medicamentos, salvar seu jumento pode exigir tratamento hospitalar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: The Donkey Sanctuary&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-3242950960792562754?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/3242950960792562754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/todos-os-proprietarios-jumento-deve.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3242950960792562754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/3242950960792562754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/todos-os-proprietarios-jumento-deve.html' title='O que você sabe sobre hiperlipidemia?'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8918793157633363587</id><published>2011-11-14T02:52:00.001-08:00</published><updated>2011-11-14T02:52:45.273-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Apetrechos'/><title type='text'>EMBOCADURAS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando um animal está se movimentando na direção certa, com a velocidade pretendida, não há porque interferirmos nesse processo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se quisermos produzir uma mudança de direção e/ou de velocidade, devemos acionar a embocadura, cessando a pressão assim que obtivermos o resultado esperado, ou seja, devolveremos ao animal sua condição anterior de conforto, quando estiver na velocidade e rumo desejados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O animal não deve ser controlado através da alavancagem bruta da embocadura, porque além de desnecessária, destrói a sensibilidade dos terminais nervosos ali existentes, reduzindo assim a qualidade e a velocidade das respostas do animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A embocadura deve ser utilizada com mãos hábeis, leves e sensíveis, trabalhando os movimentos finos na equitação, enquanto as pernas humanas trabalharão os movimentos mais amplos do animal (Bjarke Rink).&amp;#160; &lt;br /&gt;A ação na embocadura transmite a competência e a habilidade (ou não) de um cavaleiro, podendo causar danos irreversíveis, se usada de maneira equivocada.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Naquelas culturas eqüestres “mais atrasadas”, pretensos cavaleiros utilizam ações que beiram a crueldade. Para compensar a falta de conhecimento e habilidade, inicia-se uma busca por embocaduras mais “pesadas”.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“A embocadura não deve incomodar mais a um animal em treinamento do que uma gravata a um homem no escritório” (Gabby Hayes).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com o uso da embocadura, é possível induzir a flexão do pescoço e fazê-lo colocar as pernas em posição correta para iniciar uma série de respostas automatizadas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O Bridão é a embocadura mais indicada para iniciar a maioria dos animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tipos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Temos vários tipos de embocaduras, falarei sobre as mais comuns, que vou classificar da seguinte forma:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Bridões&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Intermediárias&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;&lt;strong&gt;Freios&lt;/strong&gt; &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bridões – Principais características:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Bocado (bocal) com articulação central. Possibilita a independência de movimentos. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Normalmente se utilizam as duas mãos para equitar. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Não pressiona a barra do maxilar do animal, pois age nas comissuras labiais, em sentido longitudinal (paralelo à barra). &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Exerce menor pressão (incomoda menos) o animal. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A rédea e a cabeçada são colocadas na mesma argola. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Para um bom cavaleiro, não há necessidade de freqüente troca por outras embocaduras. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto à espessura do bocado:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bocado Grosso&lt;/strong&gt; – Leve pressão na boca do animal. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bocado Médio – &lt;/strong&gt;Média pressão na boca do animal.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bocado Fino – &lt;/strong&gt;Chamado de pesado, pois exerce uma pressão maior na boca do animal.&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Materiais mais comuns&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aço Inox&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Boa durabilidade &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Não agarra na boca do animal &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;É considerado “frio”. Inerte na boca. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Estimula a salivação. Médio &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ferro&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Durabilidade menor que o de Inox. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Necessita de limpeza periódica para não “agarrar” na boca do eqüino. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Animais gostam. Estimula a salivação, relaxando a boca. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;blockquote&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Borracha&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Dizem que “esquenta” na boca do animal.&amp;#160; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Bocais de silicone são melhores que os de borracha. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Embocaduras intermediárias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Exercem maior pressão na boca dos eqüinos se comparadas aos Bridões.      &lt;br /&gt;A pressão é menor do que aquela exercida pelo Freio. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Se utilizadas com Francalete, diminuem a pressão exercida pela perna (modo freio). &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Podem ser utilizadas 4 rédeas (duas na posição Bridão e duas na posição do Freio). Este tipo é chamado de Pelham. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Existe Pelham articulado e de bocal fixo. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;As embocaduras mais conhecidas são o Freio-Bridão. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Há também o Freio Bridão Espanhol. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Exerce pressão nas comissuras labiais (efeito bridão) &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Exerce pressão na barra (usado com barbela. Efeito freio) &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Freios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Exercem forte pressão na barra da boca do animal.      &lt;br /&gt;Pode ter bocal reto ou com passagem de língua.       &lt;br /&gt;Possuem Câimbra inferior (perna) e câimbra superior (canhoto).       &lt;br /&gt;Barbelas devem ser obrigatoriamente utilizadas, caso contrário, perde-se o efeito da alavanca (pressão na barra).&amp;#160; &lt;br /&gt;Necessitam de cavaleiro experiente e de mão muito leve.       &lt;br /&gt;Não utilizar barbelas tipo corrente. Utilizar as chamadas barbelas chatas ou de material mais macio, que não machuquem o animal.       &lt;br /&gt;Não há independência de movimentos e deve ser usado com as rédeas em apenas uma das mãos.       &lt;br /&gt;Quanto mais for encurvada a sua perna, melhor para o animal.       &lt;br /&gt;Quanto maior for a sua perna, maior pressão e maior efeito de alavanca, exceto quando o tamanho do canhoto for equivalente ao da perna (neste caso as forças se anulam). &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Amigos, esta pequena contribuição está embasada em cursos que efetuei, literatura diversa, destacando “desvendando o Enigma do Centauro” de Bjarke Rink, sites na Web e pela vivência com meus animais, no Haras Solar do Japí.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sendo estes os principais tópicos que entendo que todo cavaleiro deve saber, chamo a atenção para o fato de que assunto não se encerra aqui.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto Adaptado. Autor: José Walter Taborda &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Casa do Criador&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8918793157633363587?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8918793157633363587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/embocaduras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8918793157633363587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8918793157633363587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/embocaduras.html' title='EMBOCADURAS'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-1144917697104982793</id><published>2011-11-13T10:24:00.001-08:00</published><updated>2011-11-13T10:26:21.222-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Problemas Respiratórios em Jumentos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Jumentos podem sofrer a mesma gama de doenças respiratórias que afetam cavalos e pôneis, no entanto a frequência e os sintomas podem variar. Um jumento que está doente por qualquer motivo, pode parar de comer e desenvolver hiperlipidemia como uma complicação secundária. Algumas doenças respiratórias são infecciosas e vão se espalhar para outros equídeos. Ligue para seu veterinário se houver qualquer mudança na respiração do seu jumento.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Principais sinais de doença respiratória no jumento;    &lt;br /&gt;· Tosse em repouso ou exercício. O jumento parece ter um reflexo de tosse relativamente insensível e como jumentos raramente mostram doenças respiratórias pode ser que já esteja bastante avançada quando for detectada.     &lt;br /&gt;· Aumento da freqüência respiratória. É importante estar familiarizado com a taxa respiratória normal do seu jumento. Medida como respirações por minuto, deve ser em torno de 12-16.     &lt;br /&gt;· Ruídos respiratórios anormais, que podem incluir buzinando, chiado, ronco, etc     &lt;br /&gt;· Aumento do esforço em respirar; visto como narinas e abdome arfando.     &lt;br /&gt;· Secreção nasal, que pode variar de finas e claras, a grosso e amarelo e/ou mau cheiro.     &lt;br /&gt;· Inchaços das glândulas na região da garganta e sob a mandíbula.     &lt;br /&gt;· &amp;quot;Mal-estar&amp;quot; General, alta temperatura e perda de apetite.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Seu jumento pode não ter todos esses sintomas ao mesmo tempo, mas se ele/ela está mostrando qualquer um deles a seguinte ação é recomendada;    &lt;br /&gt;· Tome a temperatura, pulso e taxa respiratória de seu jumento.     &lt;br /&gt;· Telefone para seu veterinário e dê uma história detalhada e informações sobre o problema.     &lt;br /&gt;· Verifique se o ambiente é livre de poeira. Use feno molhado, mude para cama livre de poeira; mude para grama, se possível.     &lt;br /&gt;· Ofereça alimentos frescos e água.     &lt;br /&gt;· Considere isolar o seu jumento de outros equídeos até saber se ele tem uma doença infecciosa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Seu veterinário poderá solicitar as seguintes informações para ajudar com o diagnóstico;     &lt;br /&gt;· Detalhes de programa de vacinação existentes, incluindo as datas de vacinação passada.     &lt;br /&gt;· Detalhes do programa de desparasitação existentes, incluindo as datas de vermifugação e o produto utilizado.     &lt;br /&gt;· Qualquer estresse recente, incluindo o transporte ou mistura com outros equídeos.     &lt;br /&gt;· Qualquer alteração na condição com diferentes épocas ou situações.     &lt;br /&gt;· Alimentação atual e sistemas de habitação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Seu veterinário pode se referir ao trato respiratório. Este termo inclui todas as estruturas envolvidas na respiração e inclui o nariz, faringe (garganta), laringe (cordas vocais) traquéia (tubo de vento) e os pulmões. Se chamado, o veterinário irá realizar um exame clínico do seu jumento, isso pode incluir;    &lt;br /&gt;· Verificação da temperatura e do pulso e respiração.     &lt;br /&gt;· Exame de secreção nasal e, possivelmente, a recolher amostras de dentro do nariz.     &lt;br /&gt;· Ouvir a traquéia e os pulmões com um estetoscópio, um saco plástico de respiração pode ser colocado sobre as narinas para aumentar a profundidade da respiração.     &lt;br /&gt;· Amostras de sangue e fezes.     &lt;br /&gt;· Um endoscópio de fibra óptica pode ser inserido até uma narina e para baixo na traquéia para examinar visualmente as vias aéreas e recolher amostras.     &lt;br /&gt;· Em potros uma radiografia de tórax pode ser útil, mas em asininos isso é pouco prático.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O seu veterinário irá prescrever o tratamento ou recomendar novas investigações, conforme apropriado, tenha a certeza de que você entendeu completamente todas as instruções e tenha o cuidado de seguir todas as diretrizes de tratamento com precisão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Principais causas de doença respiratória no jumento        &lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Infecções virais e bacterianas      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A doença mais grave viral inclui gripe equina e infecções equinas pelo virus&amp;#160; herpes. A doença bacteriana mais grave é a causada por bactérias Streptococcus. Além disso infecções bacterianas muitas vezes seguem as infecções virais e complicam o curso da doença. Virus e infecções bacterianas tendem afazer com que o jumento pareça doente, bem como que tenha sinais respiratórios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eles podem estar sem fome, ter uma temperatura alta, coriza e tosse forte. Além disso jumentos podem desenvolver hiperlipidemia quando afectados por estas doenças e, muitas vezes necessitam de tratamento intensivo e    &lt;br /&gt;de enfermagem. Como podem ser altamente contagiosas, uma boa higiene deve ser praticada por todos os envolvidos nos cuidados do jumento e ele deve ser isolado de outros equídeos, se possível. Isolamento pode ser difícil se o jumento tem um companheiro ao qual é muito ligado e você vai precisar de aconselhamento veterinário específico, dependendo da sua situação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Infecções parasitárias      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jumentos são afetados pelo verme pulmonar parasita Dictyocaulus arnfieldii. Enquanto isso raramente causa um problema em um jumento, vai causar tosse severa em cavalos e pôneis que peguem o parasita. Fortes infecções parasitárias ​​no jumento podem fazer com que outras doenças respiratórias se tornem piores. Em jumentos jovens infecção com o verme Parascaris migrando através dos pulmões também causa irritação e tosse.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alergias      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Alergia a poeira/pólen/esporos de fungos encontrados em feno e/ou pastagens causa um estreitamento das pequenas vias aéreas fazendo o jumento chiar com esforço respiratório aumentado. A condição é chamada de Obstrução das Vias Respiratórias Recorrentes, anteriormente conhecida como doença pulmonar obstrutiva crônica ou doença pulmonar obstrutiva associado a pasto de verão. Geralmente se apresenta como um chiado com esforço respiratório aumentado. Os jumentos não são muito exercitados a condição pode muitas vezes ser muito grave antes de ser diagnosticado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Anatômico      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Jumentos podem sofrer de estreitamento da traquéia levando a dificuldade em respirar, muitas vezes acompanhada por um som peculiar buzinando. Isto é mais comum em animais mais velhos que sofrem de doença pulmonar crônica. Problemas com a estrutura e função da laringe, faringe ou palato também podem levar a sons respiratórios anormais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Prevenindo doenças respiratórias em jumentos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Mantenha o programa contra doenças infecciosas em dia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Dê vermifogo ao seu jumento regurlamente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Mantenha o estabulo livre de poiras o tanto quanto for possível, use feno de boa qualidade, molhado se necessário. Use uma cama livre de poeira e não limpe com o jumento dentro.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Verifique se a ventilação no estábulo é boa, não feche as portas superiores ou janelas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;· Saiba quando chamar o veterinário e fique atento aos sinais de doença. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: The Donkey Sanctuary&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;OBS: Molhando o feno: Menos de 20 minutos, apenas para diminuir o feno, mais do que isso haverá perda de proteinas. Fazendo isso os esporos de poeira ficam com o feno para que sejam ingeridos, em vez de inalados. Deve ser imergido totalmente em agua limpa. Não reutilise a água. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1144917697104982793?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1144917697104982793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/problemas-respiratorios-em-jumentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1144917697104982793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1144917697104982793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/problemas-respiratorios-em-jumentos.html' title='Problemas Respiratórios em Jumentos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8976634324188173812</id><published>2011-11-12T07:46:00.001-08:00</published><updated>2011-11-12T07:46:00.080-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marcha'/><title type='text'>Marcha Antiga</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mais uma vez estamos às voltas com um velho assunto: A MARCHA! De tanto ser discutido, o assunto fica mesmo repassado, surrado, VELHO. Mas a marcha, aquela boa , continua como sempre, com suas características inconfundíveis, que a tornam até motivo de... “preservação permanente” ( e viva a ecologia! ).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Trocando idéias com criadores, novos e antigos na arte de criar cavalos, percebo às vezes que existe uma referência variável entre alguns aficionados ( mais comum aos mais novos ), que se reporta ao tempo em que iniciaram seus criatórios. Desta forma encontramos pessoas que se referem à marcha como “aquela, antiga, verdadeira”, ou “a marcha antiga, macia”, ou ainda “aquela marcha antiga, equilibrada, prá frente”. Cada uma destas pessoas, na verdade, defende seu conceito de “boa marcha” com argumentos que confirmam não só uma divergência de opiniões, mas também uma idéia de que a marcha tem a idade de seu próprio criatório. Sem a pretensão de definir a “boa marcha”, vejo sim a necessidade de dar a estes criadores alguns parâmetros que os auxiliem na tradução de seus conceitos, às vezes confusos pela falta de informações.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se estudarmos a história da Raça Mangalarga Marchador, poderemos perceber nítidas influências que nortearam temporariamente sua evolução. Basicamente três fases se passaram até que se voltasse às origens, com evidências de um ganho zootécnico considerável, apesar dos erros de percurso cometidos. Entenda-se por volta às origens a valorização de um cavalo cuja marcha retrata a época em que se usava o cavalo, o tempo em que os parâmetros de seleção visavam a comodidade, o equilíbrio, a resistência, na busca de um animal capaz de percorrer longas distâncias, quer nas viagens, nas caçadas ao veado campeiro, na lida diária com o gado, sem perder a elegância, o garbo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nas origens da Raça a marcha característica dos indivíduos da época despertava a atenção de todos que usavam o cavalo ( e não eram poucos). Sabe-se que não existiam animais de grande beleza estética. Eram comuns os cavalos de cabeça grosseira, frente pesada, sem refinamento. Primavam, no entanto, pelo andamento cômodo, equilibrado e avante, pela energia de movimentos e por sua resistência. Estas características marcaram os Marchadores na fase primeira de formação da Raça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com a necessidade de refrescar o sangue de sua tropa e mesmo comercializar seus produtos, os criadores da época passaram a freqüentar as exposições, que além de permitir uma troca de material genético, contribuíam na identificação dos indivíduos superiores, que deveriam ser usados na reprodução. Como reconhecimento pelo trabalho de seleção bem conduzido, os proprietários de tais indivíduos tinham seus animais premiados. Foi o início de uma nova era, em que outros interesses passaram a atrair criadores novos, voltados para um cavalo mais bonito, comercial. A substituição do cavalo por veículos motorizados de certo contribuiu para que fosse deturpada a visão do que seria um bom cavalo de sela. Foi então que se difundiu a idéia de “qualidade” com base na beleza estética, valorizando-se cavalos de cabeça leve, de orelhas com pontas convergentes. Teria sido uma fase muito positiva, se outros valores não fossem ignorados. A verdade é que a beleza estética não foi apenas somada à outras características, mas sim confundida com “parâmetro zootécnico” em substituição a tantos outros valores certamente mais importantes. Deixou-se de lado a busca de animais com boa estrutura corpórea, tanto óssea quanto muscular, a valorização de bons aprumos, e sobretudo foram esquecidas as virtudes funcionais do Marchador. A falta de uma conformação ideal, de membros posteriores fortes, capazes de propelir os animais com equilíbrio, energia e regularidade, permitiu o aparecimento de cavalos de marcha curta e desequilibrada, sem impulsão, animais cujos posteriores se arrastavam, e cuja vida útil se reduziu visivelmente. Constatava-se o fato pelo uso de animais (ainda que poucos ) em competições hípicas, que ao contrário de premiações, o que obtinham eram lesões em seus membros, sinais de fragilidade estrutural. Este período contribuiu de forma decisiva para a desvalorização e o preconceito contra o Marchador como cavalo de esporte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Preocupados com a situação que se mostrava real quanto aos rumos tomados pela Raça, alguns criadores trataram de rever seus programas de cruzamentos, priorizando a estrutura como meta. Sem sombra de dúvidas algumas características zootécnicas importantes foram acrescidas ao Mangalarga Marchador, permitindo assim que fossem produzidos cavalos mais enquadrados no padrão de cavalos de sela. Faltava no entanto uma melhor definição dos conceitos zootécnicos, na época mal compreendidos por alguns criadores. A estrutura corpórea, óssea, tendínea e muscular, a qualidade de membros e aprumos foram então confundidos por “volume” corpóreo. Não se pode negar que esta nova fase contribuiu em muito para que se melhorasse o tronco dos animais da época, que passaram a se apresentar muito mais profundos e arqueados, melhor cobertos de musculatura, muito diferentes portanto dos animais criados na fase anterior, débeis em seu tronco e membros. A confusão que se formou permitiu, no entanto, a multiplicação de animais cuja estrutura de membros não condizia com o peso e o volume corpóreos dos indivíduos. A situação se complicou quando, acreditando que seria este volume o parâmetro de qualidade estrutural, alguns criadores trataram de superalimentar seus produtos, apresentados em pistas como verdadeiros “suínos tipo banha”. Como se não bastasse, veio a descoberta maligna dos anabolizantes, e seu uso indiscriminado produziu animais totalmente ilusórios, bolos de carne sobre membros incapazes sequer de sustentá-los em pé. Mas o pior estava por vir: caindo em desuso, os cavalos eram criados muito mais por sua conformação que para qualquer função como animal de sela. Os criadores não montavam, os animais não eram testados em sua aptidão maior. O outro lado da marcha se fez presente. Cavalos absolutamente diagonais, alguns mesmo quase ao trote, premiados em grandes exposições por sua condição “atlética”, se é que assim poderíamos defini-los. Atletas da obesidade, confinados em baias, sem nem poderem ser montados. Nos grandes haras era comum se reunir ao redor de um garanhão, apresentado imóvel ao cabresto, e tecer-se inúmeros elogios à sua conformação, sua estrutura. Suas aptidões como cavalo de sela, como marchador de fato, eram meros detalhes. Há de se comentar o temperamento linfático, por muitos apresentado, e para o qual não se dava também importância.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns criadores tiveram suas origens nas raízes da raça, e seus ancestrais lhes passaram a sensibilidade e o gosto por bons marchadores de sela. Estes, quando falam de marcha, se referem à marcha pura, original, verdadeira. Outros se iniciaram na criação à época dos animais comerciais, bonitinhos, cuja marcha, no entanto, não correspondia nem mesmo à sua beleza estética. E muitos se prenderam àquela marcha, sem saber do passado. Outro grupo, ainda mais jovem no que diz respeito à criação, “nasceu” na geração “rocambole”, e aprendeu a valorizar um animal volumoso, grande e gordo, sem sustentação, e o que é pior, sem andamento. E alguns também se agarraram a este cavalo, como sendo o de boa marcha. Mas ter as origens do criatório nestas diferentes fases não é o problema. Complicado é não se ter referências do que de fato é bom, original, verdadeiro, e se prender ao que era tido como bom, sem que se abra os horizontes do conhecimento. O problema está no fato de não se conhecer aquilo que realmente foi preconizado por criadores que, nas origens da Raça, sabiam as reais virtudes de um cavalo, pela própria necessidade do seu uso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O momento que hoje vivemos nos permite experimentar realidades que remontam ao passado inicial da Raça. O cavalo voltou a ser usado, a ser montado. Hoje os criadores buscam um cavalo marchador de fato, como era na sua origem. O ganho acrescido à raça nos oferece animais de um belo zootécnico superior, aliado à uma beleza estética que a todos agrada. E pode-se ver tudo isso nos verdadeiros marchadores, cômodos, equilibrados, enérgicos, ágeis, resistentes. Provas e mais provas são hoje disputadas com o Marchador, e os resultados são os melhores. Ganhando enduros em disputas acirradas com outras raças, provas de hipismo rural e mesmo o clássico, lá está o Marchador se fazendo vitorioso. A valorização dos técnicos em suas funções próprias e específicas, quer no serviço de registro ou nas pistas de julgamento, permitiu uma redução drástica na margem de erro dos cruzamentos, através de uma orientação pautada em conceitos realmente técnicos. Reduziu também o tempo gasto pelos criadores para atingir metas, ainda que intermediárias, no árduo ofício a que se propõem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quanto à marcha, aquela antiga, verdadeira, original, deve-se sua preservação a alguns poucos criadores, que não sucumbindo a modismos, souberam priorizá-la, perpetuando-a em seus criatórios pela seleção funcional. E para aqueles que se limitaram a ter como referência apenas o que era erroneamente valorizado, quando do início de seu envolvimento com a Raça, o que se vê hoje é a réplica melhorada daqueles animais da origem, que marchavam verdadeiramente, cômodos, equilibrados, enérgicos, ágeis, belos. . .&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Blog Muares e Marchadores&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8976634324188173812?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8976634324188173812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/marcha-antiga.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8976634324188173812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8976634324188173812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/marcha-antiga.html' title='Marcha Antiga'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7959298886611146668</id><published>2011-11-11T03:16:00.001-08:00</published><updated>2011-11-11T03:16:44.394-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alimentação'/><title type='text'>A importância do sal para os equinos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-y8AOUOp-CTY/Tr0D3UvgXHI/AAAAAAAABUs/7tr-UEwPkEA/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-U35zIleJw9I/Tr0EGCRLGSI/AAAAAAAABU0/oiIkYQhLQs8/image_thumb.png?imgmax=800" width="160" height="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma alimentação adequada para os eqüinos é fator vital para o bom desenvolvimento da criação. Sem uma dieta correta, estes animais podem apresentar os mais diversos problemas. Nesse contexto, os minerais têm importante participação na formação do esqueleto e nos processos fisiológicos que acontecem durante toda a vida de um eqüino.A ração de cavalo típica, composta de forragens e grãos, não provê de uma quantidade razoável de sais para o seu animal. Esta necessidade torna-se mais crítica em tempos quentes e úmidos, principalmente em cavalos de esportes, mas serve como alerta até mesmo para cavalos a pasto. Assim, não deixe de dar sal para seu cavalo. Geralmente, observamos cristais salgados secos, em cima da garupa dos cavalos inativos ou em pasto. Esta perda de sal deve ser reposta. A insuficiência de sal também pode levar o cavalo a adquirir hábitos indesejáveis, como por exemplo o de comer as fezes, numa tentativa de repor o nível de cloreto de sódio e ainda perda de apetite e pêlos, cabelos ásperos e opacos, crescimento reduzido e baixa produção. Em dias quentes e úmidos os cavalos também podem parecer facilmente cansados e não executar funções que normalmente desempenhariam, ocasionados pela deficiência salina. Com temperaturas elevadas, umidade e intensidade de exercícios, os cavalos suam mais portanto, perdem mais sais minerais. O sal também é eliminado na urina e pelas fezes . Um cavalo com cerca de 460kg de peso, em descanso ou trabalho ligeiro pode comer 4 colheres de sopa de sal grosso por dia, distribuídos na ração. Esta afirmação serve para cavalos que comem cereais (aveia, cevada). Se comer ração concentrada convém diminuir a quantidade de sal, subtraindo a quantidade já presente na dita ração. Os cavalos que comem cereais têm mais carência de sal.Mesmo administrando sal na ração é aconselhável providenciar uma pedra de sal na boxe a não ser que o seu cavalo tenha o vício de comer o bloco de sal à dentada, ingerindo sal em excesso o que provocará problemas. Também, use sal mineral junto com o sal branco. Minerais em pequenas quantidades são essenciais. Coloque a mistura de sal mineral e sal comum em um lugar seco fora da chuva. Faça os cavalos terem uma provisão de água limpa e fresca. O consumo de sal aumenta o de água. Não dê sal em excesso. Não há nenhuma necessidade de acrescentar mais do que 1% de sal do total da ração de grão. Sal “ad-libitun” (para consumo voluntário) também é recomendado. cavalo que transpira abundantemente perde grandes quantidades de cloreto de sódio e ainda de cálcio, magnésio e potássio. Nesse caso não aumente a dose de sal que lhe dá diariamente. Em vez disso, dê-lhe uma mistura de electrólitos bem equilibrada meia hora antes do esforço e de novo após o trabalho. No entanto deve dar-se atenção aos regulamentos das provas desportivas pois algumas delas não permitem a sua utilização. Os electrólitos só devem ser administrados nas doses adequadas e só quando o cavalo efetua trabalho intenso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Equitação Especial&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7959298886611146668?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7959298886611146668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/importancia-do-sal-para-os-equinos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7959298886611146668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7959298886611146668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/importancia-do-sal-para-os-equinos.html' title='A importância do sal para os equinos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-U35zIleJw9I/Tr0EGCRLGSI/AAAAAAAABU0/oiIkYQhLQs8/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5625474028593760485</id><published>2011-11-10T03:14:00.001-08:00</published><updated>2011-11-10T03:23:04.409-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filhotes'/><title type='text'>Cuidados com Filhotes Orfãos e Rejeitados</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-vBFoD-DoW8A/Truz-0-Sk-I/AAAAAAAABUc/FgJvLt3xo-I/s1600-h/image%25255B3%25255D.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-hdMF_NQL4sw/Tru0E0-m0eI/AAAAAAAABUk/xbm--A-hiHY/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" width="273" height="204" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um filhote pode ficar orfão por causa da morte da sua mãe, rejeitado devido ao comportamento antagônico ou por estarem subnutridos por causa de uma oferta de leite inadequada. Meios alternativos de manutenção devem ser encontrados até que o filhote tenha pelo menos cinco meses de idade. Seja sempre guiado por seu veterinário ou por uma pessoa devidamente habilitada.    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adoção&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Encontrar uma égua/jumenta ama de leite tem muitas vantagens, mas elas raramente estão disponíveis. Uma mãe que acaba de perder seu potro é o ideal. O sucesso depende de uma série de variáveis ​​que afetam o relacionamento entre os dois, incluindo:    &lt;br /&gt;• Fêmeas que tiveram um potro natimorto ou que não foram amamentados são menos propensas a aceitar.     &lt;br /&gt;• Quanto maior o período entre a morte de filhote e da introdução do órfão, menor a chance de sucesso. Depois de dois a três dias de não amamentar o leite da mãe pode secar.     &lt;br /&gt;• Se a discrepância de tamanho entre mãe e potro for grande, a chance de aceitação é menor.     &lt;br /&gt;• Se o filhote nunca amamentou, ele gradualmente perde o instinto.     &lt;br /&gt;• O instinto materno varia entre os indivíduos. Algumas matrizes mostram hostilidade extrema no começo, mas, depois de terem aceite um filhote, elas podem se tornar as melhores mães.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Superar&amp;#160; a rejeição      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Há uma série de maneiras para ajudar a evitar ou superar a rejeição de um filhote adotivo:     &lt;br /&gt;• Mova a matriz para um estábulo alternativo para que ela não possa associa-lo com seu potro morto.     &lt;br /&gt;• A placenta e as fezes do potro morto deve ser espalhado sobre o potro órfão antes de apresentá-lo para a matriz.     &lt;br /&gt;• Coloque um cheiro forte sobre as narinas da égua, por exemplo, ‘Vick’ vapour rub. Também, colocar isso no potro, especialmente sobre os posteriores, cabeça e pescoço. Renovar a intervalos freqüentes.     &lt;br /&gt;• Coloque o potro junto da matriz quando ele estiver com fome, ou seja, a cada 3 horas. Introduzir a matriz para o potro quando ela tever um úbere cheio.     &lt;br /&gt;• Tranquilizantes químicos podem ser usados. A necessidade de usar deve diminuir em cada reunião subseqüente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Observe a matriz e do potro na primeira vez que estiverem juntos, algumas matrizes e potros são melhores mantidos separados por uma divisória, isso permitirá a visão e o cheiro do outro, mas irá proteger o potro. Se não tiver êxito no primeiro encontro re-introduzir após um curto período de tempo, pois o sucesso pode ser alcançado depois de novas tentativas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se a matriz ainda está mostrando uma resposta antagônica ao fim de dez a doze horas, então as chances de sucesso são poucas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colostro      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O colostro deve ser administrado dentro das primeiras 12 horas de vida, a primeira mamada deve estar dentro de 2-4 horas após o nascimento. A quantidade recomendada é de 250ml a cada hora nas primeiras seis horas, perfazendo um total de 1,5 litros. Em caso de rejeição do potro, obtendo o colostro da mãe seria preferível, ou poderia ser tirado de outra matriz que tenha dado à luz à menos de dois dias. Uma égua saudável deve ter o suficiente para retirar 250ml após seu proprio potro ter sido amamentado. Limpe as mãos e o úbere da matriz antes da ordenha e esterilize todos os utensílios. O colostro de uma vaca não é o ideal, embora se alimentado em grande quantidade é melhor do que nenhum. Coletar colostro e congelar a -15 a -20 ° C. Aloje em lotes de 250ml. Quando necessário descongelar lentamente na água quente até atingir 38 ° C.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Se o potro não recebeu colostro, o plasma deve ser administrado por via intravenosa ou por sonda gástrica durante as primeiros doze horas de vida. OBS: Só deve ser administrado por um veterinário ou pessoa devidamente habilitado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimentação Suplementar      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Se uma matriz não está produzindo leite suficiente para seu potro, sua dieta pode ser complementada enquanto ela está em lactação. Para tentar aumentar a produção de leite, os seguintes métodos podem ser bem sucedido: &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;• Uma injeção de oxitocina, 0,5 ml a 1,0 ml para estimular o fluxo de leite. Só deve ser administrado por um veterinário ou pessoa devidamente habilitado.&lt;/p&gt; • Alimentação de luzerna (alfafa), ou permitir a que paste em um pasto de um verde luxuriante.   &lt;br /&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criação à mão      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Pode não haver outra alternativa senão a ajuda manual. Os seguintes pontos devem ser considerados:     &lt;br /&gt;• Pessoal. Criação um potro assim não é fácil nem barato, e os envolvidos devem estar preparados para comprometer o seu tempo e recursos. Pessoal experiente, e consciente é essenciais.     &lt;br /&gt;• Companheiros. Um potro pode desenvolver características comportamentais ruins se criado à mão sem contato com outro animal. Ovinos e caprinos fazem bons companheiros, mas o potro deve também ser autorizados a ver outros equídeos. Pode ser acompanhado por um pônei quieto ou muar. Este companheiro irá atuar como um modelo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;• Exercício. Certifique-se que o potro faça exercício regularmente, especialmente quando ficar mais velho e mais forte. Como o leite contém muito pouca vitamina D, o potro deve ser permitido sair regularmente para receber à luz do sol. Jumentos exposto à luz solar por pelo menos três horas por dia pode produzir sua própria vitamina D, que éessencial para o desenvolvimento ósseo adequado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;• Ambiente. O potro deve ser mantido em um lugar quente e seco, e protegido do vento. Uma baia limpa com cama limpa é ideal. A baia deve ter ficar vazia por duas ou três semanas antes de habitação do potro e não deve haver incidência de doenças entéricas associadas com a área.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;• Higiene. A baia e todos os equipamentos utilizados devem ser limpos, desinfetados e/ou esterilizados. Todo o pessoal que entrar na baia deve tomar as precauções de higiene necessárias, especialmente nas primeiras 72 horas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O potro pode receber antibióticos nos primeiros dias, se desejar, embora esta é uma questão de preferência e geralmente não é defendido na medicina veterinária.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mamadeira      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Isso é demorado, mas é preferível à alimentação com balde ou intubação. Pode ser usada no período de transição antes de um potro ser treinado para beber de um balde. Tetas cordeiros &amp;quot;são os mais próximos em forma e maleabilidade aos de uma égua ou jumenta. Se o potro rejeita o teto, coloque o dedo indicador na boca e, se ele não chupar, mova o dedo contra o céu da boca. Lentamente substitua o dedo indicador com o bico uma vez que ele comece a chupar. Seja paciente. Manter o frasco na posição vertical.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alimentação no balde      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Isso é menos demorado uma vez que o potro foi treinado, mas é muito mais difícildo que introduzir a garrafa. Geralmente é melhor começar quando o potro tiver com duas semanas ou mais. Leite deve ser oferecido ad lib em um balde, largo e rasa, colocado à altura da cabeça. Deve ser reabastecido duas vezes ao dia, e o balde cuidadosamente limpo. Para treinar, coloque os dedos dentro da boca do potro e, quanado ele começar a chupar, abaixe lentamente a mão no balde de leite. Pode ser necessário empurrar a cabeça do potro para baixo para mostrar o balde. Pode demorar um dia inteiro para um potro de aprender a beber no balde. Alguns potros se dão bem com alimentação no balde de jeito nenhum, mas pode ser que aceite beber de um alimentador de cordeiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Entubação nasogástrica      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(tubo através do nariz até o estômago) - Converse com o médico veterinário     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Protocolo para criação à mão      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Leite quente a 38 ° C para alimentação inicial, reduzindo gradualmente a temperatura do ar durante a primeira semana. Alterações deve ser feita sempre lentamente ao longo de 24 a 48 horas.     &lt;br /&gt;Um potro de 10 kg requer 30kcal/kg (125kJ/kg) por dia.     &lt;br /&gt;Um potro doente ou prematuro requer 36kcal/kg (150kJ/kg) por dia.     &lt;br /&gt;O volume recomendado de leite para um potro saudável é 100ml/kg peso corporalpor dia. Para um potro 10 kg, isso significa um litro de leite por dia, ou seja, 10% do seu potro weight. O potro normalmente suga de sua mãe cerca de sete vezes ao dia.     &lt;br /&gt;Idealmente, deve ser alimentado em dois ou três intervalos de uma hora, embora durante a primeira semana é preferível alimentar a cada 1-2 horas. Se o potro está doente, pode ser incapaz de tolerar mais de 50 a 100ml a cada hora, a criação de modo mais intensivo é necessário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma vez que melhore esse volume pode aumentar gradualmente a 200ml por hora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Dia 1 e 2:     &lt;br /&gt;Alimentar 100-120ml a cada duas horas (10-15% do peso corporal) – dez a doze vezes por dia.     &lt;br /&gt;Dia 3-7:     &lt;br /&gt;Aumentar o volume de cada alimento a 150 - 200ml (25% do peso corporal). Reduzir o número de feeds para cerca de oito por dia, alimentando a cada duas ou três horas. Ração (a base de leite) pode ser oferecido a partir de uma semana de idade. Ao comer suficiente, estes devem ser substituídos com uma alimentação baseada em grãos.     &lt;br /&gt;Semanas 2 e 3:     &lt;br /&gt;Dar 300 - 350 ml em cada mamada, reduzir para seis vezes por dia em uma base de quatro em quatro horas. Permitir o acesso à água doce e salgada, e considerar ensinar a se alimentar no balde. Oferta de grãos de boa qualidade e uma quantidade limitada de feno de boa qualidade para iniciar o desmame do potro. Creep de proteína 18% é recomendado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Semana 4:    &lt;br /&gt;Dar 500ml cinco vezes por dia. Não tire o leite até que ele passe a comer alimentos secos adequadamente. A mudança deve ser gradual para permitir que as enzimas digestivas se adaptem.     &lt;br /&gt;Semana 8-12:     &lt;br /&gt;Desmame pode progredido durante este tempo. Dê comida, quatro vezes por dia em oito semanas, depois três refeições por dia com 12 semanas. O potro ainda pode tomar 1-2 litros de leite por dia. Um potro criado à mão deve ser totalmente desmamados com cinco meses de idade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tipos de Leite&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leite de égua/jumenta    &lt;br /&gt;Esta é obviamente a melhor opção para o potro, mas nem sempre está disponível. Ordenhar uma égua é muito demorado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Leite de vaca ou de cabra     &lt;br /&gt;Isto é muito mais fácil de obter, mas não muito similar em composição. Ele contém mais sólidos totais, gordura e proteína, mas é consideravelmente mais baixo em açúcares. A necessidade de misturar pó é evitado, mas pode ser caro, especialmente no que diz respeito ao leite de cabra. Leite de vaca pode ser feito para se parecer com leite de égua/jumenta mais de perto, adicionando uma colher de chá de mel para um litro de leite 2% de gordura. Leite Jersey não deve ser utilizado devido ao seu alto teor de gordura. Leite de cabra parece muito saboroso. Leite de cabra é considerado bom para adoção pois as partículas de gordura são menores do que no leite de vaca e por isso é mais facilmente digerido. Leite de vaca pode conter um número surpreendente de bactérias por isso é aconselhável pasteurizar-lo por aquecimento a 70 ° C por 15 segundos. O leite deve ser resfriado e dextrose podem ser adicionados antes de dar para o potro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fórmula sugerida     &lt;br /&gt;300ml de leite de vaca     &lt;br /&gt;150ml de água de cal (cal hidratada de jardim 50g 10 litros de água - deixar durante a noite para assentar, e, em seguida despeje água de cal a partir de sedimentos).     &lt;br /&gt;20g de dextrose / lactose / melaço mel&amp;#160; / açúcar mascavo.     &lt;br /&gt;substitutos do leite     &lt;br /&gt;A formulação ideal contém 15% de gordura, proteína bruta de 22% e menos de 0,5% de fibra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Substitutos do leite de vaca não são recomendados. Eles são uma fonte pobre de proteína de alta qualidade e muitas vezes contêm antibióticos. Existem fórmulas para substitutos sem antibióticos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Fórmulas humanas devem ser evitados, pois não são bem tolerados pelo trato gastro intestinal do potro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;No entanto, há uma experiência em países em desenvolvimento do leite humano a ser utilizado sem problemas relatados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Substitutos pobres do leite podem causar atraso no crescimento. Também deve ser levando em conta que, seguir as orientações do fabricante pode causar desidratação e constipação. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diarreia - prevenção      &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;• Um substituto do leite de boa qualidade com 22% de proteína bruta deve ser escolhido.     &lt;br /&gt;• Dê pouco alimento e muitas vezes.     &lt;br /&gt;• Mantenha as mãos e utensílios limpos.     &lt;br /&gt;• Leite deixado em repouso permite o crescimento de bactérias. Apenas use leite fresco.     &lt;br /&gt;• Leite comprado em loja podem conter níveis bastante elevados de bactérias.     &lt;br /&gt;• Mudanças repentinas na dieta podem perturbar as enzimas digestivas. Alterações devem ser feitas sempre lentamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Tratamento da diarréia     &lt;br /&gt;O substituto do leite deve ser retirado e substituído com uma solução de glucose 50g em 500ml de água quente e fervida por um ou dois dias. O retorno para o leite deve ser gradual, alternando com a solução.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O número de mamadas por dia deve ser aumentada mas mantendo o consumo total diário igual. Deve-se pensar em completar com pasta de lactobacillus durante mudanças na dieta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Intolerância ao substituto do leite causa diarréia, cólicas e/ou inchaço. Isto também pode indicar ulceração gastroduodenal, por isso, sucralfato (suspensão Antepsin) deve ser administrado como de rotina.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Diminuir o volume ou aumentar a freqüência pode ser tentado, ou uma mudança para uma fonte alternativa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: The Donkey Sanctuary&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5625474028593760485?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5625474028593760485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/cuidados-com-filhotes-orfaos-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5625474028593760485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5625474028593760485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/cuidados-com-filhotes-orfaos-e.html' title='Cuidados com Filhotes Orfãos e Rejeitados'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-hdMF_NQL4sw/Tru0E0-m0eI/AAAAAAAABUk/xbm--A-hiHY/s72-c/image_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4854934788157213875</id><published>2011-11-09T05:26:00.001-08:00</published><updated>2011-11-09T05:26:09.195-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>Anestesia para Jumentos vs. Cavalos (AAEP 2010)</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Os jumentos estão se tornando mais comuns como pacientes para veterinários de eqüinos, e embora seja tentador tratar um jumento como um cavalo, há diferenças importantes em relação ao tratamento do paciente e doses de drogas&amp;quot;, alertou Lori Bidwell, DVM, de Lexington Lexington Equine Surgery and Sports Medicine em Kentucky (EUA). Bidwell falou sobre as principais diferenças entre anestesiar jumentos e cavalos na Convenção da Associação Americana de Veterinários Equinos&amp;#160; realizada nos dias 4-8 de dezembro 2010, em Baltimore.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ela começou listando as várias diferenças comportamentais e psicológicas entre os dois equideos:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Jumentos se comportam diferentemente dos cavalos (o seu comportamento se parece mais com o do gado do que com o do cavalo); &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;A musculatura no pescoço do jumento pode dificultar o acesso a veia jugular, o que complica o processo de inserir um cateter para a anestesia geral. Uma anestesia local e a incisão cirurgica pode ajudar veterinários a colocar o cateter intravenoso mais facilmente;&amp;#160; &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;O ângulo da laringe na parte de trás da garganta (parte superior da traqueia) é diferente do que em cavalos, jumentos e ter um divertículo faríngeo (bolso) em sua garganta, excesso de tecido em sua faringe e sáculos da laringe alongado (parte das vias aéreas que ajudam na vocalização). Juntas, essas diferenças anatômicas tornam colocar um tubo endotraqueal através da boca até a traquéia mais difícil, e &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Intubação nasal também é mais difícil porque os jumentos têm uma fossa nasal mais estreita do que os cavalos. &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Além disso, doses mais elevadas (tipicamente 1,5 vezes a dose de cavalo) de uma série de medicamentos são necessários em jumentos. &amp;quot;Uma exceção notável é guaifenesin (um relaxante muscular de ação central). Doses de Cavalo desta droga em jumentos podem causar parada respiratória&amp;quot;, Bidwell advertiu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em geral, todos os mesmos tipos de drogas podem ser usadas com segurança em ambos cavalos e jumentos. Isto inclui sedativos (por exemplo, xilazina e detomidina, que são usados ​​para sedar cavalos para cirurgias de pé), drogas usadas para induzir ou manter a anestesia geral (por exemplo, a ketamina, diazepam), e medicamentos para controle da dor (por exemplo, butorfanol, morfina).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Pode ser fácil trabalhar com jumentos se todos levarem em conta que eles não são cavalos&amp;quot;, concluiu Bidwell.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por: Stacey Oke, The Horse&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4854934788157213875?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4854934788157213875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/anestesia-para-jumentos-vs-cavalos-aaep.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4854934788157213875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4854934788157213875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/anestesia-para-jumentos-vs-cavalos-aaep.html' title='Anestesia para Jumentos vs. Cavalos (AAEP 2010)'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-2400870299994906439</id><published>2011-11-07T03:47:00.001-08:00</published><updated>2011-11-07T03:47:21.426-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Literatura'/><title type='text'>DVDs Jumentos e Muares</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-D1CRtf-uHJE/TrfE9FkJjEI/AAAAAAAABT8/AymQRUnuNho/s1600-h/image_thumb52.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image_thumb[5]" border="0" alt="image_thumb[5]" src="http://lh5.ggpht.com/-j4D8fRz-0Ik/TrfFK-I-3iI/AAAAAAAABUE/zQm2_IKRU08/image_thumb5_thumb.png?imgmax=800" width="137" height="215" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fita #2: Coleção Treinando Mulas e Jumentos   &lt;br /&gt;Trabalho de Solo    &lt;br /&gt;Apresentando o trabalho no redondel, direção, restrições, brides. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="Training Mules and Donkeys 3" src="http://mulesandmore.com/DVDs%20and%20Books/TMandD3.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fita #3: Coleção Treinando Mulas e Jumentos   &lt;br /&gt;Preparando para a performance&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="Training Mules and Donkeys 6" src="http://mulesandmore.com/DVDs%20and%20Books/TMandD6.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fita #6: Coleção Treinando Mulas e Jumentos   &lt;br /&gt;Treinamento Avançado de Sela &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="Training Mules and Donkeys 7" src="http://mulesandmore.com/DVDs%20and%20Books/TMandD7.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fita #7: Coleção Treinando Mulas e Jumentos   &lt;br /&gt;Treinamento de Saltos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img alt="fundamentals of riding " src="http://mulesandmore.com/DVDs%20and%20Books/Fundamentals%20of%20Riding.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fundamentos para montaria em cavalos e mulas   &lt;br /&gt;Nesse Vídeo, Jerry Tindell explica seu sistema para a construção de uma base sólida para todos os tipos de equitação. Ele vai mostrar-lhe como avaliar seus animais antes de andar e como fazer os ajustes. O estudo aprofundado dos conceitos básicos de suavidade, comunicação, flexão e foco, que leva ao sucesso qualquer empreendimento de eqüinos. Aproximadamente 160minutos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-2400870299994906439?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/2400870299994906439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/dvds-jumentos-e-muares.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2400870299994906439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2400870299994906439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/dvds-jumentos-e-muares.html' title='DVDs Jumentos e Muares'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-j4D8fRz-0Ik/TrfFK-I-3iI/AAAAAAAABUE/zQm2_IKRU08/s72-c/image_thumb5_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5706794801056473729</id><published>2011-11-05T08:52:00.001-07:00</published><updated>2011-11-05T08:52:02.781-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>A vacina que cura a pitiose em equinos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O agente etiológico, aquele que provoca a doença conhecida como pitiose, é o Pythium insidiosum, que é resistente às drogas antifúngicas existentes e causa a morte ou invalidez na grande maioria dos casos. Os pesquisadores da Embrapa Pantanal, em Corumbá, desenvolveram uma tecnologia para pesquisar, desenvolver, testar e aperfeiçoar um método alternativo para o controle da doença, baseado no tratamento com um imunobiológico. Os estudos resultaram num produto popularmente chamado de vacina que é utilizado na cura da doença.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O medicamento é o Pitium Vac, lançado com recursos captados do Prodetab (Projeto de Apoio ao Desenvolvimento de Tecnologias). A Pitium Vac ajuda a reduzir o custo no tratamento em até R$ 440 por animal. O Pantanal brasileiro é a região de maior ocorrência de pitiose equina no mundo, mas a doença ocorre em todo o país e causa prejuízos significativos na agropecuária.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A pitiose, uma doença que evolui rapidamente e pode matar o animal. Mas ela também pode atingir o homem, além dos animais, principalmente cavalos. A pitiose é também conhecida como &amp;quot;Ferida da Moda” e “Ferida Braba&amp;quot;. Ela é causada por um fungo que se desenvolve em locais alagadiços, especialmente nas regiões de clima tropical e subtropical.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Nordeste Rural&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5706794801056473729?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5706794801056473729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/vacina-que-cura-pitiose-em-equinos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5706794801056473729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5706794801056473729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/vacina-que-cura-pitiose-em-equinos.html' title='A vacina que cura a pitiose em equinos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5890149536975420621</id><published>2011-11-04T04:32:00.001-07:00</published><updated>2011-11-04T04:32:04.402-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pelagem'/><title type='text'>Jumentos: Muda</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O período de muda é para animais novos, mas muitas vezes ocorre em jumentos mais velhos que experimentaram momentos de stress.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De fato, vê-lo perder seu pêlo e ver a pele aparecer nua em alguns lugares é uma fonte de questionamento. Meu jumento está doente? Micose?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É normal que quando o tempo quente chege o jumento perca um pouco do pêlo. Para cada jumento, alguns perdem apenas parte do pêlo, já outros perdem grandes quantidades de pêlo, deixando grandes áreas da pele nua. Para se livrar das moscas que se aproveitam de queda os jumentos podem correr a pique, rolar na areia e, por vezes, se arranhar em árvores até sangrar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A escova pode ajudar. Durante o período de muda, coloque-o em um local arejado, aberto, com pouco vento e insetos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Não se preocupe, em breve o pêlo voltará a crescer.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5890149536975420621?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5890149536975420621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/jumentos-muda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5890149536975420621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5890149536975420621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/jumentos-muda.html' title='Jumentos: Muda'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8731831083242646870</id><published>2011-11-03T04:26:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T04:26:32.972-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pastagem'/><title type='text'>Como erradicar a braquiária nas pastagens para eqüinos</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A braquiária é apenas uma das inúmeras pragas que atacam o pasto nos haras. Considerando a facilidade desta planta de vegetar razoavelmente bem em solos pouco férteis e ao mesmo tempo causar grandes danos aos solos propícios para pastagem, é necessária a utilização de métodos para controlar a sua propagação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A presença da braquiária nas pastagens para eqüinos se dá, principalmente, pelo fato de que a maioria destas não se adapta a solos muito férteis, isto é, solos que apresentam fertilidade baixa, como os que proporcionam uma boa plantação de pasto para cavalos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O criador, atentando para o correto grau de fertilidade do solo para plantação de pastagens (os solos para eqüinos necessitam de média a alta fertilidade para produzir), deve sempre procurar elevar a capacidade produtiva do solo através da adubação, e com isso estabelecer uma competição entre a pastagem a ser implantada e a praga.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por outro lado, a braquiária é uma planta bastante resistente à erradicação, basicamente em razão da sua forma de propagação vegetativa, a dormência característica, já que não se mostra eficaz a simples destruição da planta da braquiária para erradicar a praga, e a sementeira, que garante a propagação da planta nas condições mais diferenciadas possíveis e durante longo período de tempo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Diante desses fatores, conclui-se que a destruição da planta só é possível através de dois métodos específicos: o método chinês e o de sombreamento. O primeiro método tem como elemento fundamental a vigília do criador e deve ser aplicado em pequenas áreas ou em locais cuja infestação da braquiária ainda estiver no início. Aconselha-se sempre ao uso da enxada para retirar constantemente as plantas do pasto e à remoção do material retirado para locais distantes do solo para posterior destruição. Mas, existem ainda outras recomendações, como, nunca sementear a braquiária que ainda não foi erradicada, nunca deixar que os animais comam as sementes, manter sempre elevada a fertilidade do solo, entre outras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Já o método de sombreamento, este é aplicado em áreas maiores ou mais infestadas com a praga. Através dele escolhe-se uma espécie de forrageira de crescimento mais rápido e vigoroso, deforma a investir no cultivo para que esta planta se transforme em um verdadeiro e constante sombreamento da praga. As duas únicas espécies que apresentam as características exigidas por este método são o capim-conilão e o capim-elefante (napier, camerum e mineiro).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando nos referimos às vantagens e desvantagens apresentadas por esses dois métodos, é de se destacar que o segundo é o mais vantajoso para o criador. Além de ser sensivelmente mais barato, esse método proporciona o enriquecimento do haras em termos de pastagens, rendo em vista que uma outra forrageira surge como alternativa para a alimentação dos animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: &lt;i&gt;“A criação e a nutrição de cavalos”&lt;/i&gt;, de Roberto T. Losito de Carvalho e Cláudio M. Haddad.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8731831083242646870?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8731831083242646870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/como-erradicar-braquiaria-nas-pastagens.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8731831083242646870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8731831083242646870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/como-erradicar-braquiaria-nas-pastagens.html' title='Como erradicar a braquiária nas pastagens para eqüinos'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-1991276383322380588</id><published>2011-11-02T05:12:00.001-07:00</published><updated>2011-11-02T05:12:23.492-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cuidados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>TRATAMENTO DE FERIMENTOS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Às vezes, nossos animais parecem ter um dom especial para se meterem em encrencas, o que pode resultar em ferimentos de todo tipo. Contribuem para isso a curiosidade inerente aos equinos e asininos aliado ao fato de que as extremidades do corpo deles, tanto cabeça quanto membros, são “pele e ossos” com pouca ou nenhuma cobertura muscular, deixa pronta a receita para cortes, esfoladuras, ferimentos perfurantes e outros machucados com “solução de continuidade”, que é o nome técnico dado à perda de integridade da pele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Veterinários e proprietários experientes sabem que algumas localizações são típicas para ferimentos – os cortes nas canelas, na frente da cabeça ou na ponta da anca; os arrancamentos de pele nos talões das quartelas anteriores; as lesões na tábua do pescoço ou na ponta do peito são alguns exemplos comuns.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pode acontecer que os ferimentos pequenos resultem em mais complicações e demorem mais para cicatrizar do que os maiores. Isto se dá porque lesões maiores impressionam e inspiram cuidados intensivos, tais como desinfecção, sutura e curativos diários. Já os pequenos arranhões, quando notados, tendem a ser desprezados com a classificação de que “isso não é nada”. Esta atitude pode ser perigosa, pois lesões pequenas podem apresentar grande contaminação interna, como acontece no ferimento por prego, arame ou outros objetos pontudos. Quanto menos um ferimento tiver sangrado, mais cuidado ele precisará inspirar em termos de desinfecção e também de prevenção do tétano. Os equinos e asininos são as espécies mais suscetível ao bacilo do tétano, e este tem preferência por ambiente anaeróbico – ou seja, é nos ferimentos pequenos e fechados que ele tem maior chance de se multiplicar, o que pode causar a morte do animal afetado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Verifique na nossa “ficha dos fatos” algumas medidas simples para reduzir o risco que os ferimentos representam, e também para promover uma cicatrização rápida, que não deixe seqüelas estéticas nem funcionais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Uma bela pelagem é reflexo do conjunto de cuidados que o bom proprietário tem com o seu animal.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;FICHA DOS FATOS – Cuidados com ferimentos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Higiene diária e cuidadosa é o fator isolado mais importante para promover uma boa cicatrização de todos os ferimentos. Isto inclui a limpeza com água e sabão suave e a desinfecção com água oxigenada e iodopovidona, ou outros produtos aconselhados pelo médico veterinário. A tricotomia – corte dos pêlos na região do ferimento – é importante tanto para permitir a completa visualização da lesão quanto para minimizar contaminação e facilitar a cicatrização. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Seis horas após o acidente ou trauma é o prazo máximo para se fazer uma sutura de pele, para que a mesma tenha boa probabilidade de cicatrização. Depois deste prazo, o veterinário poderá optar pela resolução por segunda intenção, ou ainda por procedimento cirúrgico para reavivar os bordos da ferida, dependendo do caso. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;As “crostas” não ajudam a cicatrização, porém aumentam as condições de anaerobiose e contaminação bacteriana. Nunca devemos fazer curativos, especialmente com pomadas e outros produtos, “por cima” das crostas existentes, porém remover as mesmas, na medida do possível, a cada novo curativo. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Manter os ferimentos enfaixados ou cobertos estimula a cicatrização saudável, sem presença de carne esponjosa e habronemose, às quais os animais são muito suscetíveis. Quando a localização ou a natureza do ferimento impede o uso contínuo de ataduras, ele precisa ser limpo com frequência, aplicando-se também um produto repelente para evitar a míiase (bicheira). &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Mesmo em animais imunizados contra o tétano, aconselha-se o reforço da proteção vacinal através da aplicação de soro anti-tetânico, especialmente na ocorrência de ferimentos pequenos e profundos, que se localizam nos cascos e na parte baixa dos membros, que tenham sangrado pouco, e/ou que demoraram a ser percebidos. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;A necessidade da revisão diária de todo o corpo, também em áreas ocultas ou de acesso mais difícil (embaixo da crineira, sola dos cascos, face interna dos membros, prepúcio, etc.), verificando a possível existência de ferimentos, é uma das razões para a recomendação da escovação diária de cada animal. &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;A melhor maneira de minimizar a ocorrência de acidentes, e a gravidade destes acidentes, é fazer a manutenção rotineira de cercas de madeira e de arame, porteiras, quinas da cocheira, etc., e manejando os animais de modo a evitar brigas entre eles. Alguns ferimentos graves, por coice e mordidas, ou ainda com alguns animais encurralando outro num canto do piquete, são causados por desatenção dos encarregados ao formar os grupos de animais! &lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-XhSL9Me9Rx0/TrEy9G754ZI/AAAAAAAABTc/JDN4DaWS3lM/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-Dtn4Vk1eauQ/TrEzFwePaDI/AAAAAAAABTk/hWaOWkfTQsI/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="189" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Ferimento no talão&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/-3oIlCaTEZAo/TrEzg9ZYk5I/AAAAAAAABTs/9FYM7ZGzJJU/s1600-h/image5.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; margin: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh4.ggpht.com/-aTWjvtJpzaw/TrEzoflF-EI/AAAAAAAABT0/BdGmACBLn4g/image_thumb1.png?imgmax=800" width="244" height="189" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Mesmo ferimento onze dias após a foto original, sendo enfaixado diariamente após aplicação de ALANTOL VETNIL.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto Adaptado. Fonte: VETNIL&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1991276383322380588?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1991276383322380588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/tratamento-de-ferimentos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1991276383322380588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1991276383322380588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/tratamento-de-ferimentos.html' title='TRATAMENTO DE FERIMENTOS'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh4.ggpht.com/-Dtn4Vk1eauQ/TrEzFwePaDI/AAAAAAAABTk/hWaOWkfTQsI/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-1336956994915229750</id><published>2011-11-01T06:48:00.001-07:00</published><updated>2011-11-01T06:49:14.794-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>ÍNDICE TESTICULAR DE JUMENTOS PÊGA DOADORES DE SÊMEN</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Introdução:&amp;#160; O exame andrológico é uma importante ferramenta de predição da capacidade reprodutiva do macho. A biometria testicular deve ser um requisito obrigatório nessa avaliação uma vez que fornece informações úteis em termos de comparação do tamanho normal e da produção espermática. KENNEY (1983) numa tentativa de tornar mais objetiva a avaliação e comparação testicular entre garanhões, estabeleceu o índice testicular (IT). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Objetivos: Os objetivos deste trabalho foram verificar o IT de jumentos doadores de sêmen. Metodologias: Foram usados seis jumentos (J1; J2; J3; J4; J5; J6) com idades (16, 15, 14, 3.5, 3.5 e 3.5 anos), pesando 272±34,97 kg (231 – 326), pertencentes a um haras em Guaraciaba, Minas Gerais. Previamente ao início do experimento todos os animais foram submetidos a um criterioso exame andrológico de acordo com as normas do CBRA (1998), e considerados aptos à reprodução. De set/2006 a jan./2007, para o cálculo do IT, foram realizados quatro sessões de mensurações da biometria testicular, com auxílio de um paquímetro de acordo com a técnica descrita por GEBERS, (1995). O IT foi calculado de acordo com KENNEY, (1983) através do somatório da altura, largura e comprimento testicular bilateral dividido por dois. Durante o período experimental, foram obtidos os ejaculados e avaliados quanto aos aspectos físicos e morfológicos, para constatação de normalidade reprodutiva. Os dados foram analisados com uso do SAEG 9.1-UFV, (2007). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Resultados e Discussão: Os ITs médios foram 9,64; 5,94; 7,12; 6,74; 6,79 e&amp;#160; 7,75 para os seis jumentos J1 a J6 respectivamente, e o IT médio geral foi de 7,45. Os aspectos físicos do sêmen se mostraram dentro de limites normais para a espécie (COSTA, 1990), sendo estes muito superiores aos valores médios para garanhões (VARNER et al, 1991). No entanto, somente o J1(9,64) ultrapassou o valor 8 de IT, que é considerado o normal para garanhões, sendo que a média geral dos seis animais (7,45) obtida no presente estudo, foi menor do que o valor ideal relatado para garanhões.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conclusão:&amp;#160; Os jumentos, mesmo com IT mais baixos, se apresentaram mais eficientes que garanhões para a produção espermática, embora maior número de animais deva ser avaliado para que se possa estabelecer o IT normal para asininos.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autores: Igor F. Canisso, Fernando A. Souza, Giovanni R.Carvalho, José D.Guimarães, Erotides C.Silva, Aline L.Rodrigues    &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-1336956994915229750?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/1336956994915229750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/indice-testicular-de-jumentos-pega.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1336956994915229750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/1336956994915229750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/11/indice-testicular-de-jumentos-pega.html' title='ÍNDICE TESTICULAR DE JUMENTOS PÊGA DOADORES DE SÊMEN'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7059093585265099169</id><published>2011-10-31T02:24:00.001-07:00</published><updated>2011-10-31T02:25:43.935-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Dentição'/><title type='text'>Desgaste de Dentes em Muares</title><content type='html'>&lt;p&gt;   &lt;br /&gt;ALTERAÇÕES DO DESGASTE EM DENTES PRÉ-MOLARES E MOLARES DE MUARES ADULTOS&amp;#160; &lt;br /&gt;&amp;#160;&amp;#160; &lt;br /&gt;Introdução: Os muares sempre foram utilizados para trabalho na rotina rural, sendo preferidos em atividades particulares pela resistência e rusticidade, fruto do hibridismo. Ultimamente tem crescido o uso de muares também para atividades eqüestres de laser e esporte. Prevalentemente os recursos clínicos para muares são extrapoladas de estudos em eqüinos. As alterações dentárias integram os principais fatores relacionados a&amp;#160; prejuízos na equídeocultura, juntamente com as afecções abdominais. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O objetivo deste trabalho é relatar as freqüências de alterações do desgaste dentário estudadas em uma população de muares. Metodologia: Utilizaram-se 60 muares (27M e 33F), idade entre 05 a 20 anos (média = 9 anos). Após contenção em brete e lavagem da boca, utilizaram-se abre-boca Haussman e fotóforo para exame visual e manual das arcadas maxilares e mandibulares. As alterações dentárias diagnosticadas foram documentadas em prontuários individuais e por fotografias digitais arquivadas em computador.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Resultados:&amp;#160; A natureza e freqüência das alterações diagnosticadas foram pontas excessivas de esmalte dentário (PEED) em 60 animais (100%); ganchos em dentes segundo pré-molares e terceiros molares em 43 (71,7%); ondas em 14 (23,3%) e degraus em 8 (13,3%).&amp;#160; Discussão: As alterações do desgastes dentários em eqüinos são reconhecidas pelo potencial de interferência negativa na mastigação, pois em sua maioria constitui obstáculos às excursões mandibulares. Entretanto, durante o período em que este estudo foi conduzido não foi possível estabelecer relação dos achados de alterações de desgaste dentário com possíveis conseqüências na condição física, desempenho de atividades e incidência de cólicas. Aventou-se a hipótese que em muares, as alterações do desgaste dentário podem não resultar em conseqüências de mesma magnitude que em outros eqüídeos, mas devem sempre ser controladas a fim de garantir a fisiologia da mastigação.&amp;#160;&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conclusão:    &lt;br /&gt;Alterações do desgaste dentário são freqüentes em muares. Estudos odontológicos em muares são necessários a fim de verificar semelhanças&amp;#160; e possíveis diferenças de resultados obtidos em eqüinos.&lt;/p&gt; Autores: Thiago Barbosa de Souza Araújo, Kaio Rodrigues Tristão, Arthur Carvalho Rodrigues, Geraldo Eleno Silveira Alves, Rafael Resende Faleiros, Odael Spadeto Junior     &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7059093585265099169?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7059093585265099169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/desgaste-de-dentes-em-muares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7059093585265099169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7059093585265099169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/desgaste-de-dentes-em-muares.html' title='Desgaste de Dentes em Muares'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8732805812875400225</id><published>2011-10-30T08:47:00.001-07:00</published><updated>2011-10-30T08:49:13.475-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>FERTILIDADE DO SÊMEN CONGELADO DE JUMENTO</title><content type='html'>&lt;p&gt;FERTILIDADE DO SÊMEN CONGELADO DE JUMENTO DA RAÇA PÊGA EM ÉGUAS INSEMINADAS EM DOIS MOMENTOS&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Introdução:&amp;#160; Poucos têm sido os trabalhos com sêmen congelado de jumentos, e poucos são os que se preocupam em realizar teste de fertilidade como forma de se avaliar congelamento.&amp;#160; Objetivos:&amp;#160; avaliar a fertilidade do sêmen congelado de jumentos da raça Pêga em éguas inseminadas antes e após a ovulação. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Metodologia: Foram realizados 12 congelamentos de um reprodutor da raça Pêga. Após a coleta e avaliações dos parâmetros físicos, o sêmen foi diluído no meio de mínima contaminação, centrifugado a 650 g/15 minutos, e ressuspendido no diluidor de lactose-EDTA-gema de ovo. A concentração espermática foi de 100 milhões de células/palheta de 0,5 mL. O sêmen foi resfriado, estabilizado e congelado. Quarenta e oito éguas foram divididas em dois tratamentos. T1 (n=25): controle folicular realizado a intervalos de 6 horas com inseminações realizadas após a ovulação. T2 (n=23): aplicação de 2000ui de hCG quando os folículos atingiam 35-40 mm de diâmetro. O controle folicular foi realizado a intervalos de 12 hs e inseminações 24 hs após a aplicação do hCG, repetidas caso a ovulação não ocorresse 48hs após a aplicação da gonadotropina. As inseminações foram feitas no ápice do corno uterino ipsilateral ao folículo ovulatório, na dose de 300 milhões de espermatozóides viáveis. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Resultados: A motilidade e vigor médio do sêmen&amp;#160; fresco foram respectivamente de 82,91% ± 3,79 e 3,62 ± 0,36; para o sêmen congelado, na mesma ordem foram de 42,91% ±7,48 e 2,79 ± 0,24. A fertilidade foi de 40% e 26% para os tratamentos 1 e 2, respectivamente (p&amp;gt; 0,05). Para T1, o tempo médio do último controle folicular até a detecção da ovulação e da inseminação foram respectivamente de 6:04 hs&amp;#160; e 6:36 hs. O diâmetro médio dos folículos ovulatórios foi de 41,56 mm. No T2 o tempo médio da aplicação do hCG à ovulação foi de 48:18 hs, e da última inseminação à ovulação foi de 19:02 hs. O diâmetro médio dos folículos ovulatórios foi de 40,34 mm.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Discussão e Conclusão: Possivelmente a não diferença significativa da    &lt;br /&gt;fertilidade entre os dois tratamentos pode ser devido ao pequeno número de repetições. Mas pode-se inferir que neste trabalho que o tempo médio de 19 horas entre a inseminação e a ovulação no T2 foi longo para o sêmen de jumento. &lt;/p&gt; Autores: Pedro Gama Ker; Giovanni Ribeiro de Carvalho; Guilherme Pugliese; Charles André Souza Bispo; Renan Reis de Oliveira; Polyana Galvão Bernardes Coelho; Thiago Castro Sena.     &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8732805812875400225?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8732805812875400225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/fertilidade-do-semen-congelado-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8732805812875400225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8732805812875400225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/fertilidade-do-semen-congelado-de.html' title='FERTILIDADE DO SÊMEN CONGELADO DE JUMENTO'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8333085610538724690</id><published>2011-10-29T08:12:00.001-07:00</published><updated>2011-10-29T08:12:33.150-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><title type='text'>A importância do compromisso do peão na Doma Racional</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A educação profissional de cavalariços é um trabalho que me traz muita satisfação. O cavalo, para ter seus potenciais estéticos e funcionais desenvolvidos, requer um manejo competente. Este, por sua vez, deve ser executado por cavalariços capacitados. Portanto a educação profissional de cavalariços é uma necessidade inegável para qualquer atividade eqüestre.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao longo dos anos eu recebi inúmeras perguntas feitas por cavalariços em treinamento. Muitas delas relacionadas com a doma racional. Acredito que as respostas a essas perguntas tenham utilidade para muitos adeptos do cavalo. Pensando nisso resolvi disponibilizá-las ao público eqüestre através de artigos em forma de diálogo entre domador (professor) e cavalariço (aprendiz). Os cavalariços serão representados pelo personagem ‘João’.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;João: professor, eu tô acostumado a segurar pulo de cavalo, nunca tive medo. Esse negócio de ficar preparando o animal pra entender o que a gente quer com ele dá muito trabalho...&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor: o João, eu sei que coragem é o que não lhe falta. A questão não é essa. Veja bem, se nós fizermos alguns exercícios com o cavalo para que ele entenda as nossas intenções, não haverá disputas entre nós e o animal. Ele vai relaxar e aceitar os nossos procedimentos. Isso vai ser bom, pois na ausência de comportamentos rebeldes da parte dele nós poderemos tirar proveito da situação. Além disso, os riscos diminuem muito. Para quê ficarmos nos arriscando sem necessidade se podemos encaminhar o treinamento de uma forma tranqüila e segura?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;João: é que eu tenho pressa, quero montar logo e fazer o serviço.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor: este é o principal motivo de adotarmos os critérios racionais na doma, João. A princípio parece que o processo é mais lento. Engano nosso! Se tivermos um pouco de paciência e respeitarmos os limites do cavalo, os resultados chegam mais depressa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;João: Mas como, se já estamos a três dias preparando o cavalo pra montar e no meu sistema eu monto no primeiro dia?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor: tudo bem João, então me diga uma coisa, depois de montar quantos dias você gasta para o cavalo ficar tranqüilo e aceitar o ato de montaria em estado relaxado, sem a necessidade de ser contido pelas rédeas?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;João: Bom, isso varia, tem cavalo que leva de 15 a 20 dias, mas outros costumam levar até mais de 30 dias.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor: Pois é João, na doma racional o cavalo passa por essa preparação, mas é montado desde o primeiro dia num estado de aceitação dos procedimentos de montaria. Não importa o tempo de preparo, apesar dele ser breve, o importante é que o cavalo concorde com o domador aceitando os procedimentos sem restrições. Um cavalo de sela precisa aprender a confiar no cavaleiro e para isso devemos investir nessa relação, oferecendo-lhe uma chance de entender nossas intenções para com ele.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;João: mas como é que nós vamos fazer ele entender isso?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Professor: justamente com os exercícios utilizados como condicionamentos. Um russo chamado Ivan Petrovich Pavlov descobriu que os cães eram capazes de aprender através de um sistema que ele resolveu chamar de ‘reflexos condicionados’. Através da repetição de alguns exercícios era criado um hábito e os cães fixavam as instruções por via de memória. Pois com os cavalos a coisa é parecida. Eles têm boa capacidade de memorização e se soubermos utilizar essa virtude a nosso favor por meio da repetição de alguns exercícios, seremos capazes de dar entendimento a eles.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte:&amp;#160; Nordeste Rural&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: Paulo Guilhon    &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-8333085610538724690?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/8333085610538724690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/importancia-do-compromisso-do-peao-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8333085610538724690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/8333085610538724690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/importancia-do-compromisso-do-peao-na.html' title='A importância do compromisso do peão na Doma Racional'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4204940324198947486</id><published>2011-10-28T04:30:00.001-07:00</published><updated>2011-10-28T04:30:45.098-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>ANEMIA: SINTOMA OU DOENÇA?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma das perguntas mais feitas pelos proprietários de animais aos seus veterinários se refere à anemia:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;“O exame de sangue acusou um pouco de anemia, e quero saber qual é o melhor remédio?”&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É preciso entender que a anemia não é causa, e sim conseqüência de uma grande variedade de patologias, desde doenças infecciosas até traumatismos ou mesmo distúrbios nutricionais. A resposta para a pergunta “qual o tratamento da anemia” é a mesma que para “qual o tratamento da febre”: depende da causa! Para fazer este diagnóstico, o veterinário recorre a diversos exames clínicos e laboratoriais, além de um levantamento minucioso do histórico clínico e do manejo ao qual o animal é submetido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Chamamos de anemia a condição na qual o número de hemácias (células vermelhas do sangue, que transportam o oxigênio) no sangue circulante está abaixo do normal. Assim, a alimentação de tecidos e órgãos é prejudicada e o metabolismo fica abaixo do normal, prejudicando todas as funções vitais. Em casos extremos, este quadro pode levar à morte, mas o mais comum nos criatórios são anemias leves crônicas, até mesmo subclínicas. Isto significa que o único sintoma aparente é a queda de rendimento e/ou perda de estado físico do animal, sem que fique evidente que o animal sofra de anemia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Num animal adulto saudável, são considerados valores normais 7 a 9 milhões de hemácias por milímetro cúbico de sangue, correspondendo a 12 a 14 g de hemoglobina por 100 ml de sangue, ou ainda hematócrito de 36 a 41%.    &lt;br /&gt;Confira abaixo mais informações sobre este tema, para ajudá-lo a manter seus cavalos sempre saudáveis.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O estado saudável de todo animal depende, entre outros fatores, da sua contagem de hemácias no sangue&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;FICHA DOS FATOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;     &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;1. A anemia não é uma doença, mas um sintoma que pode ter uma variedade de causas. Para que seu tratamento seja eficaz e duradouro, é preciso fazer o diagnóstico correto desta causa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. Uma leve anemia é sintoma de muitas doenças crônicas, junto com magreza, pêlo arrepiado, pernas inchadas, etc. Alguns exemplos comuns deste quadro são verminose, babesiose, úlceras gástricas, carências nutricionais; seu diagnóstico diferencial precisa ser feito pelo veterinário.&lt;/p&gt; &lt;strong&gt;   &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt; 3. O uso de produtos receitados “para fortalecer o sangue”, à base de ferro e vitaminas do complexo B, por exemplo, sem que a causa da anemia seja tratada, não é prejudicial, porém por si só tampouco cura a causa da anemia, apenas aliviando os sintomas. &lt;/strong&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;4. A anemia infecciosa eqüina (AIE) é uma doença contagiosa muito grave; a legislação exige o sacrifício dos animais afetados. Por isso, a coleta de sangue para teste de Coggins e emissão do “Atestado Negativo para AIE” é procedimento obrigatório para trânsito de animais, admissão em eventos eqüestres, etc. Entretanto, este atestado não significa que o animal não possa ter outra forma de anemia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;5. Fazer um “hemograma completo”, coletando sangue que será examinado em laboratório de análises clínicas, é a maneira mais segura de se diagnosticar a presença de anemia. Porém, o hemograma geralmente não é conclusivo sobre as causas desta anemia; para determinar as mesmas, é necessário consultar um veterinário.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;6. O tratamento das causas da anemia pode e deve ser acompanhado por um tratamento de reforço para auxiliar o organismo a produzir hemácias na velocidade necessária. Este tratamento complementar deve prosseguir por 30 a 60 dias, em média. Por exemplo: junto com a vermifugação, iniciar a administração de Hemolitan; ou ainda, durante ou logo após o tratamento específico para babesiose, fornecer Hemolitan associado a produtos complementares antitóxicos, tais como Hipervit (complexo B), Bionew (protetor hepático), etc.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Vetnil&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4204940324198947486?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4204940324198947486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/anemia-sintoma-ou-doenca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4204940324198947486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4204940324198947486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/anemia-sintoma-ou-doenca.html' title='ANEMIA: SINTOMA OU DOENÇA?'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7021863228081293796</id><published>2011-10-27T17:03:00.001-07:00</published><updated>2011-10-27T17:05:20.463-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Reprodução'/><title type='text'>ALGUNS ASPECTOS DO SÊMEN IN NATURA DE JUMENTOS PÊGA</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Introdução: O maior interesse na criação de jumentos é como doador de sêmen para a produção de muares. A raça Pêga tem sido largamente usada em cruzamentos com éguas de raças puras e mestiças produzindo excelentes muares marchadores. As avaliações das características físicas e morfológicas do sêmen têm sido utilizadas no intuito de predizer a fertilidade do reprodutor e ou na aplicação de biotecnologias do sêmen.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Objetivos:&amp;#160; Descrever alguns parâmetros seminais de jumentos Pêga, em coleta de sêmen. Metodologias: Foram realizadas 180 coletas de sêmen de seis jumentos Pêga (médias: 270 kg, e 10,5 anos), condicionados a cobertura de éguas, provenientes de um haras em Guaraciaba-MG. As coletas foram realizadas com vagina artificial (Botucatu), em intervalos fixos (48 a 72 h), sempre pelo mesmo veterinário. Como manequim empregou-se apenas éguas em estro, com boa aceitação a jumentos. Após a coleta procedeu-se a separação e mensuração das frações seminais e avaliação da motilidade total (MT) e progressiva (MP) e o vigor espermático (VE), com auxílio de microscópio comum, e determinação da concentração espermática (CE) e número de espermatozóides totais/ejaculado (NET) pelo método hemocitométrico. Para análises estatísticas empregou-se o programa SAEG 9.1(UFV, 2007). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Resultados e Discussão: O volume de gel (VG) foi 71,75±54,8 mL (54/180 coletas) e o volume de sêmen (VS) foi 47,27 ± 28,66 mL. A MT foi 84,22±6,04 % e a MP de 74,47±7,06%, VE 3,87±0,51, a CE de 254,64 x 10 6 /mL e o NET foi de 10,3±0,456 x 10 9 (6,3 a 12,5x10 9 ). A presença e o VG são características individuais dos reprodutores e a média geral no presente estudo foi alta, devido um jumento ter apresentado os valores médios mais altos (90mL) e freqüentes (39/40 coletas), e dois jumentos não apresentaram gel. O VS foi levemente inferior aos relatados para a raça, porém os intervalos de coleta foram diferentes (COSTA,1990). A motilidade espermática total e progressiva, vigor e concentração espermática mostraram-se&amp;#160; dentro do intervalo considerado normal pela literatura para asininos (GEBERS, 1995). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Conclusão: O método de coleta se mostrou eficiente, bem como o uso de éguas como manequim de coleta. Os valores médios registrados para características seminais mostram-se como padrões fisiológicos na espécie em questão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autores: Igor F. Canisso, Fernando A. Souza, Giovanni R. Carvalho, José D. Guimarães, Erotides C. Silva, Anali L. Lima    &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7021863228081293796?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7021863228081293796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/alguns-aspectos-do-semen-in-natura-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7021863228081293796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7021863228081293796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/alguns-aspectos-do-semen-in-natura-de.html' title='ALGUNS ASPECTOS DO SÊMEN IN NATURA DE JUMENTOS PÊGA'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7086345712896440865</id><published>2011-10-26T04:58:00.001-07:00</published><updated>2011-10-26T04:58:44.528-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cuidados'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Marcha'/><title type='text'>Aparelho locomotor: os alicerces do seu animal!</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todas as utilidades que atribuímos a nossos equinos e asininos, todos os prazeres que deles derivamos, estão relacionados ao &lt;em&gt;movimento&lt;/em&gt;. Seja trabalho, esporte ou lazer, passeios de charrete ou competições a galope, até mesmo admirar a beleza dos animais que correm livres – tudo depende da habilidade e da vontade dos nossos animais em se movimentarem.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O bem-estar dele depende da saúde de seu aparelho&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;locomotor&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esta capacidade é potencializada por programas de treinamento e condicionamento, por um regime de manejo adequado e por um bom esquema nutricional. Mas o efeito de tudo isso será anulado por problemas de locomotor – manqueiras das mais diversas origens, denominadas de&lt;em&gt; claudicações&lt;/em&gt; pelos clínicos veterinários. O seu efeito mais imediato e perceptível é a dor que passam a sentir seja durante determinados movimentos. E para qualquer atleta é impossível ter desempenho adequado enquanto estiver sentindo dor! Os eqüinos e asininos são muito discretos, mesmo sutis, nas manifestações de dor. Não “gritam” ou uivam de dor, como fazem os cães por exemplo, mas foram selecionados ao longo de milênios para não chamar a atenção enquanto feridos ou enfraquecidos – do contrário, se tornariam refeição fácil para os predadores de plantão.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É nossa obrigação considerar a possibilidade de “dor física” pura e simples sempre que nosso animal apresentar um comportamento indesejado ou atípico, tal como empacar, empinar, corcovear, sacudir a cabeça, etc. Além dos membros, a área dorso-lombar e também os dentes são fontes freqüentes de dores. Em animais de salto, por exemplo, o início súbito do vício de refugar obstáculos pode estar relacionado a uma claudicação em estágio inicial, que logo mais se manifestará em alterações perceptíveis dos andamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A cada passo, grande impacto é sofrido por articulações, ossos e tendões das pernas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ainda que muitas pessoas atribuam grande importância ao condicionamento físico e ao desenvolvimento muscular de seus animais atletas, são ossos, articulações, ligamentos e tendões que precisam ser merecedores dos maiores cuidados. O desgaste do aparelho locomotor de todo atleta começa pelo sistema osteo-articular. Recordemos das lesões que têm comprometido as carreiras de jovens atletas brasileiros – Guga, Daiane dos Santos, Ronaldo Fenômeno: todos em excelente forma física nos quesitos musculatura e fôlego, mas prejudicados por lesões ósseas e articulares.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, também os tecidos duros do aparelho locomotor dos nossos cavalos devem ser merecedores de todos os cuidados. Confira abaixo mais algumas dicas para garantir uma vida útil longa e bem-sucedida aos seus atletas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A produção de um campeão depende da atenção a muitos detalhes, e de cuidados permanentes com cascos, articulações, tendões, ossos…&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;FICHA DOS FATOS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1. A construção de um esqueleto forte começa na vida intra-uterina. O bom manejo nutricional das matrizes reprodutoras deve continuar ao longo da lactação. Quanto melhor a alimentação dos potros durante o primeiro ano de vida, maior longevidade atlética eles terão pelos anos afora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. O desequilíbrio mineral é a maior causa de ossos estruturalmente fracos, sendo que o desbalanceamento entre os minerais cálcio e fósforo é um problema presente em praticamente todos os criatórios brasileiros. O manejo alimentar precisa equilibrar volumosos, concentrados e suplementos minerais de maneira correta. Igualmente importante é a utilização de forrageiras e grãos provenientes de solos de boa qualidade. Profissionais especializados – veterinários, zootecnistas e agrônomos – devem ser consultados em todos estes quesitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;3. Muitos criadores atribuem importância exagerada à ingestão de proteína por parte de seus animais, o que pode desenvolver a musculatura, mas não dá o substrato necessário à formação de tecido ósseo denso e resistente. Antes de apresentarem definição muscular, os potros precisam ter oportunidade de se desenvolverem estruturalmente, através de alimentação correta, não exagerada, e de um regime de vida que os deixe muitas horas por dia vivendo soltos, correndo em companhia de outros potros. Confinamento intenso e doma muito precoce são grandes inimigos da longevidade atlética de nossos animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;4. A consistência correta do piso é um fator que nem sempre merece a devida consideração. O piso muito fofo ou profundo prejudica os tendões, enquanto solos duros, especialmente estradas de terra ou pavimentadas, causam desgastes e micro-fraturas ao longo do tempo. Quanto maior a velocidade em que o animal é levado a trabalhar, maior o potencial para lesões. Ou seja, devemos evitar as altas velocidades em estradas de terra pisada, e mesmo nos gramados e pastos quando não chove há muito tempo. (É claro que no pavimento asfáltico ou de pedra só podemos andar a passo, até por questões de segurança!)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;5. Ferrageamento adequado, tanto otimizando os aprumos do animal quanto, se for o caso, utilizando palmilhas e outros recursos ortopédicos, permite a máxima utilização do potencial atlético do animal, e também prolonga sua vida útil. A profissão de ferreiro é altamente técnica, e apenas indivíduos qualificados devem ferrar os animais.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;6. As lesões de esforço crônicas e progressivas, tais como osteítes e osteoartrites, são as “doenças profissionais” de esporte, e elas surgem inevitavelmente na maioria dos animais ao longo de suas carreiras, mesmo num manejo excelente, por volta dos doze ou treze anos de idade. (No entanto, podem aparecer muito antes em animais sujeitos a um regime incorreto de manejo, alimentação e treinamento!) Estas patologias em sua fase inicial não significam a aposentadoria e nem mesmo a redução das atividades do animal, desde que sejam diagnosticadas precocemente, e tratadas o quanto antes de maneira agressiva e completa, com um protocolo abrangente que inclua o uso de antiinflamatórios e ferrageamento adequado, entre outros fatores. O que nunca devemos fazer é “tapar o sol com a peneira”, atribuindo pouca importância a uma manqueira em fase inicial, na esperança de que ela melhore por conta própria. Isto não acontece, e tal atitude passiva geralmente tem o agravamento do problema por conseqüência.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Texto adaptado. Fonte: VETNIL&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7086345712896440865?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7086345712896440865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/aparelho-locomotor-os-alicerces-do-seu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7086345712896440865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7086345712896440865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/aparelho-locomotor-os-alicerces-do-seu.html' title='Aparelho locomotor: os alicerces do seu animal!'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5769537950059366808</id><published>2011-10-25T06:34:00.001-07:00</published><updated>2011-10-25T06:34:31.542-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Filhotes'/><title type='text'>O desmame de animais exige cuidados</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muito se fala sobre desmame em todos os criatórios que envolve mamíferos, desde criação de cães até a criação de cavalos. Já se fez e se faz desmame precoce em busca de melhor produtividade, porém ninguém avalia as consequências desse procedimento em termos de comportamento animal, principalmente de cavalos. Aos poucos, nesses longos anos, fui notando que aqueles animais desmamados precocemente ou aqueles que eram separados da mãe na idade ideal porém, de forma abrupta, apresentavam alterações comportamentais no quesito agressividade, não interagindo com doma de cabresto. Procedemos, então, com estes animais, um processo de socialização em que sempre ao se desmamar um potro (a) colocamos outro já amansado para fazer o madrinhamento, técnica que não causa nenhum tipo de estresse e os resultados são extraordinários quando da doma montada. Temos um animal confiante, corajoso e, acima de tudo, dócil. A doma racional sem o uso da violência, a cada dia vem melhorando seu emprego pela filosofia e o perfil dos profissionais que trabalham nesta área.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Nordeste Rural&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5769537950059366808?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5769537950059366808/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-desmame-de-animais-exige-cuidados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5769537950059366808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5769537950059366808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-desmame-de-animais-exige-cuidados.html' title='O desmame de animais exige cuidados'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7367680196030339658</id><published>2011-10-24T05:02:00.001-07:00</published><updated>2011-10-24T05:02:53.603-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leite de jumenta'/><title type='text'>Beba Leite de Jumenta Para Perder Peso</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-idGEm1mWWDY/TqVTUU5nwoI/AAAAAAAABR4/o0aASvOTH-k/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh3.ggpht.com/--U3-iiwquLE/TqVTyMRJMtI/AAAAAAAABSA/8vX0qIPwx1E/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todos nós já ouvimos que o leite faz bem ao corpo - mas leite de jumenta?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Pesquisadores descobriram que o leite de jumenta contém menos gordura, é mais nutritivo que o leite de vaca, e ajuda a proteger o coração, pois contém ácidos graxos ômega-3, que ajudam a reduzir o colesterol.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Para o estudo, pesquisadores da Universidade de Nápoles, Itália, testaram o leite de vaca e de jumenta em roedores.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eles descobriram que os animais que receberam leite de jumenta tinham níveis mais baixos de triglicerídeos - um tipo de gordura encontrado no sangue - e menos stress no sistema metabólico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Se você tem você tem altos níveis de triglicérides, pode levar ao endurecimento ou estreitamento das artérias, o que em última análise, o coloca em risco de sofrer um ataque cardíaco ou derrame.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os pesquisadores também concluíram que o leite de jumenta, que é rico em cálcio, é muito semelhante ao leite humano, e pode ser usado em crianças que são alérgicas aos produtos lácteos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Os pesquisadores, que apresentaram suas conclusões no Congresso Europeusobre Obesidade na Turquia, disse que seu &amp;quot;consumo deve ser incentivado.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;E enquanto o leite de jumenta tem consumido há séculos em lugares como a Itália, ainda não está disponível para compra nos EUA nem no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7367680196030339658?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7367680196030339658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/beba-leite-de-jumenta-para-perder-peso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7367680196030339658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7367680196030339658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/beba-leite-de-jumenta-para-perder-peso.html' title='Beba Leite de Jumenta Para Perder Peso'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/--U3-iiwquLE/TqVTyMRJMtI/AAAAAAAABSA/8vX0qIPwx1E/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-436006219299352046</id><published>2011-10-20T05:04:00.001-07:00</published><updated>2011-10-20T05:04:48.993-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Utilidades'/><title type='text'>Estrume de jumento</title><content type='html'>&lt;p&gt;O esterco de um jumento: suas características e seu uso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;As características do esterco de jumento&lt;/strong&gt;&amp;#160; &lt;br /&gt;O esterco dos asininos é considerado um &amp;quot;hot&amp;quot;. O esterco de cavalo, é usado para fazer camas quentes para o plantio. Tem a vantagem de conter pouca ou nenhum alimento residual. A eficácia da digestão monogástrica do jumento é tal que digere quase todos os alimentos que elas absorvem. O estrume é livre de grãos ou alimentos não digeridos, pois eles originalmente viviam em áreas desérticas e tinham pouco estoque para os dias de escassez por isso retiravam o máximo de nutrientes. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estrume de jumento melhora a qualidade do solo conhecido como &amp;quot;pesado&amp;quot; e &amp;quot;frio&amp;quot;, ele também tem a vantagem no solo seco ou onde a retenção de líquidos é necessária. Ele pode ser usado puro (não misturado com palha ou feno) depois de 5-6 semanas. No entanto, se for misturado com feno ou palha, ele deve ser transformado em adubo juntamente com outros adubos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esterco de jumento tem a vantagem de não desenvolver cogumelos, eliminando o risco de perder os novos rebentos. O estrume de jumento deve ser aplicado em uma proporção de 10% em um solo já nutridos ou 15-20% em solos pobres e de baixa qualidade. Com 12 quilos de adubo jumento, se aduba uma área de 30 metros quadrados. &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-436006219299352046?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/436006219299352046/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/estrume-de-jumento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/436006219299352046'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/436006219299352046'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/estrume-de-jumento.html' title='Estrume de jumento'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-2084458862815171926</id><published>2011-10-19T05:46:00.001-07:00</published><updated>2011-10-19T05:46:24.449-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leite de jumenta'/><title type='text'>Orgânico ou Jumenta – O Grande Debate do Leite</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Os argumentos sobre que leite é o melhor - semi-desnatado ou integral - são velhos: agora, aparentemente, as apostas estão no leite de jumenta orgânico&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/-H4uIaH107Xc/Tp7GdreKTJI/AAAAAAAABRo/YXEUMbq2miE/s1600-h/image2.png"&gt;&lt;img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/-vktWQgh5yls/Tp7GmDKy9EI/AAAAAAAABRw/Mh5jZ6C00Gk/image_thumb.png?imgmax=800" width="244" height="148" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leite é uma coisa boa e nós devemos beber mais dele. Esta tem sido uma mensagem proeminente no Reino Unido desde que a Lei da Educação de 1946 garantiu que crianças em idade escolar recebecem leite de graça. Mas nos últimos anos, o debate mudou que tipo de leite é o melhor. Esta semana, o debate tomou um rumo inesperado quando os pesquisadores afirmaram que deveria se observar o que estava acontecento com o clima quando o leite foi produzido. Um estudo, publicado no Journal deste mês da Dairy Science e liderada por pesquisadores da Newcastle University, mostrou que &amp;quot;verões mais úmidos e frios podem ter um efeito negativo sobre o leite que bebemos&amp;quot;. Um verão pobre significava que o leite tinha&amp;#160; &amp;quot;um teor significativamente maior de gordura saturada e muito menos ácidos graxos&amp;#160; benéficos&amp;quot; em comparação ao que é produzido em um ano regular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ele também alegou que o leite orgânico tem níveis mais altos de ácidos graxos benéficos em comparação com o leite &amp;quot;normal&amp;quot;, &amp;quot;independentemente da época do ano ou as condições meteorológicas&amp;quot;. Leite orgânico também tinha &amp;quot;30-50%&amp;quot;menos gorduras saturadas do que os não-orgânicos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em resposta, o Departamento de Saúde disse que &amp;quot;os tipos de ácidos graxos ômega-3 no leite orgânico são diferentes dos encontrados em peixes oleosos. São os ácidos graxos ômega-3 em peixes oleosos, que são benéficos em termos de doenças cardíacas.&amp;quot; Acrescentou que, em nossa dieta em geral, &amp;quot;opções inferiores de gordura&amp;quot; devem ser selecionadas sempre que possível - &amp;quot;por exemplo a do leite, 1%&amp;quot;, a variedade da tampa vermelha desnatado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;This is very hard to source as it can legally only be sold by the farmer direct to consumers with a label stating that it &amp;quot;may contain organisms harmful to health&amp;quot;. But its advocates say that pasteurisation strips milk of much of its nutritional benefits.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leite evoca respostas apaixonadas, e há aqueles que colocam a mão no fogo por leite integral sem ser pasteurizado, ou leite &amp;quot;cru&amp;quot;. Isto é muito difícil de conseguir, pois ele só pode ser vendido legalmente pelo agricultor diretamente aos consumidores com uma etiqueta indicando que &amp;quot;pode ​​conter organismos prejudiciais à saúde&amp;quot;. Mas seus defensores dizem que a pasteurização tira grande parte dos benefícios nutricionais do leite.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns pensam que nós agimos colpetamente errado ao escolher beber leite de vaca. Muito melhor, dizem, é leite de jumenta - que foi amplamente vendidos no Reino Unido até o final do século 19 – pois ele contém mais proteína e menos gordura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Então, aqui está o que deveria estar em sua lista de compras, talvez: &amp;quot;1 litro de leite orgânico de jumenta, não pasteurizado coletado durante um verão 'normal'.&amp;quot; Boa sorte tentando encontrar, no entanto.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Author: Leo Hickman&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: guardian.co.uk, 17 de Janeiro de 2011 &lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-2084458862815171926?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/2084458862815171926/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/organico-ou-jumenta-o-grande-debate-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2084458862815171926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/2084458862815171926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/organico-ou-jumenta-o-grande-debate-do.html' title='Orgânico ou Jumenta – O Grande Debate do Leite'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh5.ggpht.com/-vktWQgh5yls/Tp7GmDKy9EI/AAAAAAAABRw/Mh5jZ6C00Gk/s72-c/image_thumb.png?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-5962592924816980677</id><published>2011-10-17T08:20:00.001-07:00</published><updated>2011-10-17T08:20:01.880-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Doma'/><title type='text'>O REDONDEL</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; Muitas pessoas nos perguntam para que serve o redondel. Mais ainda, qual o tamanho ideal de um redondel. Seguem aqui algumas idéias para que você possa utilizar esta importante instalação para seus cavalos:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • Um redondel pode servir para você soltar um cavalo, trabalhar um cavalo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; montado, trabalhar um cavalo à guia, trabalhar um cavalo solto, ter aulas de equitação, iniciar um potro ao chão ou montado, entre outras coisas;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • Uma medida ideal não existe, sabendo-se que cada profissional tem sua preferência, e também que um redondel muito pequeno não servirá para muita coisa. Sempre sugerimos algo entre 15 e 20 metros de diâmetro, com cercas fechadas até 1.15 e abertas até 2.20;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • No nosso modo de entender, o piso deste redondel pode ser de areia ou&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; grama, nunca deixando o mato alto crescer.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • Particularmente não gostamos dos redondeis fechados, utilizados para&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; “concentrar” o cavalo. Achamos que a concentração do cavalo vem dele mesmo, sem a dependência ou a “obrigatoriedade” que uma parede alta impõe no trabalho. Acreditamos que a concentração vem com o relaxamento e descontração do cavalo trabalhando, mas nunca de forma tensa ou “obrigatória”;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • As cercas do redondel podem ter uma inclinação para fora ou não. Tanto faz, e isto não atrapalha no trabalho do cavalo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • No redondel, você pode trabalhar as lateralidades, os exercícios de reunião e engajamento, os flexionamentos e encurvaturas, e também as retas. Por ser redondo, não significa que o cavalo não faça retas dentro dele;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; • O redondel não pode ser sinônimo de tensão ou medo, mas sim de&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160;&amp;#160; aprendizado. Todas as vezes que um cavalo entra no redondel tenso e com medo, não aprende. Isto depende muito das experiências que os cavalos passam dentro do redondel enquanto trabalham. Se estas forem boas e positivas, as próximas serão boas e positivas&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: &lt;a&gt;Aluisio Marins &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Cavalo Criolo Website&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-5962592924816980677?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/5962592924816980677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-redondel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5962592924816980677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/5962592924816980677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-redondel.html' title='O REDONDEL'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-4911530520331176090</id><published>2011-10-14T09:48:00.001-07:00</published><updated>2011-10-14T09:48:48.354-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Leite de jumenta'/><title type='text'>Onde Comprar Leite de Jumenta e Derivados?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Postamos alguns artigos sobre leite de jumenta e recebemos alguns e-mails perguntando onde comprar leite de jumenta e seus derivados. Creio que deva ser um tópico de interesse então resolvi postar uma resposta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Até onde sei aqui no Brasil não existe nenhum tipo de comercialização do leite ou dos derivados. Na Europa e na Asia já existe criatório produzindo, e vão começar a produzir nos EUA.&amp;#160; Também soube que um grupo Suiço vai começar a produzir na Argentina, mas aqui por enquanto não sei de ninguém. Caso more perto de algum criatório pode ser que consiga, mas de outro jeito aqui é difícil. Pode-se tentar comprar na Europa (não sei se a importação é possivel, quem quiser pode verificar) alguns deles vendem até leite em pó. Estou adicionando os links que conheço:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://shop.eurolactis.com/"&gt;http://shop.eurolactis.com/&lt;/a&gt; (de todos acho este o melhor site de vendas)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.asineriedupaysdescollines.be/"&gt;http://www.asineriedupaysdescollines.be/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.asinus.fr/"&gt;http://www.asinus.fr/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://www.embazac.com/english_version.html"&gt;http://www.embazac.com/english_version.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-4911530520331176090?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/4911530520331176090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/onde-comprar-leite-de-jumenta-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4911530520331176090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/4911530520331176090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/onde-comprar-leite-de-jumenta-e.html' title='Onde Comprar Leite de Jumenta e Derivados?'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-61823918243887003</id><published>2011-10-13T09:01:00.001-07:00</published><updated>2011-10-13T09:01:56.685-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>O Perigo da Desitratação</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É notório o aumento da temperatura nessa época do ano. Em todo o país a sensação térmica aumentou em média dois graus e, assim como nós, os animais sofrem com o trabalho perdendo líquidos de forma excessiva. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Geralmente as pistas de equoterapia e equitação estão expostas ao ar livre fazendo com que a temperatura do piso (areia,terra,etc) alcance altos graus de calor refletindo às ferraduras e os cascos. Diante de temperatura elevada o resfriamento natural pela sudorese e urina entra em disfunção dando causa a preocupante desidratação. Diz-se que um animal está desidratado quando o nível de água no organismo é inferior ao mínimo necessário para o normal funcionamento de todas as funções metabólicas. Neste artigo vamos explicar o mecanismo que conduz à desidratação, as respectivas consequências, e principalmente como prevenir e/ou tratar a desidratação. Os Equinos, tal como todos os mamíferos, tem necessidade de manter a temperatura corporal constante dentro de limites rígidos (entre 37 e 39ºC). Isto é obtido através de mecanismos termoreguladores. Durante o exercício físico, os processos químicos envolvidos em fornecer energia para a actividade muscular produzem uma quantidade de calor significante, como produto secundário. Como resultado, a carga térmica a que o organismo estaria sujeito, se não tivesse capacidade para se libertar deste excesso de calor, seria tremenda, conduzindo facilmente a um estado de choque por sobreaquecimento (choque de calor ou choque hipertérmico). São três os principais mecanismos para se libertar do excesso de calor produzido durante o exercício físico (mecanismos termoreguladores):&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1. a respiração rápida&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;2. a redistribuição da circulação sanguínea para a pele&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;3. a transpiração.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em certos animais, como por exemplo os cães, a respiração rápida é o principal mecanismo de libertação de calor; no entanto nos cavalos a respiração contribui para a libertação de apenas cerca de 20% do calor total, sendo a transpiração e a redistribuição sanguínea os principais mecanismos de dissipação de calor. Durante exercício físico intenso um cavalo pode perder 10 a 15 litros de fluidos por hora. Para compensar estas percas, o cavalo tem necessidade de aumentar o consumo de água e/ou reduzir o volume de urina. Contudo, por razoes não esclarecidas, há vezes em que o cavalo não se rehidrata durante ou após um período de exercício, apesar de uma extensa perca de fluido. A sede é o mecanismo através do qual o corpo reconhece que tem necessidade de ingerir água. Os estímulos fisiológicos da sede são o aumento da concentração de sódio no plasma; e/ou um estado de hipovolémia, isto é, diminuição no volume de fluidos no sistema circulatório. O sódio é o principal electrólito no mecanismo da desidratação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O sódio existe no organismo dissolvido em água. Quando o organismo perde agua, a concentração de sódio aumenta, despertando um sinal que é transmitido ao cérebro com a indicação de que precisa de mais agua. Este é o mecanismo estimulador da sede. O suor do cavalo pode ter uma composição em sódio igual ou superior à do plasma sanguíneo, dependendo do tipo e duração da actividade física executada. Isto acontece porque quando um cavalo transpira, as grandes percas de fluido são acompanhadas de uma certa perca de sódio. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Posto isto, podem ocorrer duas situações: Se o suor transpirado tiver uma concentração de sódio semelhante à do plasma, a concentração de sódio no plasma mantém-se constante. Nestes casos a sede é estimulada devido a diminuição de fluido no organismo. O organismo reconhece que precisa de mais água. Contudo, se o suor transpirado tiver uma concentração de sódio superior à do plasma, o que implica a perca de elevadas quantidades de sódio a partir do plasma, a concentração de sódio no plasma diminui. Quando isto acontece, o organismo pode não reconhecer o déficit de fluidos, pois proporcionalmente, em relação à água, o sódio esta diluído. Nestas circunstâncias, o mecanismo da sede não é estimulado até que se verifique uma diminuição severa no volume de fluidos no sistema circulatório, com consequências graves nas restantes funções metabólicas do organismo, nomeadamente no sistema circulatório e urinário. Outros fatores que podem afectar o equilíbrio de fluidos no organismo de cavalos durante o exercício físico são o modo como o cavalo bebe água e o maneio do cavalo durante o treino e/ou competição. O transporte, por exemplo, pode causar uma redução no consumo voluntário de água.Além disso, há treinadores que por vezes restringem o consumo de água antes de uma prova, com a intuição de evitar que o cavalo carregue peso extra. Contudo, está cientificamente provado, tanto em cavalos como em atletas humanos, que a restrição de água antes de um período de exercício prolongado pode ser prejudicial por causar um estado de desidratação severo, que por sua vez reduz o volume plasmático suficientemente para afectar a dissipação de calor. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um animal desidratado não pode transpirar adequadamente. Uma das funções da transpiração é libertar o excesso de calor produzido durante o exercício físico. Se o cavalo não consegue transpirar adequadamente ao ritmo que o organismo produz energia calorífica, o animal corre elevados riscos de sofrer de choque hipertérmico, com consequências devastadoras, incluindo danos no sistema nervoso. Em relação ao modo de administração de água, estudos científicos demonstraram recentemente que os cavalos bebem consideravelmente mais água quando esta lhes é fornecida em baldes de água fresca a uma temperatura de 10 a 12ºC, mudada duas vezes ao dia, do que quando têm acesso livre e directo a bebedouros automáticos. Está também provado que, para compensar as percas na transpiração, uma solução salina isotónica contribui para a manutenção do volume plasmático e restituição da perca de peso de um modo mais distinto e duradouro do que simplesmente água. A escolha de uma solução de electrólitos para rehidratação é especialmente importante em cavalos submetidos a exercício físico várias vezes ao dia e/ou durante exercício de endurance (ie: raides), particularmente em condições de temperatura e humidade elevadas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A alimentação do cavalo de competição deve conter um teor elevado de electrólitos (particularmente sódio e potássio) para compensar as percas causadas pela transpiração. Uma dieta de manutenção deve ser suplementada com um &amp;quot;bloco de sal&amp;quot; e/ou administração de electrólitos na água ou ração conforme o paladar do cavalo. Note-se no entanto que existe uma grande variação individual no consumo voluntário de água entre cavalos. Posto isto, não se deve concluir que só porque um cavalo bebe menos que os seus companheiros está desidratado ou vai ser afectado por desidratação durante ou após exercício. O grau de desidratação e teor de electrólitos podem ser avaliados através de análises ao sangue. O ideal é colher análises regularmente para cada cavalo para determinar os valores normais para cada indivíduo. Deste modo uma ligeira alteração poderá ser detectada com maior sensibilidade. Por outro lado, tradicionalmente, o grau de desidratação é estimado clinicamente ao puxar uma prega de pele na tábua do pescoço ou, talvez um pouco mais exacto, na pálpebra superior. Se a marca deixada na pele não desaparecer ao fim de poucos segundos significa que a pele perdeu elasticidade por desidratação. Note-se contudo que este é um método bastante grosseiro e inexacto e como tal requer bastante experiência; deve ser avaliado, não isoladamente, mas em conjunto com uma avaliação clinica completa. Outros parâmetros clínicos importantes são a frequência cardíaca e frequência respiratória, bem como a temperatura rectal, que permite avaliar o risco de choque hipertérmico. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Existem certas semelhanças entre cavalos e humanos, especialmente no que diz respeito aos efeitos da desidratação sobre a ´performance´.Proporções idênticas da perca de líquidos têm o mesmo efeito sobre homem e cavalo: 2% afecta a 'performance', 10% provoca insolação e 15 a 20% é fatal.A água é um dos componentes mais importantes do sangue. Para uma perca de 1% de peso por desidratação perdemos 2,5% de volume do plasma sanguíneo.Uma vez que o sangue transporta oxigénio e outros nutrientes para os músculos, despojando-os dos já utilizados, menos sangue significa que nos cansaremos mais rapidamente.Em competição é fácil mantermo-nos algum tempo sem beber, particularmente quando temos vários cavalos para montar mas este facto pode afectar o raciocínio. Com a desidratação o corpo mantém-se à frente da situação: a perca de 200ml de fluídos dispara a função de conservação de água, estimulando eventualmente a sensação de sede, mas, estaremos desidratados antes de sentir sede - é importante ingerir líquidos ao longo do dia. Beber litros de água não é suficiente. Necessitamos de glicose e electrólitos. A nossa meta é consumir de 100 a 200ml de líquidos do tipo 'isotónico' de 20 em 20 minutos.Depois da água é necessário comer hidratos de carbono. O excesso de gorduras acabam como gorduras armazenadas, por isso é de evitar comer muita carne.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fonte: Equitação Especial&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-61823918243887003?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/61823918243887003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-perigo-da-desitratacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/61823918243887003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/61823918243887003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/o-perigo-da-desitratacao.html' title='O Perigo da Desitratação'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-7063916866452710259</id><published>2011-10-12T15:13:00.001-07:00</published><updated>2011-10-12T15:13:44.837-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>PATOLOGIAS TESTICULARES</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Degeneração testicular:&lt;/strong&gt; é a destruição dos tecidos do testículo, causada principalmente por estresse, (mudança de ambiente, como o estresse causado por exposições, barulho excessivos, stress nutricional), mas também por medicamentos como: hormônios e corticóides, alimentação em excesso ou escasses. O animal apresenta libido, cobrem normalmente as fêmeas, porém estas começam a repetir cio, devido a não fertilização das mesmas, pela diminuição, mal formação ou ausência de espermatozóides.     &lt;br /&gt;No exame físico do testículo, ele deixa de ter consistência fibro-elástica, ficando flácido, e dependendo do grau da enfermidade, apresenta aspecto de esponja. A variação do grau de comprometimento, é proporcional ao tempo de cura (podendo ser meses ou até ano). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Levemente flácido:&lt;/strong&gt; normalmente é devido a processos estressantes ou início de enfermidade, sendo a cura de fácil resolução. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Flácido:&lt;/strong&gt; a cura é bem mais demorada. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muito Flácido:&lt;/strong&gt; processos crônicos e normalmente se perde o animal para reprodução. No espermograma, se observa um volume normal do ejaculado, no entanto, a porcentagem de espermatozoídes vivos é reduzido (quanto mais grave a degeneração, menor será a porcentagem de espermatozóides vivos); vigor diminuído e concentração normal (até um pouco diminuído).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tratamento:&lt;/strong&gt; primeiro, suprime-se a fonte causadora. Depois, fornecer Pró-Vitamina A, utilizando fontes como: feno de alfafa, abóbora, cenoura. Pode fornecer também de 30-50 mil UI (unidades internacionais) de vitamina A em pó. Ajustar a quantidade de ração fornecida, aumentar o fotoperiodo (baia com luz acesa, quando o animal for de baia). Aplicar 2 ml de GnRh, 1x/semana ,6-8 semanas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Quanto mais grave o problema, maior o tempo de tratamento, realizando exames periódicos, até recuperação no espermograma.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Não esquecer que o espermatozóide demora 60 dias para ser liberado, e o espermograma deverá cumprir este prazo.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; O ejaculado vai melhorando lentamente, reduzindo as alterações morfológicas.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; O indivíduo com degeneração do tipo flácido ou levemente flácido, tem cura total ou quase total.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Se o animal for muito estressado, pode retornar o processo.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; O animal pode apresentar nos casos crônicos, um fibrosamento dos testículos e isso irá acarretar uma diminuição da circunferência escrotal. Se isso acontecer, deve-se eliminar o animal para a reprodução.     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Na fibrose o animal ira apresentar uma diminuição na concentração espermática.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hipoplasia Testicular:&lt;/strong&gt; Pode ser congênita ou adquirida , uni ou bilateral e, parcial ou total. Em animais normais, os dois testículos são praticamente do mesmo tamanho.     &lt;br /&gt;Os fatores externos que poderiam provocar a hipoplasia são: distúrbios hormonais, deficiências vitamínicas, toxinas, metais pesados (como cádmio) contidos em sal mineral, doenças ocorridas durante a vida intra-uterina e a subnutrição, principalmente no período púbere.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Hipoplasia unilateral parcial: 1/3 do testículo está hipoplásico, isso corresponde uma diminuição de 1,5 à 2 cm menor que o outro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Hipoplasia bilateral parcial: os dois testículos estão diminuídos, acarretando em menor circunferência escrotal , ou seja, está com a média inferior ao da raça.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Hipoplasia total unilateral: um testículo é extremamente menor que o normal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;·&lt;/strong&gt; Hipoplasia total bilateral: os dois testículos são diminutos e o animal é estéril.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A mais grave é a unilateral parcial, pois não muito perceptível e o animal passa o problema aos filhos (quando a causa é hereditária).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apesar das melhorias nas condições de manejo e nutrição, o uso de animais hipoplásicos para reprodução, pode estar contribuindo para disseminação do problema no Brasil, com uma incidência de cerca de 5%. Como há sempre a suspeita de origem hereditária, os animais devem ser afastados da reprodução.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Orquite&lt;/strong&gt; - A inflamação do testículo é chamada de &amp;quot;orquite&amp;quot;. É causada principalmente por traumatismo e agentes infecciosos.     &lt;br /&gt;Geralmente a infecção se inicia por via hematógena (pela corrente sangüínea) e, em alguns casos, através de feridas nos testículos. Os sinais clínicos são aumento de temperatura, sensibilidade à palpação e edema (inchaço) na fase aguda. Podem também ser notadas aderências com estruturas anexas e alteração da forma e consistência. O aumento de temperatura e a congestão, interferem na circulação, levando à isquemia (falta de sangue e consequentemente, oxigenação dos testículos), levando a degeneração testicular. A degeneração ocorre rapidamente porém, a recuperação, quando ocorre, é bastante lenta. O sêmen pode apresentar diminuição do número e motilidade dos espermatozóides. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;O animal pode relutar em andar, recusa a cobertura e assume um andar tenso, principalmente nos casos de peritonite associada. O tratamento deve ser feito até o desaparecimento das células inflamatórias do sêmen. Em casos de orquite unilateral, pode-se optar por uma orquiectomia unilateral. A tetraciclina é um dos antibióticos de eleição.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diagnóstico&lt;/strong&gt; - A orquite, que também altera a consistência, pode provocar aderências, com evolução diferente das outras patologias testiculares. O espermograma é mais eficiente que a palpação para se obter o diagnóstico mais preciso; nas orquites iremos encontrar células de processo inflamatório.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Autor: &lt;strong&gt;Luiz Gustavo Alessi Aristides&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1157725372406184244-7063916866452710259?l=jumentoemuar.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/feeds/7063916866452710259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/patologias-testiculares.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7063916866452710259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1157725372406184244/posts/default/7063916866452710259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jumentoemuar.blogspot.com/2011/10/patologias-testiculares.html' title='PATOLOGIAS TESTICULARES'/><author><name>Born2Blog</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1157725372406184244.post-8493831338857509620</id><published>2011-10-11T11:09:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T11:13:13.989-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saúde'/><title type='text'>SARCÓIDE EM EQUINOS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;RESUMO    &lt;br /&gt;O sarcóide é uma neoplasia cutânea, fibroblástica, não metastática e localmente invasiva dos equídeos. As lesões neoplásicas podem ocorrer isoladas ou em grupos, sendo a região cervical, cabeça (periocular, pinas e comissura labial) e membros os locais de maior incidência. Os sarcóides eqüino podem se apresentar de diferentes formas macroscópicas e suas lesões tem sido classificadas em três tipos principais: verrucosa, fibroblástica e mista. Na forma verrucosa as lesões apresentam superfície seca, plana e córnea, podendo ser sésseis ou pedunculadas. O tipo fibroblástico apresenta lesões com aspectos variados, algumas como nódulos fibrosos bem circunscritos e recobertos com epiderme intacta e outras se apresentam em grandes massas ulceradas, muitas vezes recobertas por tecido&amp;#160; necrótico. O tipo misto é menos freqüente e é classificado como uma forma tumoral de transição. Um sarcóide verrucoso pode se transformar em fibroblástico em resposta a traumatismos ou a uma biópsia cirúrgica. O sarcóide eqüino é uma lesão que não tem predileção por idade, raça, sexo ou coloração da pelagem, ou seja, podendo afetar todos os eqüinos, de distribuição mundial, sendo relatado em vários países.&amp;#160; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1- INTRODUÇÃO    &lt;br /&gt;Sarcóides eqüino são tumores localmente agressivos, sendo este o tumor de pele mais comum dos eqüinos, podendo ocorrer em todos os eqüídeos, mulas e jumentos ( BRADFORD, 1994).     &lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O sarcóide eqüino é uma lesão que não tem predileção por idade, raça, sexo ou coloração da pelagem, ou seja, podendo afetar todos os eqüinos, além disso sua distribuição é mundial, sendo relatado em vários países (AMORIN, 2007). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;Comumente estes tumores ac
